julho 01, 2007

O MEU REINO POR UM VEREADOR

Este é um artigo de opinião do Dr. Martim Borges de Freitas, ex Secretário Geral do CDS, retirado do "Jornal Semanário" que na minha opinião deve motivar, aos militantes do CDS, uma preocupada reflexão pela lucidez da análise.

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Há muitos anos que o CDS não tinha o privilégio de participar numa campanha eleitoral onde a pressão do voto útil é inexistente. Paulo Portas notou-o. Disse-o. E eu registei. Em 2005, até uma sondagem saiu na sexta-feira, antevéspera das eleições, ribombando um fantasmagórico empate técnico entre Carmona e Carrilho, quando, dois dias depois, os lisboetas haveriam de dar uma retumbante vitória a Carmona Rodrigues.
Depois, Portas declarou que estas eleições são um teste à sua liderança. Ninguém pediu para o fazer. Há mesmo quem questione por que o fez, quem diga que já chegou à conclusão de que escolheu voltar a liderar o CDS cedo demais e quem afirme que já percebeu que... interrompeu um ciclo para nada trazer de novo.
O facto é que Portas decidiu colocar a liderança em jogo. Deixando de lado o papel secundário a que sujeitou Telmo Correia, é preciso entender por que deu Portas esse salto. Em primeiro lugar, porque não resistiu: campanha do CDS liderado por Portas sem Portas como protagonista, não é campanha. Em segundo lugar, fê-lo declarando que o PS não pode ter maioria absoluta em Lisboa. Ora, até pelo número de candidatos em presença, será muito difícil ao PS obter maioria absoluta. Portanto, o que fica é que Portas, sabendo disto, aspira a que, ao PS, lhe falte um vereador para a maioria e que “esse” vereador seja o eleito pelo CDS. Daria para reeditar o seu velho discurso de que é o CDS quem impede as maiorias ao PS.
O que não consigo perceber é a tão defensiva, embora pareça tão ousada, estratégia de Paulo Portas. Porque é que o CDS só ambiciona eleger um vereador? Não foi em 2005, nas legislativas, que o CDS obteve quase 11% de votos no concelho de Lisboa? Não foi isso que se disse contra Ribeiro e Castro? Naquela altura, não era Paulo Portas quem liderava o CDS? E não era Telmo Correia o cabeça-de-lista do CDS-PP pelo círculo de Lisboa? Já para não falar da vantagem de, agora, não haver “oposição interna” a provocar desgaste ou a abrir deliberadamente incidentes em cima da campanha eleitoral. Porquê o medo e a contenção?
Paradoxalmente, Paulo Portas joga o seu nome nestas eleições, porque tem a noção daqueles números e porque pensa que ele é a única fórmula que resta para conseguir votos. Depois de o CDS ter obtido, já sob a sua liderança, o pior resultado de sempre na Madeira, Paulo Portas não quer que se repita o mesmo em Lisboa. Tudo, portanto, por um vereador e, de preferência, que esse vereador “impeça” a maioria do PS. O que é preciso, então, fazer? Preparar a opinião pública e o partido para que fique a percepção de que o CDS não vai eleger vereador algum. Porquê? Porque, elegendo um vereador, Portas terá o bastante para o seu discurso da noite eleitoral. É o déjà vu e habitual gestão das expectativas made by PP.
A verdade é que não há razão alguma para o CDS temer um mau resultado.
Se me apetecesse usar o mesmo grau de exigência que os actuais dirigentes usaram contra a anterior direcção nacional do CDS, eu diria que, sem pressão de voto útil e tendo presente os quase 11% das legislativas de 2005 na cidade de Lisboa, menos de três vereadores seria uma derrota para o partido. Mas, como receio os prejuízos da saída de Maria José Nogueira Pinto do partido e da forma como Paulo Portas conduziu o seu ataque interno e o regresso à liderança do mesmo, o mínimo exigível são dois vereadores em Lisboa. Acredito piamente nisto.
De resto – posso hoje dizê-lo agora sem constrangimentos –, a partir de um determinado momento, quando ainda exercia funções na direcção nacional do CDS, eu e outros, desejámos estas eleições intercalares que se iam perfilando como inevitáveis, também porque tinhamos a noção de que o CDS poderia crescer – e bem. Na estratégia e na linha que estávamos, então, a seguir, isso era um dado adquirido. Só a “oposição interna” atrapalhava. No exterior, estávamos claramente a crescer, capitalizando o trabalho e o prestígio na vereação.
Não me identifico, pois, com a estratégia tão defensiva, quase timorata, que o CDS está a seguir nestas intercalares, quando tinha todas as razões para jogar forte, com ambição e vontade, até porque, em 30 anos de poder local democrático e no tocante às grandes questões municipais, da sua acção na Câmara de Lisboa o CDS só tem motivos de que se orgulhar.

