fevereiro 04, 2006

Gripe das Aves

Não há duvida que foram descobertas novas variantes da gripe das aves que atacam, principalmente, as Àguias.
Ainda a semana passada foi descoberta a "SCP3.1" e já esta semana descobriram a "UDL3.1".
LFV:-Quem vier, morre.....
Hé hé hé hé.........

janeiro 28, 2006

Obrigado Sporting


Obrigado Spooooooortiiiiiiiiinggggggg.
São momentos como este que fazem com que seja feliz.
(Clube do Bairro de) Benfica 1 - Sporting Clube de Portugal
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janeiro 22, 2006

Rei de todos os Portugueses

Depois de todas as sondagens, das projecções e dos votos dos portugueses, acabou! Acabou, da forma morna e “sensabor” como começou, a eleição presidencial.

Como se previa, 3 milhões e 300 mil portugueses não votaram, assim pode-se mesmo afirmar que os portugueses votaram massivamente no não candidato recusando o seu voto neste específico acto eleitoral. O não candidato que, queira-se ou não, agrega todos aqueles que não se revêem na necessidade desta eleição, e teve mais meio milhão de votos que o candidato mais votado, que aquele que acabará por exercer a magistratura presidencial.

Recentemente, responsáveis dos partidos portugueses referem a necessidade de se alargar para 7-8 anos o período do mandato presidencial, no sentido de se dispensar o Chefe de Estado de sufragar a sua legitimidade novamente nas urnas, sujeitando-se ao sufrágio popular. Esta é uma convicção que começa a fazer caminho dentro das respectivas forças politicas. O fundamento principal desta já alargada convicção parece residir no facto de todos os presidentes, na história da 3ª república, terem renovado e até aumentado na segunda eleição o apoio popular que lograram receber quando, pela primeira vez, se apresentaram a votos.

É já um bom principio que a nossa classe politica, em nome do valor da continuidade para a chefia da república, vá reconhecendo que pode abrir mão do principio electivo, dispensando para já o Chefe de Estado eleito a apresentar-se novamente a sufrágio.
Fica, claro está, a questão de saber, em nome do mesmo princípio, porque é que são 7 anos e não 14, mesmo 60, ou a vida inteira .
Ou alguém tem dúvidas que os presidentes que têm sido eleitos continuariam a ganhar reforçadamente, se não existissem impedimentos constitucionais à sua reeleição ?
A classe politica reconhece assim crescentemente o valor de um dos principais atributos da instituição Real e vai mesmo ao ponto de o considerar mais importante que os reforços de legitimidade que apregoava no passado, satisfazendo-se com uma legitimidade originária, também ela afinal caracterizadora da instituição Real.

Este pensamento é bem ilustrativo da dinâmica conceptual a que se assiste na Chefia de Estado. Com mais ou menos funções constitucionais, o que parece hoje importante é que o Chefe de Estado assegure as características fundamentais de um País moderno e progressivo - a isenção, o supra partidarismo, a continuidade, a coesão e a identidade nacional - ligação permanente entre a Nação e o Estado, etc., etc.

Todas as características que, afinal, decorrem da própria natureza da instituição Real e que serão crescentemente valorizadas, em prejuízo do único elemento verdadeiramente caracterizador do regime republicano, (o principio electivo), como uma das formas de garantir a legitimidade do Chefe de Estado.

Temos hoje um Chefe de Estado de todos os Portugueses.
Porque um em cada quatro portugueses decidiu escolhê-lo, através do voto. O que é que isto tem de mais legitimo que um Rei que terá sempre de ser reconhecido pelos partidos e aclamado pelo povo?
Uma diferença sabemos que existe – O Rei porque dispensa esta artificial forma de legitimidade, nunca será refém do partido que o apoiou, nem chefe de Estado de cidadãos que contra ele votaram.

E a verdade é que Portugal tem um Rei, disponível e preparado para assumir a Chefia de Estado. E será, por certo, o único Chefe de Estado que, na sua legitimidade originária, se pode assumir, sem artificialismos, como o Rei de todos os Portugueses.

janeiro 18, 2006

Como vêem nada de novo


Confesso que tenho andado um pouco afastado da actualidade politica no Bombarral e admito que isso até me tem feito bem. Aliás, da maneira como as coisas vão nada como ‘a tranquilidade dos ignorantes’ para não se viver com muitas inquietações.

À dias comentava com um amigo que: “se por um lado chove pelo outro troveja”, isto no sentido de me referir à governação camarária, mais ou menos laxista dos sociais-democratas e à mais ou menos repressiva dos socialistas. Em qualquer circunstância são sempre os mesmos a pagar a crise; os munícipes e os que menos têm.

