abril 14, 2007
abril 04, 2007
abril 02, 2007
março 31, 2007
março 02, 2007
Os Grandes Bombarralenses do séc. XX

Aproveitando o programa televisivo da RTP, Os Grandes Portugueses, baseado no programa de grande êxito da BBC "Greatest Britons", que tem o objectivo de escolher quem foi o maior português da História de Portugal.
Porque este projecto ultrapassa largamente o mundo televisivo. Cobrindo vários níveis de multimédia, este programa combina informação, biografia, documentário e entretenimento com um grande e único objectivo, o de incentivar os portugueses a nomear o seu Grande Português.
Os portugueses puderam escolher quem era o seu Grande Português. Essa pessoa podia ser um rei, um político, um cantor ou até mesmo um familiar. A RTP lançou assim o desafio e as pessoas puderam votar ou através de telefone, via SMS ou até mesmo pela internet.
Seguindo este exemplo LANÇO AQUI UM REPTO aos Bombarralenses em geral, e á Câmara Municipal, ao Bomportal, ao Noticias do Bombarral, ao Área Oeste e á Rádio 94FM em Particular.
Vamos eleger “Os Grandes Bombarralenses do século XX”, a exemplo do que outros concelhos nossos vizinhos já estão a fazer como forma de homenagearem os seus antepassados mais ilustres, sem qualquer interferência devemos numa primeira fase dar voz aos Bombarralenses para, aleatoriamente num determinado espaço de tempo, elaborarem uma lista de personalidades considerada “Lista de Sugestões para o voto” e depois deverá ser elaborada uma pequena lista de biografias e, essa sim será a lista a por a votação de forma a serem eleitos primeiro 10 cidadãos do Bombarral, “ Os Grandes Bombarralenses do século XX” e depois “O Grande Bombarralense do século XX”, todos eles s serem galardoados durante o decorrer do feriado municipal, concluídos todos os tramites oficias para essa homenagem.
Aqui fica o repto, agora é por mãos á obra, e homenagear em vida ou a titulo póstumo aquele que foi O GRANDE BOMBARRALENSE DO SÉC. XX
março 01, 2007
Grandes Portugueses
Dr. António de Oliveira Salazar - 1889/1970Este foi sem margem de duvida UM GRANDE PORTUGUÊS
Dirigiu os destinos do País durante quatro décadas. Foi ministro das Finanças, presidente do Conselho de Ministros, fundador e chefe do partido União Nacional. Afastou todos os que tentaram destituí-lo do cargo. Instituiu a censura e a polícia política. Criou dois movimentos paramilitares: a Legião e a Mocidade Portuguesas. Mas equilibrou as finanças públicas, criou as condições para o desenvolvimento económico, mesmo que controlado, e conseguiu que Portugal não fosse envolvido na II Guerra Mundial. Manteve a separação entre o Estado e a Igreja. Figura controversa, marcou sem dúvida a história do País.
“Sei muito bem o que quero e para onde vou”, disse António de Oliveira de Salazar na tomada de posse da pasta das Finanças, em 1928. E durante quase 40 anos assim foi. “Primeiro-ministro, a que uns chamarão déspota esclarecido e outros iluminado. Governou em nome do povo, substituindo-se a ele e invocando a Nação.” Salazar nasceu no dia 28 de Abril de 1889. Para os pais, um casal de agricultores de Santa Comba Dão, era a resposta às suas preces. Maria do Resgate, de 44 anos, dera à luz quatro filhas e já quase perdera as esperanças de deixar no mundo um filho varão. Tratado quase como um milagre, teve direito a aulas particulares até à entrada no seminário diocesano de Viseu, em 1900. A sua inteligência e vontade de aprender deram frutos: obteve a equivalência do liceu com 19 valores e decidiu-se pelo curso de Direito, em Coimbra. Na cidade dos estudantes fez uma das suas poucas amizades, que manteve ao longo da vida - o padre Manuel Cerejeira, futuro cardeal. “São duas pessoas muito curiosas do seu tempo, Salazar e Cerejeira foram marcados pelo catolicismo e pela política católica, a chamada democracia cristã.” Durante este período, Salazar liga-se à ala católica, anti-republicana. Faz parte do Centro Académico da Democracia Cristã e escreve artigos de opinião em jornais ligados à Igreja. É, assim, com naturalidade, que concorre por Guimarães como deputado ao Parlamento. Demora-se no cargo apenas três dias. Desiste e regressa a Coimbra. Salazar regressa à sede do poder em 1926. A crise económica, entretanto instalada, e a instabilidade política da I República tinham levado ao golpe militar de 28 de Maio. Professor de Coimbra, muito considerado, recebe a pasta das Finanças. Desta vez, demora-se mais tempo no cargo: 13 dias. Por não ver satisfeitas as condições que impusera como indispensáveis, demite-se. Sabe que, mais cedo ou mais tarde, precisarão dele. Menos de dois anos depois, o convite é repetido. Exige em contrapartida o controlo sobre as despesas e receitas de todos os ministérios. Entre 1928 e 1929 consegue um superavit nas finanças públicas. Aquele que se afirmava como um não-político, iniciava uma carreira meteórica. “Salazar tinha aquela concepção de que há uma elite política, que é a do regime, que está toda reunida num partido único, a União Nacional, e Salazar, que é um ditador. Depois, há todas as outras pessoas, que deviam deixar-se governar. Evidentemente, é a tal história: manda quem pode, obedece quem deve. E, para isso, não se faz política”. Em 1930, como alternativa à ditadura militar, imposta em 1926, e às sucessivas revoltas da oposição democrática, Salazar funda o partido União Nacional. Prepara-se para tomar o poder. Este seria o denominador comum de todos quantos quisessem servir a pátria. “Tudo pela Nação, nada contra a Nação”, dizia. Político exímio, o ministro das Finanças da ditadura militar consegue afastar os sucessivos presidentes do conselho de ministros militares nomeados. Acaba por assumir o governo do País em Abril de 1932. No ano seguinte, faz ratificar uma nova Constituição, apesar de uma abstenção de 40% (considerados votos a favor). O seu poder pessoal passa a assentar em bases sólidas. Cria a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), mais tarde Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), uma polícia política. Proíbe as oposições e impõe, com o partido único, um regime totalitário. Chama a si o despacho directo dos pelouros sensíveis, onde se inclui a propaganda e a censura. “Só para dar alguns exemplos, não havia suicídios em Portugal, porque a censura censurava os suicídios. Não havia conflitos sociais, porque a censura censurava os conflitos. Enfim, ele tentou criar a imagem de uma sociedade perfeita”. A vontade de mudança surge com o fim da II Guerra Mundial, em 1945 e 1949, com a criação do Movimento de Unidade Democrática (MUD), mas sobretudo em 1958, nas eleições presidenciais. O general Humberto Delgado - que fora seu activo colaborador - congrega à sua volta a oposição e provoca uma onda anti-salazarista. O chefe do Conselho de Ministros defende-se, reforçando a acção repressiva. Altera a Constituição e torna a eleição presidencial dependente de um colégio eleitoral da confiança do regime. Com a perda da Índia Portuguesa, em 1962, e o início da guerra em África, no ano anterior, Salazar já não tem a mesma confiança no povo português. Em conversa com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Franco Nogueira, desculpa-se: “Se em lugar de governarmos este país, governássemos outro, conseguia-se mais. Neste, a gente puxa mas, como não dá, temos a tendência para nos nivelarmos à massa.” “O essencial do seu pensamento é este”: “A ideia do equilíbrio económico-financeiro e da autoridade que deve controlar a liberdade. A ideia de um Portugal projectado no mundo através de um império, e não integrado na Europa. A ideia de um país que vivesse de forma comedida, sem excessos de riqueza, luxo ou ambição. Portanto, governou Portugal à sua medida.” Em 1968 a guerra em África matava os mesmos homens - e os seus filhos - que Salazar dizia ter salvado do conflito da II Guerra Mundial. A opinião pública já não o favorecia. Mas permaneceu no cargo. Até cair de uma cadeira. O que parecia não ter deixado mazelas transformou-se num hematoma craniano. Operado com urgência, volta a sofrer um acidente cardiovascular. É declarado incapaz e acaba exonerado do cargo. No entanto, morre sem o saber. Corria o ano de 1970. Com a sua morte, morre um regime que viveu da sua imagem. Mais de 40 anos passados, a polémica ainda está instalada: foi o salvador da pátria ou um ditador? “Como os fenómenos culturais são lentos a mudar, há uma certa inércia que fica na cabeça das pessoas. Essa inércia diz o seguinte: foi um tempo em que não havia democracia, nem liberdade, mas havia estabilidade, autoridade e um viver modestamente, mas em equilíbrio económico e financeiro”. “E essa ideia que ficou tem o seu lastro que, de quando em vez, vem ao de cima, porque 40 anos são muito na história de um povo.” (in os grandes portugueses)