Lisboa, 29.06.2007
Martim Borges de Freitas(Vogal eleito do Conselho Nacional do CDS-PP)

junho 30, 2007

Colorido

Angola ! As suas gentes

Minas anti-pessoal

Angola declarou ter destruido mais de 81 mil minas anti-pessoal tendo acabado com a totalidade desses engenhos explosivos, aramazenados, assim tendo cumprido integralmente o artigo quarto da Convenção de Otava.
O governo angolano refere que durante quatro anos foram identificadas 83.557 minas anti-pessoal armazenadas em paióis militares e da polícia, tendo destruído 81.045, enquanto 2.512 foram recicladas para efeitos de instrução.

Selo dos CTT


junho 29, 2007

29 de Junho

29 de Junho é o 180º dia do ano no calendário gregoriano (181º em anos bissextos). Faltam 185 para acabar o ano.

É também dia de Feriado Municipal no Concelho do Bombarral, dia de inaugurações, discursos, condecorações e muito, muito bajulismo ... Viva o Bombarral

Eventos históricos
1850 - Descoberto carvão na Ilha de Vancouver, no Canadá.
1951 - Joseph Ratzinger é ordenado Padre (futuro Papa Bento XVI).

Nascimentos
1798 - Giacomo Leopardi, poeta (m. 1837).
1886 - Robert Schuman, estadista francês, o "pai da Europa" (m. 1963).
1893 - Aarre Merikanto, compositor finlandês (m. 1958).
1900 - Antoine de Saint-Exupéry, aviador e escritor francês (m. 1944).
1958 - Rosa Mota, atleta portuguesa.

Falecimentos
67 - São Pedro, discípulo de Jesus e papa, para o catolicismo romano.
1856 - Robert Alexander Schumann, músico e compositor alemão
1895 - Thomas Henry Huxley, o "buldogue de Darwin", biólogo britânico, evolucionista e criador do termo "agnosticismo".
1895 - Floriano Peixoto, 2o Presidente do Brasil
1940 - Paul Klee, pintor suíço
1967 - José Leitão de Barros, cineasta português
1988 - Clóvis Graciano, pintor, desenhista, cenógrafo, gravador e ilustrador brasileiro
2000 - Vittorio Gassman, actor italiano
2004 - Yara Lins, actriz brasileira

Feriados e eventos cíclicos
Festa
cristã dos Santos Pedro e Paulo.
Feriado local em Roma, da qual os santos são padroeiros.
Dia do Ano Novo Rúnico, representado pela runa Feob.
Feriado local em Bombarral, vila portuguesa.

junho 28, 2007

Eleições em Lisboa

Sondagem Intercampus/TVI

António Costa - 31%
Fernando Negrão - 19,5%
Carmona Rodrigues - 14%
José Sá Fernandes - 9,6%
Helena Roseta - 9,1%
Ruben de Carvalho - 9,1%-
Telmo Correia - 2,5%
Garcia Pereira - 2,4%
Gonçalo da Câmara Pereira - 1,8%
Manuel Monteiro - 0,3%
José Pinto Coelho - 0,3%
Quartin Graça - 0,3%

Depois das declarações de Paulo Portas em que considera estas eleições um teste quer ao primeiro ministro quer á sua liderança, estamos em creer que os Lisboetas querem este 1º ministro e querem Portas fora da cena politica. Maria josé Nogueira Pinto, deve rir deste resultado de Telmo Correia, rosto 2º do PP.

Cidadãos

Ter escravos não é nada, mas o que se torna intolerável é ter escravos chamando-lhes cidadãos.

