Hoje foi giro, o homem numa mesa, os banidos noutra mesa, e nós eramos 3 a rir e a jantar noutra mesa. Isto só mesmo no Festival do Vinho Português aqui no Bombarral. È de rir e beber por mais. He he he...
julho 25, 2005
julho 23, 2005
Passerel de politicos
Visitámos o Festival do Vinho, o festival da nossa terra. Sinceramente não fosse o movimento que faz no Bombarral e diriamos mesmo acabem com este Festival do "vinho" pois deixou de ser um festival do vinho para ser especie de feira de actividades económicas do Bombarral.
Já é tempo de se pensar no Festival do Vinho em outros moldes, mais vinho e menos outras coisas.
Nós queremos que o Festival do Vinho Português nunca acabe mas, também queremos que mais pessoas venham ao Festival para ver, provar e comprar vinhos de todo o País e não de meia duzia de sitios.
Parabéns, pois se não fosse mesmo este mau festival, então é que ninguém vinha por cá.
Porque será que de 4 em 4 anos o Festival tem mais encanto na hora da despedida? Será por acabar a "passerel"?
julho 22, 2005
Motu Proprio
Pois eu ainda acredito mas, isto está dificil ! Mas o que é que o homem quer, não temos mais nada para lhe dar, isto é um dar e receber, dar e repartir para que tudo corra bem. Bom se o homem não se decide estamos feitos! O homem tem um " MOTU PROPRIO"
julho 21, 2005
Quem disse que ali há votos?
Apreciámos a restauração da antiga destilaria da Companhia Agricola do Sanguinhal. Parabéns também pelos excelentes vinhos que nos proporcionam.
É pá, mas agora estão em toda a parte, mais parecia um comicio dos "laranjas" não faltou ninguém. Será que ninguém lhes disse que ali não ganham votos. Ou já andam á procura de descontos para os eventos que se aproximam ?
julho 20, 2005
Será hoje ?
Será que é hoje ?
Precisamos dele pra ganhar !
Eu acredito que vamos conseguir, assim o homem o queira
Precisamos dele pra ganhar !
Eu acredito que vamos conseguir, assim o homem o queira
julho 19, 2005
Ladram mas não mordem
Pensavam que isto de ser candidato autárquico era só ser anunciado e depois "morder na mão do dono".
julho 17, 2005
Ouvindo o Silêncio
Os japoneses são famosos por muitas razões. Mas principalmente porque os seus automóveis estão entre os melhores do mundo, os seus rádios e aparelhos de som são excelentes.
Mas, hoje não vamos referir-nos a nenhuma destas coisas. Queremos apenas contar uma pequena anedota japonesa que achámos muito engraçada. - Três homens decidiram um dia adoptar a prática de guardar o silêncio absoluto até à meia-noite desse dia, altura em que iriam contemplar a lua cheia. Passado algum tempo um dos homens, distraidamente, exclamou: - Ora, é muito difícil não abrir a boca! Ao ouvi-lo falar, um dos outros disse: - Você está a falar e isso é proibido! Então, o terceiro, indignado com os outros dois, saiu-se com esta: - Vejam lá, sou eu o único que não falou!
Por falar em anedotas e adágios, estamos a lembrar-nos daquela que diz que "a palavra é de prata, mas o silêncio é de ouro". Mas, hoje em dia, parece haver muito pouco desse "ouro". Pois vivemos num mundo não só cheio de palavras, mas acima de tudo, cheio de barulho. Ruídos de trânsito, de aviões e de certos aparelhos de som que, muitas vezes, se tornam em verdadeiras fontes de barulho. É como alguém, uma vez disse: "No meio do barulho não se consegue ouvir o silêncio!
"Ouvir o silêncio", é um pensamento interessante.
O homem moderno começa o seu dia com o som do rádio despertador; usa rádio ou leitor de CDs no carro; ouve o que se chama "música de ambiente" no elevador e no escritório. E termina o dia com o ruído do televisor em casa, e é capaz de passar a noite ouvindo o barulho dos cães a ladrar na rua .......
Por causa de todo este ruído, o silêncio é de ouro !