“Sei muito bem o que quero e para onde vou”, disse António de Oliveira de Salazar na tomada de posse da pasta das Finanças, em 1928. E durante quase 40 anos assim foi. “Primeiro-ministro, a que uns chamarão déspota esclarecido e outros iluminado. Governou em nome do povo, substituindo-se a ele e invocando a Nação.” Salazar nasceu no dia 28 de Abril de 1889. Para os pais, um casal de agricultores de Santa Comba Dão, era a resposta às suas preces. Maria do Resgate, de 44 anos, dera à luz quatro filhas e já quase perdera as esperanças de deixar no mundo um filho varão. Tratado quase como um milagre, teve direito a aulas particulares até à entrada no seminário diocesano de Viseu, em 1900. A sua inteligência e vontade de aprender deram frutos: obteve a equivalência do liceu com 19 valores e decidiu-se pelo curso de Direito, em Coimbra. Na cidade dos estudantes fez uma das suas poucas amizades, que manteve ao longo da vida - o padre Manuel Cerejeira, futuro cardeal. “São duas pessoas muito curiosas do seu tempo, Salazar e Cerejeira foram marcados pelo catolicismo e pela política católica, a chamada democracia cristã.” Durante este período, Salazar liga-se à ala católica, anti-republicana. Faz parte do Centro Académico da Democracia Cristã e escreve artigos de opinião em jornais ligados à Igreja. É, assim, com naturalidade, que concorre por Guimarães como deputado ao Parlamento. Demora-se no cargo apenas três dias. Desiste e regressa a Coimbra. Salazar regressa à sede do poder em 1926. A crise económica, entretanto instalada, e a instabilidade política da I República tinham levado ao golpe militar de 28 de Maio. Professor de Coimbra, muito considerado, recebe a pasta das Finanças. Desta vez, demora-se mais tempo no cargo: 13 dias. Por não ver satisfeitas as condições que impusera como indispensáveis, demite-se. Sabe que, mais cedo ou mais tarde, precisarão dele. Menos de dois anos depois, o convite é repetido. Exige em contrapartida o controlo sobre as despesas e receitas de todos os ministérios. Entre 1928 e 1929 consegue um superavit nas finanças públicas. Aquele que se afirmava como um não-político, iniciava uma carreira meteórica. “Salazar tinha aquela concepção de que há uma elite política, que é a do regime, que está toda reunida num partido único, a União Nacional, e Salazar, que é um ditador. Depois, há todas as outras pessoas, que deviam deixar-se governar. Evidentemente, é a tal história: manda quem pode, obedece quem deve. E, para isso, não se faz política”. Em 1930, como alternativa à ditadura militar, imposta em 1926, e às sucessivas revoltas da oposição democrática, Salazar funda o partido União Nacional. Prepara-se para tomar o poder. Este seria o denominador comum de todos quantos quisessem servir a pátria. “Tudo pela Nação, nada contra a Nação”, dizia. Político exímio, o ministro das Finanças da ditadura militar consegue afastar os sucessivos presidentes do conselho de ministros militares nomeados. Acaba por assumir o governo do País em Abril de 1932. No ano seguinte, faz ratificar uma nova Constituição, apesar de uma abstenção de 40% (considerados votos a favor). O seu poder pessoal passa a assentar em bases sólidas. Cria a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), mais tarde Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), uma polícia política. Proíbe as oposições e impõe, com o partido único, um regime totalitário. Chama a si o despacho directo dos pelouros sensíveis, onde se inclui a propaganda e a censura. “Só para dar alguns exemplos, não havia suicídios em Portugal, porque a censura censurava os suicídios. Não havia conflitos sociais, porque a censura censurava os conflitos. Enfim, ele tentou criar a imagem de uma sociedade perfeita”. A vontade de mudança surge com o fim da II Guerra Mundial, em 1945 e 1949, com a criação do Movimento de Unidade Democrática (MUD), mas sobretudo em 1958, nas eleições presidenciais. O general Humberto Delgado - que fora seu activo colaborador - congrega à sua volta a oposição e provoca uma onda anti-salazarista. O chefe do Conselho de Ministros defende-se, reforçando a acção repressiva. Altera a Constituição e torna a eleição presidencial dependente de um colégio eleitoral da confiança do regime. Com a perda da Índia Portuguesa, em 1962, e o início da guerra em África, no ano anterior, Salazar já não tem a mesma confiança no povo português. Em conversa com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Franco Nogueira, desculpa-se: “Se em lugar de governarmos este país, governássemos outro, conseguia-se mais. Neste, a gente puxa mas, como não dá, temos a tendência para nos nivelarmos à massa.” “O essencial do seu pensamento é este”: “A ideia do equilíbrio económico-financeiro e da autoridade que deve controlar a liberdade. A ideia de um Portugal projectado no mundo através de um império, e não integrado na Europa. A ideia de um país que vivesse de forma comedida, sem excessos de riqueza, luxo ou ambição. Portanto, governou Portugal à sua medida.” Em 1968 a guerra em África matava os mesmos homens - e os seus filhos - que Salazar dizia ter salvado do conflito da II Guerra Mundial. A opinião pública já não o favorecia. Mas permaneceu no cargo. Até cair de uma cadeira. O que parecia não ter deixado mazelas transformou-se num hematoma craniano. Operado com urgência, volta a sofrer um acidente cardiovascular. É declarado incapaz e acaba exonerado do cargo. No entanto, morre sem o saber. Corria o ano de 1970. Com a sua morte, morre um regime que viveu da sua imagem. Mais de 40 anos passados, a polémica ainda está instalada: foi o salvador da pátria ou um ditador? “Como os fenómenos culturais são lentos a mudar, há uma certa inércia que fica na cabeça das pessoas. Essa inércia diz o seguinte: foi um tempo em que não havia democracia, nem liberdade, mas havia estabilidade, autoridade e um viver modestamente, mas em equilíbrio económico e financeiro”. “E essa ideia que ficou tem o seu lastro que, de quando em vez, vem ao de cima, porque 40 anos são muito na história de um povo.” (in os grandes portugueses)
fevereiro 27, 2007
Uma das lições de Salazar
O ESTADO NOVO E SALAZAR CONSTRUIU ESCOLAS A DEMOCRACIA E SÓCRATES FECHA ESCOLAS
"A escola é o palco privilegiado para a inculcação dos valores defendidos pelo Estado Novo. Os manuais escolares, livros únicos para o então Ensino Primário, criteriosamente seleccionados pelo Ministério da Educação Nacional e adoptados por longos anos, dão-nos imensos exemplos desses valores: a glorificação da obra do Estado Novo e do seu líder, Salazar; o papel da mulher, limitada à função de esposa e mãe; a caridade que, quantas vezes, substitui a função social do Estado; a catequese, incutindo os rudimentos da doutrina católica; a gloriosa história pátria que transforma Portugal na Nação mais bela do mundo e de que o Estado Novo é o mais legítimo herdeiro"
Costumes que se perderam ! Em favor de ........
Recordar em tempos de homenagem, é uma forma de lembrar um passado que em muitos deixou saudades e a noutros não trouxe qualquer vantagem no futuro .... Todos: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ámen.
Professor: Jesus, divino Mestre,
Todos: Iluminai a minha inteligência, dirigi a minha vontade, purificai o meu coração, para que eu seja sempre cristão fiel a Deus e cidadão útil à Pátria.
Todos: Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.
Professor: Jesus, divino Mestre,
Todos: Iluminai a minha inteligência, dirigi a minha vontade, purificai o meu coração, para que eu seja sempre cristão fiel a Deus e cidadão útil à Pátria.
Todos: Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.
DEPOIS DA AULA:
Professor: Graças Vos damos, Senhor,
Todos: Por todos os benefícios que nos tendes concedido. Ámen.
Professor: Abençoai, Senhor,
Todos: A Vossa Igreja, a nossa Pátria, os nossos Governantes, as nossas famílias e todas as escolas de Portugal. Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ámen.»
fevereiro 15, 2007
O inicio da caminhada....

Á muito tempo que não escrevia aqui por estes lados ! Tenho estado retirado mas, ocasiões existem que nos fazem sempre voltar mais do que não seja para lançar uma gargalhada sobre a politica local.
Sinceramente não esperava que o PSD do Bombarral viesse tão rápidamente dizer " Albuquerque regressa estás perdoado" mas vou estar na 1ª fila da Assembleia para ver. Sim quero ver a cara de Albuquerque Álvaro e a cara do actual presidente Luis Camilo, quando Albuquerque Álvaro for galardoado com a medalha do concelho do Bombarral.
Albuquerque Álvaro, merece, fica para a história como o 3º Presidente eleito depois do 25 de Abril. Albuquerque tem os seus defeitos e tem as suas virtudes, hoje não me compete a mim nem a ninguém fazer essa análize, a história futura dirá e provará o que tiver de ser.
Mas, voltando ao tema, o PSD queria homenagear "alguém" então vai dai para que o PS não desaprova-se tira da cartola a proposta milagrosa de homenagear os presidentes de câmara, eleitos, depois do 25 de Abril e junta Albuquerque com Serafim e o PS lá tem que engolir o sapo e votar.....
Sou de opinião que as homenagens devem ser feitas em vida, e dai concordar com a atribuição de medalhas a quem se teve evidência nos destinos do concelho do Bombarral ou de outro qualquer mas, homenagear só por homenagear ou porque fica bem já me parece de um provincianismo desmedido, estou a falar das homenagens aos antigos presidentes da Assembleia Municipal, pois se alguns existem que possam ter tido qualquer influência no concelho, outros há que até ninguém sabe que já foram presidentes deste órgão quanto mais encontar qualquer acto de relevância para o concelho.