Pegando nesta ideia, é num contexto pós-laxismo que surge a rentrée deste ano. Passadas as férias de Natal, para quem as teve, segue-se o regresso à rotina e à dura realidade do dia-a-dia. E como ‘tudo o que estica encolhe’ após o facilitismo de anos anteriores seguem-se agora as consequentes medidas restritivas, anunciadas, que não sabemos quais nem vislumbramos a necessidade e o interesse na sua aplicação.

Por tudo aquilo que temos visto e ouvido nos últimos tempos, para além da "profecia da desgraça", não nos admira que os próximos sejam ainda mais que previsíveis. A política camarária está transformada numa espécie de telenovela onde se vislumbram as cenas dos próximos episódios e se adivinha o final da telenovela. No entanto, face ao estado a que nos dizem, que chegaram as contas municipais não nos custa muito acreditar que a telenovela se venha a pareçer mais com uma tragédia de uma inocente novela mexicana.

Com um município de maioria de esquerda, governado por sociais democratas apoiados por um PCP numa espécie de autofagia, rumo a um futuro pouco promissor, e um PS a ‘lamber a ferida’ da derrota na batalha eleitoral, não se descortinam tempos muito agradáveis para o Concelho do Bombarral. Aliás, novidades, novidades, só a continuação, no controlo, da ‘dança no gabinete’ e a nomeação e substituição dos cargos de confiança política.

Com a calma de quem sabe que, depois de propagada a profecia de desgraça, qualquer buraco que venha a ser tapado pode vir a ser a obra do regime e do mandato, o modo de exercer o poder não terá muitas mudanças. E para aqueles que se habituaram às mordomias municipais segue-se agora o ‘regresso à terra’.

Para os que esperaram que no Natal, teriam uma prenda, não há mais tempo a perder, esta rentrée vai marcar o ‘assalto’ aos lugares ainda não distribuídos na futura empresa municipal. Como vêem nada de novo.

Como antigamente, pode afirmar-se que “a Oeste nada de novo” e as poucas novidades, a avaliar pelo passado recente, nunca serão boas.

janeiro 14, 2006

A Oeste nada de novo

Tal profectas da desgraça, foram anunciando que o actual estado das finanças municipais é mau. Então se estão a gerir os designios do municipio já vai para 13 anos e não sabiam ?
Quando não se sabe o que fazer, nada melhor do que aniquilar qualquer expectativa, com a semente da desgraça as expectativas e as esperanças do cidadão eleitor fica tão por baixo que quando for feita a análise do mandato qualquer buraco que tenha sido tapado mais vai parecer a maior obra de engenharia !
3 meses ! Já é tempo de se ver qualquer decisão. Mas, a Oeste nada de novo.

janeiro 02, 2006

Verdade

Nunca uma frase publicitária teve tanta verdade:
"SEI QUE PORTUGAL PODE VENCER CAVACO SILVA"

dezembro 25, 2005

Feliz Ano Velho .

Meu Caro Ano Velho
Sei como deve estar a sentir-se nesta hora em que os fogos de artifício, se preparam para homenagear o Ano Novo que se avizinha.
O Ano Novo! Só se fala nele.
Todos jogam as suas cartas e suas últimas esperanças nele. Como se fossem as últimas esperanças. Todos os anos repete-se a história.
A apologia ao mais novo, ao mais recente, ao que traz a esperança. E não se agradece ao Ano Velho.
Tratam-no como se fosse um traste que só nos deixou tristezas e arrependimentos.
Em todos os lugares as festas são aguardadas com ansiedade e expectativa em relação, principalmente, aos bailes comemorativos da passagem do Ano; com direito a músicas alegres e dançantes, muitos beijos e abraços e alegrias de todos os tipos, no meio dos salões. Todos o reverenciam e todos aguardam o cumprimento das promessas "prometidas".
Feliz Ano Novo!
Este será o desejo de todos para todos, por volta das zero hora. Sem esquecer de “dinheiro no bolso” e “saúde para dar e vender”, o que vem a dar no mesmo.
Ninguém se dá conta, sequer, dos fusos horários. Dos vários relógios em que as zero hora será diferente. Com uma, duas e até três horas de diferença. E isto para ficarmos apenas no nosso Bombarral. Imaginem no resto do mundo.
Mas a Vida é isso mesmo! A vida é desta forma!
Acontece comigo e com muita gente. O paradoxo do tempo. À medida que vamos envelhecendo, que temos mais experiências acumuladas, e certezas das coisas para dizer aos outros, somos como que material descartável.
Lixo que não se presta nem para reciclagem. Lixo que é juntado nos asilos da vida para não dar trabalho nem atrapalhar os mais jovens. Que um dia tanto precisaram de nós!
Mas você, meu querido Ano Velho, não será esquecido no Bombarral. Nem os outros Anos Velhos que já passaram.
Tenho a certeza de que muita gente, nesta hora, está a lembrar-se de todos vocês; e agradecendo a Deus por terem tido o privilégio de ter convivido todos estes anos juntos.
Desde o tempo em que eram queridos e desejados Anos Novos. A despeito das horas difíceis porque passámos. O que valeu foram as emoções sentidas. Os amores, as conquistas, as derrotas, as amizades, as boas acções e o facto de estarmos vivos.
Quantas boas lembranças trago daqueles bons momentos!
O dia em que aprendi a ler e os dias do nascimento das minhas filhas, por exemplo. O meu primeiro emprego. As vezes em que plantei e vi nascer uma árvore. Quantas cores contemplei por esse mundo fora; cores de diversas cores e tonalidades, misturadas e espalhadas pelos jardins deste mundo. Quantas fontes pude ouvir e sentir a sua força e beleza escorrendo em águas cristalinas.
E quantas coisas ruins passámos juntos! Gripes, resfriados, dores de cabeça, dúvidas, chuva e poeira.
Só não foi melhor porque não conseguimos acabar com a fome no mundo nem com os profetas da desgraça, deste nosso Bombarral. E nem com as guerras insanas. E muito menos com as injustiças sociais.
Mas isso, meu velho amigo, para quem não sabe, faz parte da vida. E não é somente coisa do Ano Velho. Até porque, todo o Ano Novo, um dia, será como tu. Feliz Ano Velho!