Mas, hoje não vamos referir-nos a nenhuma destas coisas. Queremos apenas contar uma pequena anedota japonesa que achámos muito engraçada. - Três homens decidiram um dia adoptar a prática de guardar o silêncio absoluto até à meia-noite desse dia, altura em que iriam contemplar a lua cheia. Passado algum tempo um dos homens, distraidamente, exclamou: - Ora, é muito difícil não abrir a boca! Ao ouvi-lo falar, um dos outros disse: - Você está a falar e isso é proibido! Então, o terceiro, indignado com os outros dois, saiu-se com esta: - Vejam lá, sou eu o único que não falou!
Por falar em anedotas e adágios, estamos a lembrar-nos daquela que diz que "a palavra é de prata, mas o silêncio é de ouro". Mas, hoje em dia, parece haver muito pouco desse "ouro". Pois vivemos num mundo não só cheio de palavras, mas acima de tudo, cheio de barulho. Ruídos de trânsito, de aviões e de certos aparelhos de som que, muitas vezes, se tornam em verdadeiras fontes de barulho. É como alguém, uma vez disse: "No meio do barulho não se consegue ouvir o silêncio!
"Ouvir o silêncio", é um pensamento interessante.
O homem moderno começa o seu dia com o som do rádio despertador; usa rádio ou leitor de CDs no carro; ouve o que se chama "música de ambiente" no elevador e no escritório. E termina o dia com o ruído do televisor em casa, e é capaz de passar a noite ouvindo o barulho dos cães a ladrar na rua .......
Por causa de todo este ruído, o silêncio é de ouro !
julho 15, 2005
Cromos repetidos
Era só o que me faltava ! Agora tenho aqui uns "cromos" a pedir, não sei a quem, que eu me vá embora. Mas será que não perceberam ainda que eles é que perderam o "comboio". Só não percebo é como o "agricultor" os deixou utilizar o nome da organização dele?
Como dizem os Ingleses " A little is better than none" (Um pouco é melhor do que nada) ou "Half loaf is better than no bread" (Meio pão é melhor que nenhum).
Bom mas isto não fica assim, eu que até era para esquecer algumas coisas mas, agora, como sou eu que tenho a caderneta tenho que ser eu a escolher os "cromos" e estes não quero já são repetidos!
julho 12, 2005
Elena ...
Boa amiga, acredita que para mim não é surpresa já esperava que fosses repetente como candidata. O Carvalhal tem a ganhar se fores "Elena", Ups... se fores eleita. Sabes que até era capaz de votar em ti mas, como não voto na tua Freguesia... Esta é uma daquelas frases que até pode não ser verdade mas, fica bem dizer. Tu sabes, né.... Bjs e boa campanha "miga". Áaaaa não batas muito no meu candidato tá.
julho 08, 2005
Pensei em grande
Hoje depois de vir da "Aldeia grande" pensei em grande, pensei em vitória. Nada melhor do que deixar isto tudo com uma vitória. O "zé" vai falar com eles e! E se tudo correr bem troco o incerto pelo certo, como todos me dizem troco a derrota pela vitória. Fosse tudo assim tão facil e isto era uma maravilha. Nem quero acreditar no que estou a pensar mas, é verdade se o "Homem" aceita-se isto era vitória quase pela certa.
Enquanto há vida há esperança, por isso, como dizia o "Bom gigante", deixem-me sonhar!
Não querem lá ver que o "Homem sonha e a obra acontece"
Enquanto há vida há esperança, por isso, como dizia o "Bom gigante", deixem-me sonhar!
Não querem lá ver que o "Homem sonha e a obra acontece"
julho 07, 2005
Eu não perdi um amigo, e ele?
Será que hoje perdi um amigo! Ou será que nunca foi amigo!
Bom talvez eu pense que ele era meu amigo mas..., eu fui amigo dele até hoje e demonstrei-o com actos, não interessam quais, ele sabe!
Os amigos não se traiem nem são para as ocasiões. Os amigos são aqueles que mesmo não estando presentes nós sentimos que estão presentes. Este trocou os amigos pela conveniência.