Bom isto ainda pode ser considerado "dor" mas não é ! É unicamente o constactar que uma medalha de honra deve ser dada com peso e medida e não deve ser fulanizada de forma a perder quer o seu valo simbólico quer sentimental.
Agora vamos esperar pelo Feriado Municipal e vamos isso sim ver as caras dos opunentes, isto é se ainda estiverem todos no activo nessa altura, pois que esta acção consertada do PSD mais parece o inicio de uma caminhada para recuperar Albuquerque Álvaro para 2009.
Até esperamos ...... já vimos tanto no Bombarral que já nada nos admira .
Sinceramente não esperava que o PSD do Bombarral viesse tão rápidamente dizer " Albuquerque regressa estás perdoado" mas vou estar na 1ª fila da Assembleia para ver. Sim quero ver a cara de Albuquerque Álvaro e a cara do actual presidente Luis Camilo, quando Albuquerque Álvaro for galardoado com a medalha do concelho do Bombarral.
Albuquerque Álvaro, merece, fica para a história como o 3º Presidente eleito depois do 25 de Abril. Albuquerque tem os seus defeitos e tem as suas virtudes, hoje não me compete a mim nem a ninguém fazer essa análize, a história futura dirá e provará o que tiver de ser.
Mas, voltando ao tema, o PSD queria homenagear "alguém" então vai dai para que o PS não desaprova-se tira da cartola a proposta milagrosa de homenagear os presidentes de câmara, eleitos, depois do 25 de Abril e junta Albuquerque com Serafim e o PS lá tem que engolir o sapo e votar.....
Sou de opinião que as homenagens devem ser feitas em vida, e dai concordar com a atribuição de medalhas a quem se teve evidência nos destinos do concelho do Bombarral ou de outro qualquer mas, homenagear só por homenagear ou porque fica bem já me parece de um provincianismo desmedido, estou a falar das homenagens aos antigos presidentes da Assembleia Municipal, pois se alguns existem que possam ter tido qualquer influência no concelho, outros há que até ninguém sabe que já foram presidentes deste órgão quanto mais encontar qualquer acto de relevância para o concelho.
Bom isto ainda pode ser considerado "dor" mas não é ! É unicamente o constactar que uma medalha de honra deve ser dada com peso e medida e não deve ser fulanizada de forma a perder quer o seu valo simbólico quer sentimental.
Agora vamos esperar pelo Feriado Municipal e vamos isso sim ver as caras dos opunentes, isto é se ainda estiverem todos no activo nessa altura, pois que esta acção consertada do PSD mais parece o inicio de uma caminhada para recuperar Albuquerque Álvaro para 2009.
Até esperamos ...... já vimos tanto no Bombarral que já nada nos admira .
novembro 25, 2006
Iô !
Hoje pelas 13:57 horas recebi enviada de um anónimo a seguinte mensagem:
O Presidente da Câmara de Bombarral não sabe nadar iô !
Só sabe trepar !!
Anonimato: - é a qualidade ou condição do que é anônimo, isto é, sem nome ou assinatura. A expressão designa ainda o indíviduo sem renome.
Com o advento das mensagens por telecomunicações e, em particular, pela Internet, designa o acto de manter uma identidade escondida de terceiros.
O Presidente da Câmara de Bombarral não sabe nadar iô !
Só sabe trepar !!
Anonimato: - é a qualidade ou condição do que é anônimo, isto é, sem nome ou assinatura. A expressão designa ainda o indíviduo sem renome.
Com o advento das mensagens por telecomunicações e, em particular, pela Internet, designa o acto de manter uma identidade escondida de terceiros.
novembro 06, 2006
Santa Casa do Cadaval ou do Bombarral
Que a Santa Casa da Misericórdia, aliás uma das instituições mais herdeira e mais rica de Portugal, faça cortejos de oferendas para angariar fundos, eu até compreendo mesmo tendo em conta que desta vez, no Bombarral, o Largo da Igreja mais parecia uma exposição de viaturas da Santa Casa da Misericórdia.Mas agora que no mesmo Largo da Igreja do Bombarral se publicite, no palco, a Câmara Municipal do Cadaval é que já tenho alguma dificuldade em compreender ou secalhar até não tendo em conta que os protocolos e os subsidios à Santa Casa do Bombarral são atribuidos e dados pela Câmara do Cadaval (?) e não pela do Bombarral.
Cada vez compreendo menos, os jardins e as flores, destes senhores que "governam" este concelho do Bombarral
setembro 10, 2006
agosto 14, 2006
Obrigado
"Coragem não é a ausência de medo mas antes a percepção de que algo é mais importante do que o medo"Numa corrida contra o tempo, os bombeiros fazem do dia-a-dia batalhas contra a morte.
Nem sempre ganham a guerra. Mas no fim do dia sabem que deram o seu melhor.
Ao toque da sirene, a reacção é imediata. Correr para o quartel entrar no carro e arrancar. Com sangue frio, parecem alheios à velocidade a que seguem e já pensam no próximo incêndio.
Não sou pessoa com as credenciais necessárias para avaliar o que move os bombeiros, homens e mulheres, a enfrentar o perigo permanente face ao calor demolidor das chamas.
Muito menos para avaliar o que os move quando enfrentam uma outra catástrofe qualquer.
Não sei se tudo quanto pensam em cada situação destas é o "alimento" da sua coragem ou, por outro lado é o desânimo da sua impotência, face a tão dolorosos flagelos.
A única coisa que sei é que estes homens e mulheres podem estar cansados mas não vencidos, podem estar esfomeados mas satisfeitos pelo que fazem e pelo que dão em prol da sociedade.
São estes homens e estas mulheres que dizem sempre “PRESENTE" sem olharem ao tempo e, sem pensarem que podem não regressar, e sobretudo sem pensarem se o que defendem é de um amigo ou de um inimigo.
Por esta CORAGEM apenas posso dizer: OBRIGADO.
Ao toque da sirene, a reacção é imediata. Correr para o quartel entrar no carro e arrancar. Com sangue frio, parecem alheios à velocidade a que seguem e já pensam no próximo incêndio.
Não sou pessoa com as credenciais necessárias para avaliar o que move os bombeiros, homens e mulheres, a enfrentar o perigo permanente face ao calor demolidor das chamas.
Muito menos para avaliar o que os move quando enfrentam uma outra catástrofe qualquer.
Não sei se tudo quanto pensam em cada situação destas é o "alimento" da sua coragem ou, por outro lado é o desânimo da sua impotência, face a tão dolorosos flagelos.
A única coisa que sei é que estes homens e mulheres podem estar cansados mas não vencidos, podem estar esfomeados mas satisfeitos pelo que fazem e pelo que dão em prol da sociedade.
São estes homens e estas mulheres que dizem sempre “PRESENTE" sem olharem ao tempo e, sem pensarem que podem não regressar, e sobretudo sem pensarem se o que defendem é de um amigo ou de um inimigo.
Por esta CORAGEM apenas posso dizer: OBRIGADO.
agosto 07, 2006
Um novo projecto
Este é um novo projecto. Foi inaugurado hoje pelas 12:00 horas. Um restaurante com comida italiana, " Ristorante La Piazzetta" com uma decoração alegre e jovem, onde o jogo das cores "vivas" é predominante. Aqui podem ser degostadas as mais diversas e deliciosas pastas italianas, acompanhadas por um " Lambrusco" tinto ou branco.
Está aberto ao almoço de 2ª feira a sábado das 12:00 horas às 15:00 horas e ao jantar de 5ª feira a sábado das 19:00 horas às 22:00 horas. Aconselhamos uma visita a este local acolhedor com uma gerência simpática.
julho 20, 2006
Limpo de casca ... Só em férias
O Bombarral vai de férias, durante o mês de Agosto dirija-se a outros concelhos, este está fechado, não é visitavél !Como é possivél que até a Feira da Pêra Rocha, agora envolvida na polémica proposta de organização por troca com outro concelho, deixe de ser feita em Agosto para ser feita em Julho, altura, aliás, em que não existe sequer pêra, para além de algumas que ainda estejam nos frigorificos, (?) .
É uma nova forma de fazer politica no concelho do Bombarral.
Os actuais politicos bombarralense, face a muitos vicios acumulados em empregos anteriores, fazem férias em Agosto, por isso não podem ser incomodados com eventos populares, "eles não são povo", são uma classe superior.
Só os eternos "parvos" os comerciantes continuam a pagar os impostos e a ter um municipio que nada faz para cativar visitantes nas épocas de menor fluxo, de forma a minimizar os prejuizos que vão crescendo com esta estagnação.
Pena que não ser autarca seja um emprego, das 10 ás 16, e não um acto de solidariedade, mesmo que pago, para com os seus pares.
Já por ai anda em queira fundar um novo movimento concelhio o - A.R.T.S. -
Boas férias para vós porque eu não vou a banhos .
julho 10, 2006
Pra 1º Ministro

Scolari pra 1º Ministro já.
Ninguém desde a nossa fundação conseguio o feito de Scolari !
Scolari fez com que os portugueses sentissem o seu hino, " Heróis do Mar".
Scolari fez com que os portugueses sentissem a sua bandeira.