dezembro 19, 2005

Parabéns Ana

Ana.
Nasceu hà 44 anos no ano chinês do "Búfalo". É sincera tem bom humor e faz amigos com facilidade. Impõe padrões elevados e é facilmente magoada. Considera importante que as pessoas e os amigos sejam tratados com respeito, não tira conclusões precipitadas, és terna e meiga, é boa mãe e a mulher que sempre desejei. Ana! Parabens neste dia que é o 1º dia do resto da tua vida! Adoro-te :-)

dezembro 18, 2005

Mentira

Nunca se mente tanto como antes de uma eleição, durante uma guerra ou depois de uma caçada ou pescaria.

dezembro 04, 2005

Foi hà 25 anos !

Adelino Amaro da Costa 18.04.1943 - 04.12.1980
Aos 37 anos de idade, prematuramente deixou-nos.
Hoje, completam-se 25 anos sobre o desaparecimento do então Ministro da Defesa Nacional de Portugal, Adelino Amaro da Costa, fundador do CDS.
Foi há 25 anos, que na fatídica noite de 4 de Dezembro, fiel aos seus supremos e insondáveis desígnios, de uma forma implacável.
Brutal.
Quis Deus interromper e cortar cerce essa carreira política, notável e brilhante, feita de entrega e devoção.
À causa. E à Pátria.
Não morreu. Porque só morre quem esquece. Ou quem passa pela vida sem deixar o toque indelével dessa passagem.
Para a sua geração - fica a dor e a saudade.
Para as novas gerações, para a Juventude que tanto amou, - fica o exemplo. A veneração. E o estímulo para continuar uma obra que permanece inacabada.
O seu exemplo, de fidelidade e de patriotismo sem mácula, permanecerá fonte de inspiração para quem ainda acredita que é possível cumprir Portugal.

dezembro 01, 2005

Parabéns pra nós

Parabéns. Foi nesta igreja, que começaram 23 anos de vida com coisas boas e com coisas más, com coisas mais ou menos e com coisas muito boas, que uma união que deu duas filhas lindas, quer ser uma união para sempre!

novembro 30, 2005

novembro 29, 2005

Amigos

Costumo dizer que os amigos são flores.
Flores porquê?
Porque as flores além de sua graciosidade deixam perfume nas mãos de quem as colhem. Assim são os amigos, cada um traz consigo uma essência característica da sua personalidade. Cada amigo que colhemos no jardim da vida tem a sua esssência, alguns tem-na mais concentrada, outros equilibrada e outros ainda tão suave que só com a alma podemos sentí-la. As melhores essências são sempre encontradas em pequenos frascos, assim são os amigos, às vezes pequenos frascos talvez até mesmo sem um rótulo, mas cuja fragrância invade até à alma.
A amizade não é senão a melhor forma de vivermos o "amor" que Deus nos propõe.

novembro 27, 2005

Quanto custa um Rei ?

À beira das eleições presidenciais em Portugal verifica-se que nos orçamentos de Estado de 2005 o Rei de Espanha, gasta - 7,8 milhões de Euros e o Presidente da República Portuguesa, gasta - 13,32 milhões de Euros
A Casa Civil portuguesa gasta mais 41,7% do que a Casa Real espanhola. Contas feitas ao PIB e à população, por habitante o Presidente da República Portuguesa custa 18 x mais que o Rei de Espanha!

Não