Pois bem ele que fique com ela que eu fico sem um amigo que antes de o deixar de ser já o não era. Eu afinal não perdi nada, e ele ?
Bom talvez eu pense que ele era meu amigo mas..., eu fui amigo dele até hoje e demonstrei-o com actos, não interessam quais, ele sabe!
Os amigos não se traiem nem são para as ocasiões. Os amigos são aqueles que mesmo não estando presentes nós sentimos que estão presentes. Este trocou os amigos pela conveniência.
Pois bem ele que fique com ela que eu fico sem um amigo que antes de o deixar de ser já o não era. Eu afinal não perdi nada, e ele ?
julho 03, 2005
O Bombarral precisa de confiança
O Bombarral precisa de confiança e de estabilidade, tanto na autarquia como na população. Sem confiança num projecto e sem liderança os eleitos pouco podem fazer. Na politica, na economia e na vida em geral a falta de estabilidade é como uma praga que extermina tudo à sua volta quer sejam soluções, propostas ou caminhos .
O Bombarral habituou-se a desconfiar e a não acreditar. O Bombarral precisa urgentemente de fazer o contrário. Mas acreditar em quê e confiar em quem ? Que ideias e projectos podem gerar empenho público dos bombarralenses ?
No Bombarral ouvimos, todos, a discutir as mudanças e se elas devem concretizar-se através do poder político ou através de consensos com a sociedade civil . Há quem desdenhe do consenso, tido como frágil, e há quem receie decisões vistas como imposições . Enquanto durar esta discussão ficamos entre uma coisa e a outra. As câmaras presididas por José Guilherme eram câmaras de consensos entre gestão e oposição, as gestões posteriores quiseram demarcar-se, criticando-o mas, não conseguiram implantar um modelo de gestão próprio e digno desse nome. A próxima Câmara com maioria ou apoiada pela oposição, tem que ter um rumo, tem que ser eficiente nas decisões e tem que ser eficaz nas aplicações. A próxima Câmara tem que conseguir gerar propostas que provoquem e mobilizem o Bombarral e os bombarralenses. Há empresas em extrema dificuldade a viver muito abaixo das necessidades e há uma Câmara a gastar muito mais do que devia. É importante trabalhar para reduzir as despesas e a gerar mais receitas de forma a não se agravarem ainda mais as contas da autarquia, actuais e futuras .
È importante que esta campanha eleitoral, suscite um debate concelhio profundo que permita pensar políticas imediatas de médio e longo prazo, pois se isto não vier a acontecer a próxima Câmara arrisca-se a não tirar o Bombarral do limiar da pobreza em que se encontra.
O Bombarral habituou-se a desconfiar e a não acreditar. O Bombarral precisa urgentemente de fazer o contrário. Mas acreditar em quê e confiar em quem ? Que ideias e projectos podem gerar empenho público dos bombarralenses ?
No Bombarral ouvimos, todos, a discutir as mudanças e se elas devem concretizar-se através do poder político ou através de consensos com a sociedade civil . Há quem desdenhe do consenso, tido como frágil, e há quem receie decisões vistas como imposições . Enquanto durar esta discussão ficamos entre uma coisa e a outra. As câmaras presididas por José Guilherme eram câmaras de consensos entre gestão e oposição, as gestões posteriores quiseram demarcar-se, criticando-o mas, não conseguiram implantar um modelo de gestão próprio e digno desse nome. A próxima Câmara com maioria ou apoiada pela oposição, tem que ter um rumo, tem que ser eficiente nas decisões e tem que ser eficaz nas aplicações. A próxima Câmara tem que conseguir gerar propostas que provoquem e mobilizem o Bombarral e os bombarralenses. Há empresas em extrema dificuldade a viver muito abaixo das necessidades e há uma Câmara a gastar muito mais do que devia. É importante trabalhar para reduzir as despesas e a gerar mais receitas de forma a não se agravarem ainda mais as contas da autarquia, actuais e futuras .