Podem continuar os criticos e os politicos a dizer que não houve patriotismo no sentimento Português de pôr uma bandeira em cada janela nem no canto repetido da "Portuguesa". Digam lá o que disserem mas tudo isto não passa de "dor de corno" sim porque desde Aljubarrota e da "padeira" que não se via tanto Patriotismo.
Scolari falou Português que o Povo entendeu !
E os politicos, os nossos ministros, os nossos sindicalistas e as nossas mentes "brilhantes" quando é que falam uma linguajem que o povo entenda.
DEMITA-SE ENG. SOCRATES QUEREMOS SCOLARI PARA 1º MINISTRO JÁ
julho 09, 2006
Obrigado Portugal

A Selecção Nacional - Clube Portugal cumpriu, com brilhantismo, a sua caminhada no Campeonato do Mundo de 2006. Fomos eleitos a equipa com futebol mais atractivo do Mundial de 2006, apesar de a campeã Itália ter sido a mais votada pelo público. Portugal, que terminou o torneio em quarto lugar, recolheu 43 por cento dos votos feitos no site oficial do Mundial na Internet (www.fifaworldcup.com), contra 46 da Itália, mas o Grupo de Estudos Técnicos da FIFA optou por Portugal. A "equipa de todos nós" sucede à Coreia do Sul (2002), à França (1998) e ao Brasil (1994). Obrigado a todos por dignificarem o nosso País. Até 2010, campeões.
julho 01, 2006
Ricardo " coração de leão"
Mereces a minha homenagem, fui dos que te contestei !Hoje, pela brilhante exibição no Mundial 2006, pela tua humildade pelo teu espirito de equipe e pela tua convicção, mereces a minha admiração.
Nome completo: Ricardo Alexandre Martins Soares Pereira
Data nascimento: 1976 / 02 / 11
Nacionalidade: Portugal
Equipa: Sporting
Número: 76
junho 25, 2006
Obrigado Selecção
Obrigado Maniche puseste Portugal em Festa.Obrigado selecção com esta vitória por umas horas tudo o que é mau vai ser esquecido. É caso para dizer que Scolari é amigo do governo, pois assim ninguém se vai lembrar dos impostos, dos despedimentos e de outras coisas que nos perseguem todos os dias.
Portugal está em festa e assim os portugueses vão produzir mais.
E agora velham lá os "SIR" ......
Bandeira Negra

Todos sabemos que os Portugueses decidiram enfeitar as suas janelas com bandeiras nacionais e até de outros paises participantes no mundial de futebol com que simpatizam.
Agora bandeiras negras ?
Só no Bombarral e para brindar a Câmara Municipal e os seus responsavéis pelo trabalho que vão efectuando.
Ai se a moda pega, ainda vamos ver todo o Bombarral de luto.
No cartaz exposto em plena Av. Dr. Joaquim de Albuquerque, mesmo junto ao chamado, vulgo, "Alto do Feira" pode ler-se:
"LIXO - BURACOS - PÓ - ETC, ESTA É A QUALIDADE DE VIDA NESTA VILA DO BOMBARRAL, MARTIRIO NESTA ZONA HÁ ANOS. OBRIGADO CÂMARA MUNICIPAL. ASSUNTO JÁ DEBATIDO EM SESSÃO PUBLICA CAMARÁRIA"
junho 17, 2006
E agora só faltam os "Palancas"
junho 11, 2006
Obrigado Pauleta
Obrigado Pauleta por esta alegria, Portugal venceu Angola 1-0, pena que tenha sido Angola, no entanto acredito que Angola vai ultrapassar esta derrota e vai ganhar os jogos que faltam para com Portugal passar á fase seguinte. Tendo sido no entanto uma exibição fraca fica contudo o resultado para a história deste jogo em que Portugal apadrinhou a estreia de Angola na alta roda do futebol mundial.
maio 15, 2006
Um bébé que sofre
A Maria é a mãe do Tiago, um bébé que sofre de Neuropatia Hipomielinizante Congénita (Charcot Marie-Tooth) ; uma doença que pode acontecer 1 em 100.000. O caso do Tiago pode até ser o único em Portugal.
Esta mãe para cuidar do seu filho e para que nada lhe falte, complementa o ser orçamento familiar fazendo bijuterias para vender.
Ajudem o Tiago e esta mãe!
maio 06, 2006
Discurso Directo
Alguns dos militantes do CDS perderam a noção do ridículo.
Uns mais envergonhados e outros menos envergonhados tem sabido manter-se como “operacionais” activos, questionando e boicotando propositadamente tudo o que tem sido feito pelo actual líder, subvalorizando, inclusive o perfil político de alguns dos actuais dirigentes, quem sabe se para ganharem tempo, até que alguém convencido de que se trata de um “pato-bravo” da política, volte a concorrer à liderança do CDS/PP.
Neste ano de liderança do Dr. Ribeiro e Castro, houve quem ficasse agastado com a estratégia nas presidenciais, porque não queria apoiar Cavaco Silva sem negociar ou, melhor do que isso, creio eu, não queriam apoiar Cavaco Silva, fosse de que maneira fosse.
Mas não têm a coragem para o assumir, porque Cavaco Silva ganhou as eleições e não querem, agora, perder o “comboio” da colagem presidencial.
Mas se Cavaco Silva tivesse perdido as presidenciais, podem estar certos que teríamos tido “ex. dirigentes” e alguns “bonecos”, uns atrás dos outros, a alternarem declarações bem pensadas, e a atacar a opção e a estratégia do CDS e do Dr.º Ribeiro e Castro nas presidenciais.
Não estamos em época de eleições, pelo que o CDS não tem hoje rigorosamente nada para dar, por isso temos que aproveitar o momento e trazer algo de novo a Portugal, temos que conseguir inovar e deixarmos de ser demasiado conservadores, temos que nos modernizar porque continuamos demasiado agarrados ao passado. E o passado é para os historiadores.
O CDS, tem que confrontar-se permanentemente com o desafio de ter que reconquistar o seu espaço político e eleitoral.
Tal como não podemos lavar as mãos porque fomos responsáveis pelas asneiradas do último governo da coligação PSD/CDS, também não podemos perder a inteligência nem a noção do patético.
Por isso é lamentável que alguns militantes, alguns dirigentes e alguns deputados, em vez de se preocuparem, como deviam, prioritariamente com o crescimento e a unidade do CDS — se transformaram, com o tempo (e por outros motivos que não vou agora referir), em instrumentos de lutas pelo poder interno, e para a “compra” e “venda” de apoios internos ou de votos, em passerelles de vaidades pessoais, contradições, divisionismos e desequilíbrios.
É suposto que todos tenham espaço próprio de intervenção, e de afirmação das suas ideias e propostas, independentemente da sua capacidade de pressão sobre a estrutura dirigente. O que é facto, é que nada disso acontece, porquanto mais do que agentes de desestabilização ou instrumentos de assalto ao poder recorrem à intriga, ao compadrio, aos favores, às promessas de trocas de lugares por apoios em determinados momentos ou para fins específicos, funcionando assim como um anti-partido.
E o líder da Juventude Popular, é disso uma prova indiscutível, a partir do momento em que anunciou a intenção de encabeçar uma moção alternativa à do presidente do CDS-PP
O regulamento do congresso dispensa a Juventude Popular de apresentar com a sua moção uma candidatura à liderança do partido mas, o líder da J.P. justificou a sua candidatura dizendo: "Aceitei encabeçar uma moção de estratégia e cumprir um requisito estatutário em nome de um grupo geracional de pessoas que querem apresentar ao partido ideias alternativas".
Parece-me assim que a Juventude Popular em vez de pugnar pela unidade do partido, está mais apostada em fomentar o divisionismo interno.
Não discuto a legitimidade da candidatura da JP, ou de qualquer outro militante, mas parece-me que as obrigações políticas do líder da JP tem a ver com os jovens que dizia servir.
Assim, mais do que uma moção que me parece oportunista, é uma moção que está claramente ao serviço de uma facção do CDS que não tem a coragem de dar a cara e combater directamente o Dr. Ribeiro e Castro.
Li recentemente um cronista que dizia e cito: O que João Almeida não nos explica, e essa seria a sua obrigação, é para que serve a organização que lidera, que utilidade tem ela tido para os jovens portugueses, que iniciativas tem desencadeado a favor dos jovens com dificuldades de integração ou mesmo marginalizados, que contributos válidos trouxe no urgente remobilizar de uma juventude cada vez mais distante da política e dos partidos. – citei.
Todos juntos, militantes de base, dirigentes concelhios, distritais ou nacionais, deputados e simpatizantes temos que inverter o modo como encaramos este partido senão por este andar ainda nos transformamos de novo no partido do táxi, a persistirmos no caminho que vimos a percorrendo, dificilmente serviremos seja a quem for.
E termino citando um ilustre militante do nosso partido…
Todos os que lutámos, sentimos o resultado como profundamente injusto. E vimos os “abutres” pedirem demissões, …. Sou firme de carácter e resistente de feitio. Vou, por isso, á luta com todos os que trabalharam.
Foi com estas palavras, e por escrito, que o Dr. Paulo Portas me desejou um grande ano de 2002.