Em que ficamos caro PP

Portas defende "integridade" da dirigente distrital
Se não tivesse uma convicção profunda sobre a integridade e seriedade de Sónia Sousa Mendes não viria aqui depor", começou por afirmar o presidente do CDS-PP, Paulo Portas, perante um colectivo de juízes que, no Tribunal da Lousã, está a julgar a líder distrital de Coimbra do seu partido, por peculato e branqueamento de capitais... (02.06.2007 in Jornal de Noticias)

Líder CDS-PP/Coimbra condenada a 2 anos com pena suspensa
A lider distrital do CDS/PP de Coimbra, Sónia Sousa Mendes, foi hoje condenada a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa por três anos, pelo crime de peculato... (28.06.2007)

Como fica agora paulo portas, já não bastava, Telmo e Guedes com o "Portucale" e o PP com o "Jacinto Leite", para agora também a sua grande apoiante de Coimbra estar a contas com a justiça??

junho 25, 2007

De quem vai ser a culpa

Paulo Portas, assumiu hoje que as eleições para a Câmara Municipal de Lisboa são um teste à sua liderança. Mas, como de costume, não quantificou o que será uma boa votação nem esclareceu quais as consequências que tirará da eventual não eleição do cabeça-de-lista do PP Telmo Correia.
Portas demite-se ? Portas abandona o parlamento ? Portas pede desculpa áqueles a quem tomou o poder por assalto ? Portas desfilia-se do PP ? Portas diz que a culpa é da abstenção ? Portas diz que a culpa é do Governo ? Ou Portas diz que os culpados foram os Lisboetas que não votaram em Telmo Correio ? Concerteza e de certeza que Portas dirá que a culpa nunca foi nem será do próprio Portas !!!!!!!!!....
Portas na sua caminhada para culpar alguém da que será, por certo, a maior derrota do PP em Lisboa, também vai dizendo que: Se o CDS é o partido que incomoda(?) o engenheiro José Sócrates, que fiscaliza(?) o Governo, então no dia 15 de Julho o engenheiro José Sócrates não pode ficar a rir-se e o CDS tem de ter uma boa(?) votação.
O que Portas não disse porque ainda não percebeu é que o 1º Ministro e o Povo Português, incluindo o "Jacinto Leite Capelo Rêgo" há muito que se riem deste PP e das palavras de Portas e companhia.

junho 23, 2007

Teresa, a Super Mulher

O que escrevia no Jornal de Negócios, Fernando Sobral, em 23.06.2004 sobre a candidata do PP á Câmara de Lisboa, Teresa Caeiro.

Portugal pode dormir descansado. Mesmo que Santana Lopes esteja constipado e Paulo Portas esteja incontactável dentro de um submarino, há uma solução para o país.
Chama-se Teresa a primeira Super-mulher do país.
Ela pode, de manhã, ser secretária de Estado-Adjunta e dos Antigos Combatentes porque foi «neta e filha de militares», como dizia Paulo Portas. À tarde pode tornar-se, secretária de Estado das Artes e Espectáculos, porque vai ao «ballet» e talvez a concertos de Paul McCartney. Aos sábados poderia ser secretária de Estado das Minas e ao domingo das Telenovelas e Entretenimento.
É importante que existam políticos polivalentes no país: os clubes de futebol fazem isso. Teresa até poderia ser a secretária de Estado omnipotente e omnipresente para estar de manhã em Lisboa, à tarde no Porto e andar durante o resto do dia de helicóptero para dar uma ideia de que o Governo está no ar e está sempre consigo.
Mas isso torna-a especialista de tudo e de nada. O que é mau para Portugal. E, pior, para ela. Que fica como a polivalente de serviço.

junho 16, 2007

Então o menino é parvo ?

Caso Portucale
O Secretário-geral do CDS-PP repudia notícia sobre recibos duvidosos
O secretário-geral do CDS-PP considerou «lamentável» e «ataque grosseiro» ao partido a notícia publicada hoje na imprensa sobre milhares de recibos de pessoas que fizeram doações em 2004 e cujos documentos só foram passados em 2005. - Jornal " O Sol"



Esta notícia, a ser verdadeira, tresanda a aldrabice, só o João Almeida, que até já foi candidato a presidente do CDS, e actualmente é secretário-geral do PP acha que a sua publicação não passa de um ataque grosseiro ao partido e acha normal um tipo doar 600 € em dinheiro e assinar como: Já Sinto Leite Cá Pelo Rego. Brincalhões esta malta do CDS, uns incorruptivéis

Os incorruptivéis

Com Paulo Portas e esta malta, não se podia esperar outra coisa !