È importante que esta campanha eleitoral, suscite um debate concelhio profundo que permita pensar políticas imediatas de médio e longo prazo, pois se isto não vier a acontecer a próxima Câmara arrisca-se a não tirar o Bombarral do limiar da pobreza em que se encontra.
julho 02, 2005
O homem vai recandidatar-se
Quando souberam que o homem se vai recandidatar, alguns com medo de perder, (sabe-se lá o que?), correram para a internet, (mesmo como anónimos), e para os cafés a defender o homem !
Pois é não têm a coragem para reconhecer e dizer publicamente que homem tem é andado mal acompanhado na gestão. è que nós já o fizemos numa sessão publica da Câmara, já de-mos os parabéns quando era de dar e também já criticamos quando era de criticar.
Olha ó gajo
Merda, ups desculpem. Então querem lá ver que parece que me enganei. O "gajo" está aborrecido e pensa que chega aqui e manda em todos. Olha pró "gajo" pensa que é o "maior" chegou agora e já quer correr com os outros. Isto até parece um filme de "fixão". Então o "gajo" não é ninguém! Nós queremos fazer dele alguém! E o "gajo" quer "morder a mão do dono". Isto só Video. Porque contado não tem piada. Bom vamos lá ver no que isto dá mas, jã não estou a gostar desta M....
junho 29, 2005
Hoje é feriado
É hoje que apresento os candidatos, espero que isto corra bem, estão cá os chefes e os escribas, a mensagem tem que passar bem. Alô teste... teste alô. Bom já não é nova esta situação por isso vai correr bem, ups espero eu
Hoje é Feriado com "F" grande
Hoje vamos homenagear os Bombeiros Voluntários do Bombarral, mais vale tarde do que nunca, eles bem merecem receber esta medalha do Concelho. Agora o "outro" é que já não sei ainda não consegui ver em lado nenhum o dedo dele. Secalhar o dedo é o mininho por isso é tão pequenino que não se consegue ver. Ou será que ando cego. Querem ver que tive uma branca e vejo tudo branco. Vamos lá deixar-nos de brincadeiras hoje é um dia importante faz 91 anos que este Concelho de Bombarral se tornou "independente".
junho 21, 2005
Outravez ?
Pois é o nosso "ex." lá foi outravez apresentado hoje como candidato. Então os "chuxialistas" não têm nada de novo?
Este já todos sabiamos que era candidato desde Novembro! Bom vá lá, têm desculpa se não fossem as eleições antecipadas todos tinham indicado candidatos mais cedo.Bom esperemos que como dizia Sancho Pança em Don Quixote de La Mancha, "Tal suele venir por la lana que vuelve tresquilado".
Este já todos sabiamos que era candidato desde Novembro! Bom vá lá, têm desculpa se não fossem as eleições antecipadas todos tinham indicado candidatos mais cedo.Bom esperemos que como dizia Sancho Pança em Don Quixote de La Mancha, "Tal suele venir por la lana que vuelve tresquilado".
junho 02, 2005
Novo ciclo
Será que o Bombarral vai finalmente iniciar um novo ciclo de crescimento económico e desta vez realmente sustentado?
Este pergunta interessa a todos os bombarralense. Aqueles com mais de 50 anos, que viveram nos primeiros 13 anos de democracia um período de crescimento económico acelerado, possuem uma referência do que isto pode representar tanto para sua realização profissional quanto pessoal.
No período JMG, de 1976 a 1989, a implantação acelerada de projectos e de obras de infra-estrutura resultou num crescimento económico num ambiente de optimismo e autoconfiança no Bombarral, que impulsionou também o desenvolvimento em todas as áreas empresariais.
Entretanto, problemas de desequilíbrio nas contas públicas e no balanço dos pagamentos, além da insuficiência de poupança interna na autarquia para investimento, não permitiram neste últimos 15 anos a concretização do sonho de construção de um Concelho desenvolvido.
O Bombarral mergulhou no pesadelo quando vivemos então no pior e mais pobre dos concelhos do oeste.
Nesta última década em pleno século 21 a gestão do município nada tem feito para reiniciar novamente o crescimento económico para transformar o Bombarral num concelho desenvolvido e solidário.