E é com estas mesmas palavras, Dr. José Ribeiro e Castro, que publicamente lhe desejo uma grande caminhada até 2009 e conte comigo.
Obrigado
Uns mais envergonhados e outros menos envergonhados tem sabido manter-se como “operacionais” activos, questionando e boicotando propositadamente tudo o que tem sido feito pelo actual líder, subvalorizando, inclusive o perfil político de alguns dos actuais dirigentes, quem sabe se para ganharem tempo, até que alguém convencido de que se trata de um “pato-bravo” da política, volte a concorrer à liderança do CDS/PP.
Neste ano de liderança do Dr. Ribeiro e Castro, houve quem ficasse agastado com a estratégia nas presidenciais, porque não queria apoiar Cavaco Silva sem negociar ou, melhor do que isso, creio eu, não queriam apoiar Cavaco Silva, fosse de que maneira fosse.
Mas não têm a coragem para o assumir, porque Cavaco Silva ganhou as eleições e não querem, agora, perder o “comboio” da colagem presidencial.
Mas se Cavaco Silva tivesse perdido as presidenciais, podem estar certos que teríamos tido “ex. dirigentes” e alguns “bonecos”, uns atrás dos outros, a alternarem declarações bem pensadas, e a atacar a opção e a estratégia do CDS e do Dr.º Ribeiro e Castro nas presidenciais.
Não estamos em época de eleições, pelo que o CDS não tem hoje rigorosamente nada para dar, por isso temos que aproveitar o momento e trazer algo de novo a Portugal, temos que conseguir inovar e deixarmos de ser demasiado conservadores, temos que nos modernizar porque continuamos demasiado agarrados ao passado. E o passado é para os historiadores.
O CDS, tem que confrontar-se permanentemente com o desafio de ter que reconquistar o seu espaço político e eleitoral.
Tal como não podemos lavar as mãos porque fomos responsáveis pelas asneiradas do último governo da coligação PSD/CDS, também não podemos perder a inteligência nem a noção do patético.
Por isso é lamentável que alguns militantes, alguns dirigentes e alguns deputados, em vez de se preocuparem, como deviam, prioritariamente com o crescimento e a unidade do CDS — se transformaram, com o tempo (e por outros motivos que não vou agora referir), em instrumentos de lutas pelo poder interno, e para a “compra” e “venda” de apoios internos ou de votos, em passerelles de vaidades pessoais, contradições, divisionismos e desequilíbrios.
É suposto que todos tenham espaço próprio de intervenção, e de afirmação das suas ideias e propostas, independentemente da sua capacidade de pressão sobre a estrutura dirigente. O que é facto, é que nada disso acontece, porquanto mais do que agentes de desestabilização ou instrumentos de assalto ao poder recorrem à intriga, ao compadrio, aos favores, às promessas de trocas de lugares por apoios em determinados momentos ou para fins específicos, funcionando assim como um anti-partido.
E o líder da Juventude Popular, é disso uma prova indiscutível, a partir do momento em que anunciou a intenção de encabeçar uma moção alternativa à do presidente do CDS-PP
O regulamento do congresso dispensa a Juventude Popular de apresentar com a sua moção uma candidatura à liderança do partido mas, o líder da J.P. justificou a sua candidatura dizendo: "Aceitei encabeçar uma moção de estratégia e cumprir um requisito estatutário em nome de um grupo geracional de pessoas que querem apresentar ao partido ideias alternativas".
Parece-me assim que a Juventude Popular em vez de pugnar pela unidade do partido, está mais apostada em fomentar o divisionismo interno.
Não discuto a legitimidade da candidatura da JP, ou de qualquer outro militante, mas parece-me que as obrigações políticas do líder da JP tem a ver com os jovens que dizia servir.
Assim, mais do que uma moção que me parece oportunista, é uma moção que está claramente ao serviço de uma facção do CDS que não tem a coragem de dar a cara e combater directamente o Dr. Ribeiro e Castro.
Li recentemente um cronista que dizia e cito: O que João Almeida não nos explica, e essa seria a sua obrigação, é para que serve a organização que lidera, que utilidade tem ela tido para os jovens portugueses, que iniciativas tem desencadeado a favor dos jovens com dificuldades de integração ou mesmo marginalizados, que contributos válidos trouxe no urgente remobilizar de uma juventude cada vez mais distante da política e dos partidos. – citei.
Todos juntos, militantes de base, dirigentes concelhios, distritais ou nacionais, deputados e simpatizantes temos que inverter o modo como encaramos este partido senão por este andar ainda nos transformamos de novo no partido do táxi, a persistirmos no caminho que vimos a percorrendo, dificilmente serviremos seja a quem for.
E termino citando um ilustre militante do nosso partido…
Todos os que lutámos, sentimos o resultado como profundamente injusto. E vimos os “abutres” pedirem demissões, …. Sou firme de carácter e resistente de feitio. Vou, por isso, á luta com todos os que trabalharam.
Foi com estas palavras, e por escrito, que o Dr. Paulo Portas me desejou um grande ano de 2002.
E é com estas mesmas palavras, Dr. José Ribeiro e Castro, que publicamente lhe desejo uma grande caminhada até 2009 e conte comigo.
Obrigado
Batalha, 6 de Maio de 2006
XXI Congresso do CDS-PP
abril 21, 2006
Despedida
Despedida, porque estou de saída
É no meio desta confusão politica que tomou conta do Município do Bombarral que abandono a cena politica, vou partir sem me despedir; vou triste.
Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez seja melhor assim, uma separação como às vezes acontece num baile de Carnaval — uma pessoa perde-se da outra e, procura-a por um instante e depois adere a qualquer outro cordão.
É melhor, como os amantes, pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida e os acontecimentos é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que me será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a passagem de testemunho nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
É que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram na nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maiores e com o dever cumprido: que importa que uma estrela esteja morta se ela ainda brilha no fundo da nossa convicção e do nosso sonho de ver um Bombarral melhor?
Talvez não mereçamos imaginar que tudo seria diferente se os eleitores assim o tivessem querido mas, haverá outras eleições; e se eles, os que nos abandonaram, voltarem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e canteiros — com flores e cantos.
O eleitorado maltratou-nos; não houve flores, e fomos sacudidos de um lado para outro, a gerir as vontades e os anseios de cada um, como bonecos na mão de um hábil bebé.
Ah, mas, na despedida e na passagem de testemunho para nova gente e gente nova, talvez valha a pena dizer que houve um telefonema, que houve vários telefonemas; entretanto.
Podem, alguns, e mais alguns que até tiveram aspirações, e outros que nada deram e só se serviram, abandonar o barco.
Mas que ninguém pense que já foi escrito o requiem pelo Partido Popular CDS-PP do Bombarral.
Somos grandes, temos propostas e soluções e, contrariamente a outros, temos história e é essa história que vai dar alento àqueles que agora vão ficar ao leme do CDS no Bombarral para lutarem até e em 2009.
Mas, para quê explicações?
Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
março 04, 2006
Gripe das Estradas
Um mês desde o meu último post porque é dificil escrever quando não se tem nada para dizer!Na minha terra não acontece nada de novo, isto é, novo, novo só a nova viatura para transporte, julgo, do Presidente do Municipio, que até dizem pr'ai que não é do Municipio mas sim emprestada por um concessionário automovél cá do Concelho, SERÁ que o município só paga o seguro ?..... e a troco de quê ? ...
Vamos esperar...
Para além desta novidade só a RIDICULA, preocupação com os Patos Patolas que tem morrido em Portugal, sim porque só agora é que os Patos Patolas começaram a morrer em Portugal porque anteriormente à tão famigerada " Gripe das Aves" os Patos Patolas não morriam em Portugal, iam morrer a outros países.
Isto há cada uma .......
É este provincianinsmo que ás vezes me irrita e me faz pensar na pequenês do nosso pensamento português. Estão, digo estão porque eu não estou, preocupados com a "Gripe das Aves" que pela busca nas mais variadas noticias do mundo on-line, terá sido segundo a OMS, e digo terá sido, porque não está confirmado, a causa provavél de morte de cerca de 27 pessoas, num mundo de 6,5 biliões de pessoas, e 18 das quais só na Indonésia.
Ora este é o principal assunto de abertura de todos os telejornais televisivos e radiofónicos no nosso País, quando, na nossa opinião um assunto muito mais sério, e digo muito mais sério, não porque a "gripe das aves" não seja um assunto sério mas, porque em Portugal um assunto sério não é a "gripe das aves" mas são isso sim as mortes diárias nas Estradas Portuguesas, este é concerteza e sem qualquer margem dúvida um dos assuntos mais sérios e mais preocupantes do nosso País.
Entre 1 de Janeiro e 28 de Fevereiro, deste ano, morreram nas estradas portuguesas 70 pessoas, 8 das quais só durante o recente período de carnaval, a isto podemos, sem margem para duvidas, chamar de "Gripe das Estradas", que segundo a OMS é a 3ª principal causa de morte no mundo, vitimando 1,22 milhões de pessoas por ano.
Não vejo soluções há vista mas, não é concerteza com o aumento das coimas, com o aumento da fiscalização que se vai resolver este problema que já afectou ou vai afectar uma em cada uma familía portuguesa.