Cerca de quatro mil recibos com que o CDS-PP justifica o depósito de um milhão de euros na sua conta, em Dezembro de 2004, só foram impressos no final de Janeiro de 2005, numa tipografia dos arredores de Lisboa.

Só nos meses seguintes, dois funcionários do CDS, que estão entre os 14 arguidos no inquérito-crime "Portucale", haveriam de preenchê-los com nomes que, na esmagadora maioria dos casos, não permitiram à PJ identificar os alegados doadores.
Já cinto Leite Cá pelo Rêgo é um dos supostos doadores do partido então e agora presidido por Paulo Portas, apesar das óbvias dúvidas sobre a existência deste nome.
Além disso, a maioria dos recibos - cujas guias de transporte e facturas da tipografia fazem perceber que foram feitos em 2005 - apresenta só dois nomes e não tem escrito qualquer número de contribuinte, inviabilizando o apuramento da identidade dos "mecenas".

Os referidos funcionários terão dito à PJ que haviam preenchido os recibos com base numa lista de nomes que lhes fora entregue e, posteriormente, destruída. Com efeito, nem a PJ nem o Tribunal Constitucional a localizaram, apesar das buscas na sede do CDS, além das realizadas no escritório e casa de Nobre Guedes e no Grupo Espírito Santo (GES).A PJ suspeita que a verba de um milhão de euros é uma contrapartida do GES ao despacho com que três ministros do Governo anterior - Costa Neves (PSD), Nobre Guedes e Telmo Correia (CDS) - viabilizaram o empreendimento "Portucale", a quatro dias das eleições legislativas de 20 de Fevereiro de 2005.

O CDS alega que a verba corresponde a donativos recolhidos em eventos realizados entre Agosto e Dezembro de 2004.Porém, a data e o local desses eventos são desconhecidos pelo próprio Tribunal Constitucional, que aludiu o assunto num acórdão recente. O tribunal pugna pelo cuprimento da lei do financiamento dos partidos e das campanhas, que proíbe donativos anónimos superiores ao salário mínimo. Quase todos os recibos com que o CDS justifica a verba de um milhão - fracionada em 105 depósitos de 10 mil euros - apresentam valores de 200 e 300 euros.O relatório da investigação do caso "Portucale" - espoletada pelo despacho que declarou a "utilidade pública" de um grande empreendimento turístico do GES, em Benavente, e autorizou o abate de 2605 sobreiros - foi remetido, a semana passada, ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal. O inquérito teve como arguido Luís Nobre Guedes, além de Abel Pinheiro, ex-director financeiro do CDS, Costa Neves, ex-ministro da Agricultura, António Sousa Macedo, ex-director-geral de Florestas, e Luís Horta e Costa, José Manuel Sousa e Carlos Calvário, administradores do GES. Um despacho "intercalar" dos procuradores Rosário Teixeira e Auristela Hermengarda arquivou as suspeitas sobre Nobre Guedes, mas o relatório da PJ volta a relacionar o centrista com a alegada prática de crimes de prevaricação e abuso de poder.

junho 11, 2007

Como temos a memória curta ..........

O novo Estádio de futebol da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira.
O recinto custou ' apenas ' dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação. A cerimónia de inauguração abrirá com uma marcha de escuteiros locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina, e a execução dos respectivos hinos nacionais.
Esperemos que o novo Estádio de Futebol não venha a servir, no futuro, como base militar para aterrarem helicópteros e, nas bancadas, colocarem crianças indefesas como ' escudos humanos ' !...
Já fechámos urgências, maternidades, centros de saúde e escolas primárias, mas ... oferecemos um estádio à Palestina! Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão. A seguir fechávamos a cidade universitária e oferecíamos um complexo olímpico (também com estádio) à Somália. Prepara-se o fecho de Tribunais e com o dinheiro da venda dos edifícios já haverá disponibilidade financeira para oferecer uma marina artificial ao Irão. E o que mais se seguirá ?!!!



Como temos a memória curta, vale a pena recordar....


http://www.youtube.com/watch?v=DcEciCZ5u4M

junho 07, 2007

Aeroporto da Ota. ... Já!