Não foram feitos ajustes nas contas públicas, pela gestão dos últimos 15 anos, o Bombarral não teve sucesso em obter financiamentos para alavancar um ambicioso programa de investimento em infra-estrutura e em indústria, comércio e serviços de base.
Como resultado da falta de programas de desenvolvimento, conseguiu-se assim cada vez mais o abandono das terras o encerramento do comércio e dos serviços, aumentando-se cada vez mais a taxa de desemprego em vez de se proceder á criação de novos empregos, e de mais riqueza.
O desafio que agora se coloca á nova gestão autárquica, a ser eleita em outubro, é que crescimento o económico já não pode ser obtido simplesmente através do investimento em novas obras de infra-estrutura e em projectos industriais, agro-pecuários e ou de serviços- como acontecia em décadas passadas.
A economia fechada, que garantia mercado para os bens e serviços oferecidos pelas empresas locais, foi aberta à competição das empresas nacionais e estrangeiras.
Agora, o crescimento económico tem de ser obtido através da conquista do mercado consumidor.
Ou seja, a Autarquia para além de investir no apoio aos empresários locais para aumentarem a sua capacidade de produção têm que apoiar, promover e disputar e conquistar a preferência dos investidores e consumidores do resto do País e lá fora.
Para aumentar a competitividade das empresas locais, a Autarquia tem um papel muito importante: tem que criar infra-estrutura, tem que divulgar e apoiar o comércio e o turismo local, tem que criar condições de visita e permanência, tem que estabilizar o orçamento, reduzir as despesas e aumentar o investimento, oferecer condições de educação básica a toda população, incentivar o desenvolvimento tecnológico e criar condições para a fixação dos jovens e dos investidores.
Mas tudo isso, embora necessário, não é suficiente.
A competitividade e o desenvolvimento sustentado do Bombarral só será alcançada a partir de uma gestão baseada em duas agendas: 1ª a eficácia e 2ª a estratégia.
A eficácia tem como objectivo a melhoria contínua dos processos operacionais para aumentar a produtividade, e utiliza ferramentas e técnicas gerênciais como: gestão de qualidade, parcerias e reengenharia, para além de utilizar as novas tecnologias e as maneiras superiores de atender as necessidades da população e dos investidores.
A eficácia operacional é um componente imprescindível, mas não é uma estratégia para a Autarquia competir com outros concelhos.
A estratégia da Autarquia terá que consistir na escolha dos grupos alvo, das variedades de produtos, equipamentos e serviços a serem oferecidos e das necessidades da população dos visitantes e dos investidores a serem atendidas. Estratégia é também escolher o que não fazer. Estratégia são as opções excludentes que vão diferenciar o Bombarral dos demais, em função da escolha da sua posição no mercado económico e turístico nacional.
Este é o grande desafio para quem vai ser eleito, em outubro, para o Bombarral e para os bombarralenses.
Não basta ser tecnicamente competente e operacionalmente eficaz.
É preciso traçar e seguir estratégias competitivas
Este pergunta interessa a todos os bombarralense. Aqueles com mais de 50 anos, que viveram nos primeiros 13 anos de democracia um período de crescimento económico acelerado, possuem uma referência do que isto pode representar tanto para sua realização profissional quanto pessoal.
No período JMG, de 1976 a 1989, a implantação acelerada de projectos e de obras de infra-estrutura resultou num crescimento económico num ambiente de optimismo e autoconfiança no Bombarral, que impulsionou também o desenvolvimento em todas as áreas empresariais.
Entretanto, problemas de desequilíbrio nas contas públicas e no balanço dos pagamentos, além da insuficiência de poupança interna na autarquia para investimento, não permitiram neste últimos 15 anos a concretização do sonho de construção de um Concelho desenvolvido.
O Bombarral mergulhou no pesadelo quando vivemos então no pior e mais pobre dos concelhos do oeste.
Nesta última década em pleno século 21 a gestão do município nada tem feito para reiniciar novamente o crescimento económico para transformar o Bombarral num concelho desenvolvido e solidário.