Este problema é, sem margem para duvida, um problema de educação e de cultura e os problemas educacionais e culturais não se resolvem com repressão, todavia é, no entanto, mais simples reprimir através da aplicação de coimas, que sempre dão lucro ao estado, do que reeducar os condutores portugueses.
Sou de opinião que a existir qualquer repressão ela deve ser aplicada sobre os principais responsaveis, que em muitos dos casos não são os condutores mas sim os fabricantes. Verifica-se na maioria dos Estados Europeus e não só que a velocidade limite é em auto Estrada 120 Klm/hora, então pergunto - Porque não existe um limitador de velocidade em todos os veículos automovéis ?
Este seria, sem duvida, um principio para abrandar a escalada de acidentes que se verificam diariamente no nosso País e também, quem sabe, uma nova forma do Estado pensar n'outro imposto, devido ao regredir das receitas provenientes das coimas aplicadas aos automobilistas.
Mas antes um novo imposto. Do que um velho amigo morrer ao volante de um automovél novo !
Ou do que a nova viatura do municípo sofra um acidente, nunca é agradavél bater com os carros dos outros, mesmo quando emprestados por uma boa causa (?)
fevereiro 05, 2006
Fundamentalismo
O Exército Islâmico no Iraque, que há meses atrás reivindicou o assassinato de vários reféns estrangeiros, incitou, através de uma declaração na internet, a seqüestrar dinamarqueses e "corta-los em tantos pedaços quantos jornais que publicaram as charges" sobre Maomé.Outro grupo, que se definiu como uma ala militar do Exército de Direito, distribuiu panfletos que incitavam a atacar pessoas dos países onde foram publicadas as charges de Maomé - e Portugal também publicou.
Isto é fundamentalismo ! O fundamentalismo não é uma doutrina mas uma maneira excludente de ver a doutrina. O fundamentalista está absolutamente convicto de que sua doutrina é a única verdadeira e todas as demais são falsas. Três tipos de fundamentalismo dominam o Mundo:
- o do pensamento único representado pela globalização imperante;
- o suicidário dos muçulmanos cujo principal representante é Bin Laden e;
- o do Estado da guerra preventiva.
O fundamentalismo do pensamento único apresenta o modo de produção capitalista com o seu mercado globalizado e a ideologia política do neoliberalismo com a sua democracia eleitoral como a única forma razoável de organizar o mundo.
O fundamentalismo suicidário muçulmano parte da convicção de que o Ocidente é o inimigo desde os tempos das cruzadas, é o Grande Satã porque é ateu e prático, é materialista, é imperialista e é sexista. Por isso, deve ser combatido em todas as frentes e fazer o maior numero de vítimas que puder com as bençãos do Altíssimo. São tão convencidos que aceitam jovialmente ser homens-bomba.
O fundamentalismo do Estado é movido pela convicção de que os judeus têm o direito, acima de qualquer outro direito dos palestinos, de implantar Israel ao tamanho que tinha nos tempos do rei Davi. Por isso esse propósito boicotará qualquer projeto de paz. O fundamentalismo de estado tem fortes raizes religiosas.
Isto é fundamentalismo ! O fundamentalismo não é uma doutrina mas uma maneira excludente de ver a doutrina. O fundamentalista está absolutamente convicto de que sua doutrina é a única verdadeira e todas as demais são falsas. Três tipos de fundamentalismo dominam o Mundo:
- o do pensamento único representado pela globalização imperante;
- o suicidário dos muçulmanos cujo principal representante é Bin Laden e;
- o do Estado da guerra preventiva.
O fundamentalismo do pensamento único apresenta o modo de produção capitalista com o seu mercado globalizado e a ideologia política do neoliberalismo com a sua democracia eleitoral como a única forma razoável de organizar o mundo.
O fundamentalismo suicidário muçulmano parte da convicção de que o Ocidente é o inimigo desde os tempos das cruzadas, é o Grande Satã porque é ateu e prático, é materialista, é imperialista e é sexista. Por isso, deve ser combatido em todas as frentes e fazer o maior numero de vítimas que puder com as bençãos do Altíssimo. São tão convencidos que aceitam jovialmente ser homens-bomba.
O fundamentalismo do Estado é movido pela convicção de que os judeus têm o direito, acima de qualquer outro direito dos palestinos, de implantar Israel ao tamanho que tinha nos tempos do rei Davi. Por isso esse propósito boicotará qualquer projeto de paz. O fundamentalismo de estado tem fortes raizes religiosas.
Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.
O Ocidente optou por combater o mal com o mal, ameaçando com guerra preventiva todos os países do - eixo do mal.
O Ocidente deixou claro que - quem não está connosco, está contra nós, é terrorista.
Assim como Moisés foi consultar-se com Deus. George Bush, em 26/04/03 declarou: ... "tenho uma missão a realizar e com os joelhos dobrados peço ao bom Senhor que me ajude a cumpri-la com sabedoria”.
Pobre Deus! Como salvarás a humanidade destes desvairados FUNDAMENTALISTAS !
Caveira de Burro
- "Caveira de Burro" - é um livro de poemas editado em 1999.O poeta Américo Coutinho D'Almeida, com quem privei, ao longo de anos, infelizmente, já faleceu.
Como ele também, mais um amigo, o José António Tavares está a morrer! Não sei mesmo se, enquanto escrevo esta homenagem, o meu amigo já faleceu.
Para o Tavares, deste livro retirei um poema, - "Cântico Branco"-, que vale mais do que mil palavras:
O SEU SONHO VERDADEIRO
QUE FOI SEMPRE ALÉM FUTURO,
SEMPRE MAIS ALÉM E ALÉM...
QUEBROU AS PEDRAS DO MURO
DO VENTRE DA TERRA-MÃE,
NESTE FUGIR... DERRADEIRO
NA DESPEDIDA DO OUTONO,
O SILÊNCIO FOI MAIS FORTE
O POETA FICOU MUDO!
SEU CORPO DEIXOU SEU DONO
E ENFRENTOU SERENO A MORTE
COMO SEMPRE ENFRENTOU TUDO!
... E PARTIU! PARTIU SOZINHO,
LÁ P'LA ETÉREA MANSÃO
AO ENCONTRO DO SEU SONHO,
QUE ERA TÃO GRANDE E MEDONHO
QUE ENCHEU TODA A SOLIDÃO
DO SEU IMENSO CAMINHO!
... LÁ VAI AOS OMBROS, SONHANDO
NA SUA ÚLTIMA CAMA,
P'LA SUA ÚLTIMA ESTRADA!
- A PRÓPRIA VIDA VIDA ASSUSTADA
PARECE QUE O RECLAMA,
PARECE QUE O ESTÁ CHAMANDO!...
ROMPENDO OS CÉUS INFINITOS,
LÁ VAI RÉGIO LIBERTADO
DA PODRIDÃO E DO NADA,
DIZENDO ADEUS AO SEU FADO,
AOS DESESPEROS E AOS GRITOS
DA SUA LUTA ACABADA!
Obrigado Zé, por teres sido meu amigo.
100 dias
100 dias!
Já é tempo de se começar a ver alguma coisa, para além de entrevistas.
Continuam tal profetas da desgraça, a falar e a não fazer nada.
Já é tempo de se começar a ver alguma coisa, para além de entrevistas.
Continuam tal profetas da desgraça, a falar e a não fazer nada.
fevereiro 04, 2006
Gripe das Aves
janeiro 28, 2006
Obrigado Sporting

Obrigado Spooooooortiiiiiiiiinggggggg.
São momentos como este que fazem com que seja feliz.
(Clube do Bairro de) Benfica 1 - Sporting Clube de Portugal 3
São momentos como este que fazem com que seja feliz.
(Clube do Bairro de) Benfica 1 - Sporting Clube de Portugal 3
janeiro 22, 2006
Rei de todos os Portugueses
Depois de todas as sondagens, das projecções e dos votos dos portugueses, acabou! Acabou, da forma morna e “sensabor” como começou, a eleição presidencial.Como se previa, 3 milhões e 300 mil portugueses não votaram, assim pode-se mesmo afirmar que os portugueses votaram massivamente no não candidato recusando o seu voto neste específico acto eleitoral. O não candidato que, queira-se ou não, agrega todos aqueles que não se revêem na necessidade desta eleição, e teve mais meio milhão de votos que o candidato mais votado, que aquele que acabará por exercer a magistratura presidencial.
Recentemente, responsáveis dos partidos portugueses referem a necessidade de se alargar para 7-8 anos o período do mandato presidencial, no sentido de se dispensar o Chefe de Estado de sufragar a sua legitimidade novamente nas urnas, sujeitando-se ao sufrágio popular. Esta é uma convicção que começa a fazer caminho dentro das respectivas forças politicas. O fundamento principal desta já alargada convicção parece residir no facto de todos os presidentes, na história da 3ª república, terem renovado e até aumentado na segunda eleição o apoio popular que lograram receber quando, pela primeira vez, se apresentaram a votos.
É já um bom principio que a nossa classe politica, em nome do valor da continuidade para a chefia da república, vá reconhecendo que pode abrir mão do principio electivo, dispensando para já o Chefe de Estado eleito a apresentar-se novamente a sufrágio.
Fica, claro está, a questão de saber, em nome do mesmo princípio, porque é que são 7 anos e não 14, mesmo 60, ou a vida inteira .