O futuro aeroporto da Ota vai ser um pólo de logística e desenvolvimento para toda a região, e nomeadamente para a região Oeste, tendo implicações territoriais que devem desde já ser levadas em conta.
Um aeroporto, não é só um aeroporto, mas sim um complexo de actividades, de logística e de oportunidade de desenvolvimento económico e territorial de uma região.
Apoio integralmente a decisão do Governo em construir um novo aeroporto internacional na Ota, basta de estudos, 30 anos a estudar é tempo mais do que suficiente para qualquer mau aluno estar formado.
Aeroporto para a Ota. … Já!

A construção do aeroporto tem que ser agora encarada de uma forma integrada por todos os sectores económicos e pelos municípios, na elaboração dos seus planos de ordenamento do território. Aliás, esta ideia foi recentemente defendida na sessão de lançamento do Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo (PROT-OVT), documento da maior importância estratégica que deverá ser aprovado pelo Governo até Agosto de 2007.
Mas é importante que os municípios comecem a delinear estratégias de forma que o turismo passe a estar ainda mais presente nas preocupações dos autarcas, nomeadamente na região Oeste, onde vários empreendimentos estão em construção e outros tendem a desenvolver-se.
Sou de opinião que é importante que para o desenvolvimento da nossa região se faça uma opção entre a massificação e a qualidade, não podemos esquecer que a nossa região está ligada a sítios ambientalmente atractivos e sensíveis, por isso é tempo das autarquias definirem como vão compatibilizar o investimento e o desenvolvimento económico com as exigências ambientais e de qualidade.
O Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo (PROT-OVT), irá fazer a ligação, entre o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território e os planos municipais, como os Planos Directores Municipais, Planos de Urbanização ou Planos de Pormenor. Este Plano tem por finalidade definir as opções estratégicas de desenvolvimento regional, e apontar directrizes no que diz respeito à ocupação, uso e transformação do território, fazendo assim uma integração, a nível regional, das políticas sectoriais de forma a dar orientações para a elaboração dos planos municipais.
Este Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo vai abranger as áreas territoriais (NUT III) do Oeste, Lezíria do Tejo e Médio Tejo, correspondentes a 8.792 quilómetros quadrados e mais de 800 mil habitantes. Abrantes, Alcanena, Alcobaça, Alenquer, Almeirim, Alpiarça, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Benavente, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Cartaxo, Chamusca, Constância, Coruche, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Ourém, Peniche, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santarém, Sardoal, Sobral de Monte Agraço, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras e Vila Nova da Barquinha, são, por ordem alfabética, os 33 concelhos, de três distritos Leiria, Santarém e Lisboa abrangidos pelo Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo (PROT-OVT).
Será que alguém na Região Oeste ainda tem dúvidas sobre o desenvolvimento económico e territorial que construção do Aeroporto da Ota trará a toda a Região Oeste.
Por mim, que desde o inicio do processo que estou com ele e o apoio, digo que é tempo dos autarcas da Região em geral e do Bombarral em particular criarem “lobbies” desenvolverem infra-estruturas de apoio á construção do Aeroporto da Ota que trará novas empresas á região e por sua vez novos empregos, desenvolvimento social e económico, infra-estruturas rodoviárias, aperfeiçoamento das redes de transportes, novas habitações, novos complexos desportivos e recreativos e tantas outras infra-estruturas de qualidade numa região que necessita cada vez mais de crescer, sustentadamente, para alimentar os seus habitantes e o seu tecido empresarial.

Nota explicativa:

O futuro Aeroporto Internacional de Lisboa deve ocupar uma área de cerca de 1400 hectares, que contrastam com os cerca 500 hectares ocupados pelo actual Aeroporto da Portela.
A capacidade do Aeroporto da Ota será de aproximadamente 70 movimentos de aeronaves por hora (contra os 80 desejados pelo Governo), contra os actuais 34 por hora no actual Aeroporto da Portela, que passarão a ser 40 depois de aí concluídas as obras de expansão, previstas para 2006 a 2009
. Terá cerca de 80 lugares para estacionamento de aviões, contra os 51 lugares do actual infra-estrutura, que passarão a ser 60 em 2009 após o seu alargamento. Na Ota, a capacidade será de aproximadamente 25 milhões de passageiros por ano, contra os 16 milhões da Portela após a expansão prevista para 2009 (sendo a sua capacidade actual de 11 milhões de passageiros anuais).
O Aeroporto da Ota terá 2 pistas paralelas com cerca de 3600 metros de comprimento e 130 metros de largura cada. O Aeroporto da Portela tem também 2 pistas, não paralelas, uma com 3805 metros e outra com 2400 metros de comprimento, e ambas com 45 metros de largura.
O futuro Aeroporto, na Ota, terá capacidade para receber os aviões A380
, que o actual Aeroporto de Lisboa não poderá acomodar.
O Aeroporto da Ota estará ligado a Lisboa pela futura linha de Alta Velocidade (TGV)
, Lisboa - Porto, que parará na Ota, ligando assim o aeroporto à capital do País em 17 minutos. O trajecto Lisboa - Ota poderá também ser feito através de estradas, entre elas a auto - estrada nº 1 (A1).
A construção do Aeroporto da Ota deve-se, essencialmente, ao esgotamento da capacidade do actual Aeroporto da Portela.
De acordo com as previsões do Governo Português, o próximo Aeroporto Internacional de Lisboa, situado na Ota, Alenquer, abrirá portas em 2017.

maio 24, 2007

Há por ai uns malmequeres


Em 1972, na revista "Prá Frente Lisboa", Raul Solnado, fazia um desafio à censura, sobre a situação dos portugueses com uma canção que muitos já nem se recordam e a maioria nem sequer conhece:
"Português, ó malmequer/ em que terra foste semeado/ Português, ó malmequer/ Cada vez andas mais desfolhado".
Em 1973, José Viana, já falecido, na revista "Grande poeta é o Zé", vestia-se de anjinho e cantava, também desafiando a censura:
"... e lá vamos todos em procissões/ pagar impostos e contribuições/ porque só anjinhos somos nove milhões".
Antigamente, o regime assumia-se com a polícia política, as prisões sem culpa formada, os tribunais plenários e a prisão por delito de opinião.
Agora, nos últimos anos, em abono da verdade desde o último mandato de Cavaco Silva, e com excepção no período de Guterres, o poder assumiu a arrogância do antigamente. Faça-se, no entanto, justiça a Cavaco e a Guterres não há notícias de perseguições por razões políticas.
Hoje, mais de 30 anos após o 25 de Abril Portugal está transformado numa ditadura benévola.


Não há prisões políticas nem censura (?), mas há perseguições aos que desafiam o poder ou aos familiares dos que o fazem quando estes não são susceptíveis de perseguição. Não há censura, mas com jornalistas e cidadãos com contratos a prazo há auto-censura.

As revistas já não têm as audiências que tinham antigamente e os portugueses já não estão em terras de descobridores. Estão numa terra plena de anjinhos, harmoniosa, onde os malmequeres estão cada vez mais desfolhados. E até não têm em quem votar!

"Há para aí uns malmequeres/ Que andam a mudar de cor."

maio 22, 2007

Estranho .... ou não

Parece-nos estranho que nada se comente sobre a perca de mandato prevista para os autarcas do Municipio do Bombarral ?
Mas mais estranho é que em silêncio, pela calada, escondidos, ... alguns politicos por ai andem a perguntar e tentem saber por uns e por outros quem são os candidatos que se avisinham.
Por nós sabemos de fonte segura que se prepara uma candidatura em nome do PPM !

maio 20, 2007

Nada de Novo

De Torres Novas nada de novo ! Uma coroação e um PP que apresentou uma equipe para a Câmara da capital composta pelos super deputados este PP continua com o culto de 1 deputado para cada 20 cargos em vez de 20 militantes para 1 cargo.
Esta equipe vai ser a cereja no topo do bolo deste PP sempre a descer.

maio 14, 2007

Mas há +++++++++

Estou triste com o desaparecimento da pequenina _ Madeleine Beth Mccann _ mas há mais desaparecidos e todos juntos pouco fazemos para ajudar a Policia Judiciária.

maio 04, 2007

Ir á lã ......