Não foram feitos ajustes nas contas públicas, pela gestão dos últimos 15 anos, o Bombarral não teve sucesso em obter financiamentos para alavancar um ambicioso programa de investimento em infra-estrutura e em indústria, comércio e serviços de base.
Como resultado da falta de programas de desenvolvimento, conseguiu-se assim cada vez mais o abandono das terras o encerramento do comércio e dos serviços, aumentando-se cada vez mais a taxa de desemprego em vez de se proceder á criação de novos empregos, e de mais riqueza.
O desafio que agora se coloca á nova gestão autárquica, a ser eleita em outubro, é que crescimento o económico já não pode ser obtido simplesmente através do investimento em novas obras de infra-estrutura e em projectos industriais, agro-pecuários e ou de serviços- como acontecia em décadas passadas.
A economia fechada, que garantia mercado para os bens e serviços oferecidos pelas empresas locais, foi aberta à competição das empresas nacionais e estrangeiras.
Agora, o crescimento económico tem de ser obtido através da conquista do mercado consumidor.
Ou seja, a Autarquia para além de investir no apoio aos empresários locais para aumentarem a sua capacidade de produção têm que apoiar, promover e disputar e conquistar a preferência dos investidores e consumidores do resto do País e lá fora.
Para aumentar a competitividade das empresas locais, a Autarquia tem um papel muito importante: tem que criar infra-estrutura, tem que divulgar e apoiar o comércio e o turismo local, tem que criar condições de visita e permanência, tem que estabilizar o orçamento, reduzir as despesas e aumentar o investimento, oferecer condições de educação básica a toda população, incentivar o desenvolvimento tecnológico e criar condições para a fixação dos jovens e dos investidores.
Mas tudo isso, embora necessário, não é suficiente.
A competitividade e o desenvolvimento sustentado do Bombarral só será alcançada a partir de uma gestão baseada em duas agendas: 1ª a eficácia e 2ª a estratégia.
A eficácia tem como objectivo a melhoria contínua dos processos operacionais para aumentar a produtividade, e utiliza ferramentas e técnicas gerênciais como: gestão de qualidade, parcerias e reengenharia, para além de utilizar as novas tecnologias e as maneiras superiores de atender as necessidades da população e dos investidores.
A eficácia operacional é um componente imprescindível, mas não é uma estratégia para a Autarquia competir com outros concelhos.
A estratégia da Autarquia terá que consistir na escolha dos grupos alvo, das variedades de produtos, equipamentos e serviços a serem oferecidos e das necessidades da população dos visitantes e dos investidores a serem atendidas. Estratégia é também escolher o que não fazer. Estratégia são as opções excludentes que vão diferenciar o Bombarral dos demais, em função da escolha da sua posição no mercado económico e turístico nacional.
Este é o grande desafio para quem vai ser eleito, em outubro, para o Bombarral e para os bombarralenses.
Não basta ser tecnicamente competente e operacionalmente eficaz.
É preciso traçar e seguir estratégias competitivas
junho 01, 2005
Tou chateado, claro que estou

Andámos a trabalhar todos estes anos e para quê? Agora vai-se embora dizendo que a culpa é das manchetes dos jornais. Isto é que vai uma açorda. Quando nós queriamos ele não queria agora que ninguém quria ele "foiçe". Bem não há nada a fazer, contrariamente ao que seria de esperar demo-nos bem e nunca entramos em litigio. Gostei da postura dele foi, apesar desta saída, um bom elemento não fez "inimigos" criticou quando devia. Mas no melhor pano cai a nódua e acabou por sair mal.
Então era necessário saír a apoiar o candidato "chuxialista". Ó professor desta não estava á espera, será que era mesmo necessário saír assim. Melhor era não ter dito nada do que dizer que sai de bem com todos e que foi sempre apoiado por todos mas, ... votem no outro ...
Estou chateado, claro que estou chateado professor. Mas mesmo assim muitas felicidades professor!
abril 24, 2005
Não valem nada
Acreditem o homem é o melhor deles todos, todos lhe batem e ele aguenta tudo. O homem está sózinho mas, mas também eles todos juntos não valem um c.... . Porra que assim também é demais .....
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