Ou alguém tem dúvidas que os presidentes que têm sido eleitos continuariam a ganhar reforçadamente, se não existissem impedimentos constitucionais à sua reeleição ?
A classe politica reconhece assim crescentemente o valor de um dos principais atributos da instituição Real e vai mesmo ao ponto de o considerar mais importante que os reforços de legitimidade que apregoava no passado, satisfazendo-se com uma legitimidade originária, também ela afinal caracterizadora da instituição Real.
Este pensamento é bem ilustrativo da dinâmica conceptual a que se assiste na Chefia de Estado. Com mais ou menos funções constitucionais, o que parece hoje importante é que o Chefe de Estado assegure as características fundamentais de um País moderno e progressivo - a isenção, o supra partidarismo, a continuidade, a coesão e a identidade nacional - ligação permanente entre a Nação e o Estado, etc., etc.
Todas as características que, afinal, decorrem da própria natureza da instituição Real e que serão crescentemente valorizadas, em prejuízo do único elemento verdadeiramente caracterizador do regime republicano, (o principio electivo), como uma das formas de garantir a legitimidade do Chefe de Estado.
Este pensamento é bem ilustrativo da dinâmica conceptual a que se assiste na Chefia de Estado. Com mais ou menos funções constitucionais, o que parece hoje importante é que o Chefe de Estado assegure as características fundamentais de um País moderno e progressivo - a isenção, o supra partidarismo, a continuidade, a coesão e a identidade nacional - ligação permanente entre a Nação e o Estado, etc., etc.
Todas as características que, afinal, decorrem da própria natureza da instituição Real e que serão crescentemente valorizadas, em prejuízo do único elemento verdadeiramente caracterizador do regime republicano, (o principio electivo), como uma das formas de garantir a legitimidade do Chefe de Estado.
Temos hoje um Chefe de Estado de todos os Portugueses.
Porque um em cada quatro portugueses decidiu escolhê-lo, através do voto. O que é que isto tem de mais legitimo que um Rei que terá sempre de ser reconhecido pelos partidos e aclamado pelo povo?
Uma diferença sabemos que existe – O Rei porque dispensa esta artificial forma de legitimidade, nunca será refém do partido que o apoiou, nem chefe de Estado de cidadãos que contra ele votaram.
E a verdade é que Portugal tem um Rei, disponível e preparado para assumir a Chefia de Estado. E será, por certo, o único Chefe de Estado que, na sua legitimidade originária, se pode assumir, sem artificialismos, como o Rei de todos os Portugueses.
janeiro 18, 2006
Como vêem nada de novo

Confesso que tenho andado um pouco afastado da actualidade politica no Bombarral e admito que isso até me tem feito bem. Aliás, da maneira como as coisas vão nada como ‘a tranquilidade dos ignorantes’ para não se viver com muitas inquietações.
À dias comentava com um amigo que: “se por um lado chove pelo outro troveja”, isto no sentido de me referir à governação camarária, mais ou menos laxista dos sociais-democratas e à mais ou menos repressiva dos socialistas. Em qualquer circunstância são sempre os mesmos a pagar a crise; os munícipes e os que menos têm.
Pegando nesta ideia, é num contexto pós-laxismo que surge a rentrée deste ano. Passadas as férias de Natal, para quem as teve, segue-se o regresso à rotina e à dura realidade do dia-a-dia. E como ‘tudo o que estica encolhe’ após o facilitismo de anos anteriores seguem-se agora as consequentes medidas restritivas, anunciadas, que não sabemos quais nem vislumbramos a necessidade e o interesse na sua aplicação.
Por tudo aquilo que temos visto e ouvido nos últimos tempos, para além da "profecia da desgraça", não nos admira que os próximos sejam ainda mais que previsíveis. A política camarária está transformada numa espécie de telenovela onde se vislumbram as cenas dos próximos episódios e se adivinha o final da telenovela. No entanto, face ao estado a que nos dizem, que chegaram as contas municipais não nos custa muito acreditar que a telenovela se venha a pareçer mais com uma tragédia de uma inocente novela mexicana.
Com um município de maioria de esquerda, governado por sociais democratas apoiados por um PCP numa espécie de autofagia, rumo a um futuro pouco promissor, e um PS a ‘lamber a ferida’ da derrota na batalha eleitoral, não se descortinam tempos muito agradáveis para o Concelho do Bombarral. Aliás, novidades, novidades, só a continuação, no controlo, da ‘dança no gabinete’ e a nomeação e substituição dos cargos de confiança política.
Com a calma de quem sabe que, depois de propagada a profecia de desgraça, qualquer buraco que venha a ser tapado pode vir a ser a obra do regime e do mandato, o modo de exercer o poder não terá muitas mudanças. E para aqueles que se habituaram às mordomias municipais segue-se agora o ‘regresso à terra’.
Para os que esperaram que no Natal, teriam uma prenda, não há mais tempo a perder, esta rentrée vai marcar o ‘assalto’ aos lugares ainda não distribuídos na futura empresa municipal. Como vêem nada de novo.
Como antigamente, pode afirmar-se que “a Oeste nada de novo” e as poucas novidades, a avaliar pelo passado recente, nunca serão boas.
À dias comentava com um amigo que: “se por um lado chove pelo outro troveja”, isto no sentido de me referir à governação camarária, mais ou menos laxista dos sociais-democratas e à mais ou menos repressiva dos socialistas. Em qualquer circunstância são sempre os mesmos a pagar a crise; os munícipes e os que menos têm.
Pegando nesta ideia, é num contexto pós-laxismo que surge a rentrée deste ano. Passadas as férias de Natal, para quem as teve, segue-se o regresso à rotina e à dura realidade do dia-a-dia. E como ‘tudo o que estica encolhe’ após o facilitismo de anos anteriores seguem-se agora as consequentes medidas restritivas, anunciadas, que não sabemos quais nem vislumbramos a necessidade e o interesse na sua aplicação.
Por tudo aquilo que temos visto e ouvido nos últimos tempos, para além da "profecia da desgraça", não nos admira que os próximos sejam ainda mais que previsíveis. A política camarária está transformada numa espécie de telenovela onde se vislumbram as cenas dos próximos episódios e se adivinha o final da telenovela. No entanto, face ao estado a que nos dizem, que chegaram as contas municipais não nos custa muito acreditar que a telenovela se venha a pareçer mais com uma tragédia de uma inocente novela mexicana.
Com um município de maioria de esquerda, governado por sociais democratas apoiados por um PCP numa espécie de autofagia, rumo a um futuro pouco promissor, e um PS a ‘lamber a ferida’ da derrota na batalha eleitoral, não se descortinam tempos muito agradáveis para o Concelho do Bombarral. Aliás, novidades, novidades, só a continuação, no controlo, da ‘dança no gabinete’ e a nomeação e substituição dos cargos de confiança política.
Com a calma de quem sabe que, depois de propagada a profecia de desgraça, qualquer buraco que venha a ser tapado pode vir a ser a obra do regime e do mandato, o modo de exercer o poder não terá muitas mudanças. E para aqueles que se habituaram às mordomias municipais segue-se agora o ‘regresso à terra’.
Para os que esperaram que no Natal, teriam uma prenda, não há mais tempo a perder, esta rentrée vai marcar o ‘assalto’ aos lugares ainda não distribuídos na futura empresa municipal. Como vêem nada de novo.
Como antigamente, pode afirmar-se que “a Oeste nada de novo” e as poucas novidades, a avaliar pelo passado recente, nunca serão boas.
janeiro 14, 2006
A Oeste nada de novo
Tal profectas da desgraça, foram anunciando que o actual estado das finanças municipais é mau. Então se estão a gerir os designios do municipio já vai para 13 anos e não sabiam ?
Quando não se sabe o que fazer, nada melhor do que aniquilar qualquer expectativa, com a semente da desgraça as expectativas e as esperanças do cidadão eleitor fica tão por baixo que quando for feita a análise do mandato qualquer buraco que tenha sido tapado mais vai parecer a maior obra de engenharia !
3 meses ! Já é tempo de se ver qualquer decisão. Mas, a Oeste nada de novo.
janeiro 02, 2006
Verdade
Nunca uma frase publicitária teve tanta verdade:
"SEI QUE PORTUGAL PODE VENCER CAVACO SILVA"
dezembro 25, 2005
Feliz Ano Velho .
Meu Caro Ano VelhoSei como deve estar a sentir-se nesta hora em que os fogos de artifício, se preparam para homenagear o Ano Novo que se avizinha.
O Ano Novo! Só se fala nele.
Todos jogam as suas cartas e suas últimas esperanças nele. Como se fossem as últimas esperanças. Todos os anos repete-se a história.
A apologia ao mais novo, ao mais recente, ao que traz a esperança. E não se agradece ao Ano Velho.
Tratam-no como se fosse um traste que só nos deixou tristezas e arrependimentos.
Em todos os lugares as festas são aguardadas com ansiedade e expectativa em relação, principalmente, aos bailes comemorativos da passagem do Ano; com direito a músicas alegres e dançantes, muitos beijos e abraços e alegrias de todos os tipos, no meio dos salões. Todos o reverenciam e todos aguardam o cumprimento das promessas "prometidas".
Feliz Ano Novo!