Estou completamente de acordo com o deputado municipal do Bombarral que propôs a atribuição de medalhas a quem denunciou á imprensa o resultado do relatório da IGAT e a quem pediu á IGAT para fazer esta inspecção.
Estamos em democracia, por isso as ilegalidades são para conhecimento do povo, pois é o povo que se pronuncia em cada eleição.
Agora tenho duvidas que a intenção desta intervenção do deputado fosse neste sentido, todos sabemos que foi, isso sim, uma intervenção condenatória dos factos divulgados á imprensa e a quem pessoalmente ou partidáriamente pediu esta inspecção.
Pena que a memória seja curta e que o deputado já não se lembre de quem pediu esta inspecção, na mira de fazer cair o anterior presidente e o anterior executivo, aliás, onde estava o actual presidente do municipio.
Como diz o ditado: Ir á lã e ser tosquiado !

maio 03, 2007

Eleições ?

Relatório do IGAT referente á Inspecção Ordinária/sectorial feita ao
Município do Bombarral em 2/10/2006

" 35. Face ao que ficou exposto somos de opinião que o processo deverá ser remetido ao Ministério Público, ........... para que seja proposta acção de dissolução do órgão executivo do município do Bombarral. "

Não pensem os mais entusiastas que a culpa é só do presidente da Câmara ! A culpa, até como está referido no relatório, é do executivo todo que praticou uma acção dolosa, já que aprovou por unanimidade uma licença que sabia não estar legal, face ás informações que dispunha dos técnicos. O executivo na sua totalidade sabia que estava a violar o PDM.

E para que não existam duvidas foi mesmo este executivo que licenciou a obra em 21/11/2005, portanto já no actual mandato de 2005/2008.

Mas não pensem que vai haver eleições. A câmara vai proceder ao contraditório e o processo vai andar até 2008.
A haver eleições agora, o PSD ganharia as mesmas, concerteza, quem sabe até com o mesmo candidato e o PS tem consciênca que ainda não conseguiu, neste mandato, cativar descontentamento suficiente nos municipes para ir a votos e poder ganhar umas intercalares.
Por isso se por um lado o PS não vai querer eleições, até porque é parte do ilicito, e sabe que vai sofrer com o voto do descontentamento nacional contra as politicas implementadas pelo 1ª Ministro, por outro lado dos restantes partidos só a CDU poderá estar interessada em eleições como forma de corrigir alguns erros de vereação e como forma de acusar o anterior executivo, para tentar esconder que deste, executivo, também faz parte, tem pelouros e apoiou a ilegalidade.

Mas vamos esperar para ver pois o tempo é bom conselheiro e tudo apaga da memória(?) politica.

abril 23, 2007

Independente

Hoje já sou independente, politicamente !
Adeus CDS, passei a independente.
Já não estou refem de qualquer disciplina partidária, passados 30 anos, abandonei o CDS.
Hoje já sou independente !
Sou monárquico e democrata cristão não filiado em qualquer partido ou organização politica mas pertencendo á Real de Leiria.