Este será o desejo de todos para todos, por volta das zero hora. Sem esquecer de “dinheiro no bolso” e “saúde para dar e vender”, o que vem a dar no mesmo.
Ninguém se dá conta, sequer, dos fusos horários. Dos vários relógios em que as zero hora será diferente. Com uma, duas e até três horas de diferença. E isto para ficarmos apenas no nosso Bombarral. Imaginem no resto do mundo.
Mas a Vida é isso mesmo! A vida é desta forma!
Acontece comigo e com muita gente. O paradoxo do tempo. À medida que vamos envelhecendo, que temos mais experiências acumuladas, e certezas das coisas para dizer aos outros, somos como que material descartável.
Lixo que não se presta nem para reciclagem. Lixo que é juntado nos asilos da vida para não dar trabalho nem atrapalhar os mais jovens. Que um dia tanto precisaram de nós!
Mas você, meu querido Ano Velho, não será esquecido no Bombarral. Nem os outros Anos Velhos que já passaram.
Tenho a certeza de que muita gente, nesta hora, está a lembrar-se de todos vocês; e agradecendo a Deus por terem tido o privilégio de ter convivido todos estes anos juntos.
Desde o tempo em que eram queridos e desejados Anos Novos. A despeito das horas difíceis porque passámos. O que valeu foram as emoções sentidas. Os amores, as conquistas, as derrotas, as amizades, as boas acções e o facto de estarmos vivos.
Quantas boas lembranças trago daqueles bons momentos!
O dia em que aprendi a ler e os dias do nascimento das minhas filhas, por exemplo. O meu primeiro emprego. As vezes em que plantei e vi nascer uma árvore. Quantas cores contemplei por esse mundo fora; cores de diversas cores e tonalidades, misturadas e espalhadas pelos jardins deste mundo. Quantas fontes pude ouvir e sentir a sua força e beleza escorrendo em águas cristalinas.
E quantas coisas ruins passámos juntos! Gripes, resfriados, dores de cabeça, dúvidas, chuva e poeira.
Só não foi melhor porque não conseguimos acabar com a fome no mundo nem com os profetas da desgraça, deste nosso Bombarral. E nem com as guerras insanas. E muito menos com as injustiças sociais.
Mas isso, meu velho amigo, para quem não sabe, faz parte da vida. E não é somente coisa do Ano Velho. Até porque, todo o Ano Novo, um dia, será como tu. Feliz Ano Velho!
dezembro 23, 2005
dezembro 19, 2005
Parabéns Ana
Ana.
Nasceu hà 44 anos no ano chinês do "Búfalo". É sincera tem bom humor e faz amigos com facilidade. Impõe padrões elevados e é facilmente magoada. Considera importante que as pessoas e os amigos sejam tratados com respeito, não tira conclusões precipitadas, és terna e meiga, é boa mãe e a mulher que sempre desejei. Ana! Parabens neste dia que é o 1º dia do resto da tua vida! Adoro-te :-)
dezembro 18, 2005
Mentira
dezembro 13, 2005
dezembro 10, 2005
dezembro 04, 2005
Foi hà 25 anos !
Adelino Amaro da Costa 18.04.1943 - 04.12.1980 Aos 37 anos de idade, prematuramente deixou-nos.
Hoje, completam-se 25 anos sobre o desaparecimento do então Ministro da Defesa Nacional de Portugal, Adelino Amaro da Costa, fundador do CDS.
Foi há 25 anos, que na fatídica noite de 4 de Dezembro, fiel aos seus supremos e insondáveis desígnios, de uma forma implacável. Brutal.
Quis Deus interromper e cortar cerce essa carreira política, notável e brilhante, feita de entrega e devoção.
Foi há 25 anos, que na fatídica noite de 4 de Dezembro, fiel aos seus supremos e insondáveis desígnios, de uma forma implacável. Brutal.
Quis Deus interromper e cortar cerce essa carreira política, notável e brilhante, feita de entrega e devoção.
À causa. E à Pátria.
Não morreu. Porque só morre quem esquece. Ou quem passa pela vida sem deixar o toque indelével dessa passagem.
Para a sua geração - fica a dor e a saudade.
Não morreu. Porque só morre quem esquece. Ou quem passa pela vida sem deixar o toque indelével dessa passagem.
Para a sua geração - fica a dor e a saudade.
Para as novas gerações, para a Juventude que tanto amou, - fica o exemplo. A veneração. E o estímulo para continuar uma obra que permanece inacabada.
O seu exemplo, de fidelidade e de patriotismo sem mácula, permanecerá fonte de inspiração para quem ainda acredita que é possível cumprir Portugal.
O seu exemplo, de fidelidade e de patriotismo sem mácula, permanecerá fonte de inspiração para quem ainda acredita que é possível cumprir Portugal.
dezembro 01, 2005
Parabéns pra nós
novembro 30, 2005
novembro 29, 2005
Amigos
Costumo dizer que os amigos são flores.
Flores porquê?
Porque as flores além de sua graciosidade deixam perfume nas mãos de quem as colhem. Assim são os amigos, cada um traz consigo uma essência característica da sua personalidade. Cada amigo que colhemos no jardim da vida tem a sua esssência, alguns tem-na mais concentrada, outros equilibrada e outros ainda tão suave que só com a alma podemos sentí-la. As melhores essências são sempre encontradas em pequenos frascos, assim são os amigos, às vezes pequenos frascos talvez até mesmo sem um rótulo, mas cuja fragrância invade até à alma.
A amizade não é senão a melhor forma de vivermos o "amor" que Deus nos propõe.
novembro 27, 2005
Quanto custa um Rei ?
À beira das eleições presidenciais em Portugal verifica-se que nos orçamentos de Estado de 2005 o Rei de Espanha, gasta - 7,8 milhões de Euros e o Presidente da República Portuguesa, gasta - 13,32 milhões de EurosA Casa Civil portuguesa gasta mais 41,7% do que a Casa Real espanhola. Contas feitas ao PIB e à população, por habitante o Presidente da República Portuguesa custa 18 x mais que o Rei de Espanha!
novembro 23, 2005
Apoios importantes

Os cidadãos "Alzheimer" e "Parkinson" manifestaram a sua intenção de apoio à candidatura a Presidente da República Portuguesa de Mário Soares, cidadão português, com 81 anos de idade que, segundo fontes bem colocadas, afirma estar em plena forma e pronto a divulgar o seu boletim clinico .
novembro 09, 2005
Praxem o Ministro

Outubro, início do ano lectivo nas universidades, é tempo de tradição - as praxes académicas.
Todos nós já ouvimos falar sobre a Praxe, mas o que é afinal a Praxe Académica?
A Praxe é um conjunto de tradições geradas entre estudantes e que há séculos que são transmitidas de geração em geração. É um modus vivendi característico dos estudantes e que enriquece a cultura lusitana, ao contrario do que se possa pensar a praxe não é para fazer mal ao caloiro ou gozar com ele, mas sim a praxe serve para ajudar o caloiro ou recém-chegado à Universidade a integrar-se no ambiente universitário e a criar amizades e a desenvolver laços de sólida camaradagem.
Todos nós já ouvimos falar sobre a Praxe, mas o que é afinal a Praxe Académica?
A Praxe é um conjunto de tradições geradas entre estudantes e que há séculos que são transmitidas de geração em geração. É um modus vivendi característico dos estudantes e que enriquece a cultura lusitana, ao contrario do que se possa pensar a praxe não é para fazer mal ao caloiro ou gozar com ele, mas sim a praxe serve para ajudar o caloiro ou recém-chegado à Universidade a integrar-se no ambiente universitário e a criar amizades e a desenvolver laços de sólida camaradagem.
É através da Praxe que o estudante desenvolve amor e orgulho pela instituição que frequenta, a sua segunda casa.
Mas, agora temos um Ministro que quer acabar com as praxes. E porquê ?
Porque ao que se sabe existe uma aluna, que ninguém conhece, que foi praxada.
Porque existe uma aluna, que ninguem sabe onde estuda, que ninguém sabe quando foi praxada, que ninguém sabe onde foi praxada, que ninguém sabe como foi praxa, que apresentou queixa ao Ministro.
Não sei, será que vocês por ai sabem se esta aluna é algum fantasma do Ministro ? Ou será que que o Ministro quer esconder o aumento das propinas com uma peneira.
A Praxe Académica e o uso da Capa e Batina representam humildade e o respeito pelos outros. E o senhor, quando quer fazer dos estudantes e de nós parvos, respeita-nos senhor Ministro?
novembro 07, 2005
Nem Cavaco nem Soares
Não gosto de Cavaco (tal como não gosto de oportunistas) mas também Soares, não é, o homem certo para este momento... E, ficamos num impasse... esperamos ...Como não gosto de Cavaco, prefiro Manuel Alegre no papel de Presidente, (neste particular Cavaco parece que se candidata mais a primeiro ministro do que a presidente, enfim). Agora Mário Soares? Pra esse peditório já os portugueses deram, há 20 anos, e esse tipo revelou ter sido um ingrato.
Cavaco, Soares e outros gostam do povo mas, em pequenino e de forma a que lhes coma na mão.
Continuo com mesmo pensamento, Viva o Rei !
novembro 06, 2005
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