PARA QUE QUER PAULO PORTAS O CDS, PARA QUE QUER O CDS PAULO PORTAS

A declaração de vitória de Paulo Portas foi um prodígio de vácuo. Tirando dois fraquinhos sound bite, bastante abaixo das capacidades do grande produtor de efeitos especiais - as directas "foram a Primavera do CDS" e "se conseguirmos nada ficará na mesma na política portuguesa" - um cidadão ficava ontem sem perceber o que ganhou o partido com a troca.
Paulo Portas conseguiu não dizer rigorosamente nada na sua primeira declaração após o regresso à liderança: repetiu a intenção de captar o centro-direita para o CDS e fez uma espécie de teste de prevenção à habitual pancada que leva de boa parte das elites da esquerda e da direita, muitas vezes por boas razões: "Sei que na sociedade portuguesa há preconceitos contra este vosso amigo que aqui está. Vou lidar com eles com inteira naturalidade." O resto ,"o partido contemporâneo" é uma variante do "partido sexy", que António Pires de Lima voltou a explanar na última edição do Expresso. Uma coisa sedutora, de quem toda a gente gosta, vá lá saber-se porquê (enquanto programa ideológico, digamos que as duas definições são um achado).
Quem esperava alguma coisa de novo neste regresso de Paulo Portas, ficou ligeiramente desolado. Portas, afinal, não tinha nada de substancialmente grave para dizer. Para quem acredita que a personagem - no deserto que é a cena política nacional - ainda tem alguma coisa para fazer pela sua área política, coloca-se a questão de saber se Paulo Portas quer, efectivamente, dizer alguma coisa de novo enquanto líder partidário, ou se se vai limitar a gerir a crise do CDS (aliás velha de quase vinte anos) e utilizar o partido como plataforma para outros voos.
Há um lugar que está vago e, por acaso, tem lá inscrito o rosto de Paulo Portas: é o de opositor à direita de Aníbal Cavaco Silva nas próximas eleições presidenciais. Num dos programas em que comentava "O Estado da Arte", Portas deixou escapar que a direita pode, em 2011, estar sem candidato, se Cavaco Silva decidir fazer o caminho dos seus antecessores - conseguir ser eleito também pela outra parte do país que o tinha recusado à primeira. É evidente que a linha de coesão entre Cavaco Silva e o Governo deixará a direita aflita em 2011 - se, entretanto, nada ocorrer de estruturalmente novo na política nacional até lá. Reconheça-se que, prematuramente dada por adquirida, a possibilidade de o PS de Sócrates voltar a ter maioria absoluta em 2009 poderá situar-se neste momento em grande dúvida.
Se a vitória de Paulo Portas sobre Ribeiro e Castro deu a impressão de "esmagamento", diga-se em abono da verdade que Ribeiro e Castro teve uma excelente derrota: humilhado e ofendido desde o primeiro dia da liderança pelos partidários de Paulo Portas, Castro bateu-se nos últimos tempos com um misteriosa energia que lhe veio da oportunidade de travar um combate com "o desejado". Para um histórico precoce, remetido há anos para as franjas do partido e que veio do nevoeiro de Bruxelas no meio de uma crise de liderança e ganhou contra o aparelho, não esteve mal. O que lhe faltou em ambição na liderança, sobrou-lhe na tentativa de resistir ao inevitável. Não deixou o CDS em grande posição nas sondagens, mas deixou uma imagem caríssima à nação: uma vítima, acossada e séria. Pode ser que isso ainda lhe sirva para alguma coisa.
Ana Sá Lopes_Jornalista DN

abril 22, 2007

Mais do mesmo

O ex-dirigente do CDS-PP Nobre Guedes avisou hoje que o partido tem de ser completamente diferente do que foi no passado, dizendo que não estará disponível «se for para fazer mais do mesmo».
Nobre Guedes foi um dos notáveis do CDS que esteve presente na sede do partido para ouvir a declaração de vitória de Paulo Portas, a par do ex-vice-presidente António Pires de Lima e dos deputados Nuno Melo, Mota Soares, Nuno Magalhães, António Carlos Monteiro e Hélder Amaral, .......
"In Portugal Diário"
Se eles são os mesmos o que é que vai mudar ? O que é que vai ser diferente ?

Adeus CDS

O CDS de Adelino Amaro da Costa MORREU!
O resultado destas eleições não é nem mais nem menos do que o requiem pelo CDS.

Adeus CDS

Portas ganhou !
Agora durante uns anos vamos ter muito barulho e muita demagogia. Depois vem uma nova derrota em 2009 e lá vai embora outra vez.
Portas regressa para garantir lugar nas listas aos amigos do presidente.

abril 20, 2007

Óbviamente ....

Se ganhar as eleições como é que vai trabalhar com um grupo parlamentar tão hostil?
O grupo vai ter que seguir a linha do partido. Quem não estiver em condições de o fazer terá que seguir outro caminho.
Tem o problema da liderança da bancada para resolver... Eu faço jogo claro. Se for eleito presidente, o próximo líder parlamentar será o meu vice-presidente, o dr. José Paulo Carvalho. É justo que se premeie quem só fez oposição para fora e não para dentro do CDS.Considera que alguns deputados deviam pôr o lugar à disposição?
Tenho procurado e continuarei a procurar ser inclusivo. Agora, é evidente que se houver pessoas que sintam que não estão em condições de desenvolver a linha do partido, então devem ceder o lugar a outros, que estejam em condições de o fazer. Mas o que desejo é que a voz do partido se faça ouvir, e que desta vez seja bem ouvida.Caso vença as directas, ainda é compatível ter Ribeiro e Castro na presidência e Paulo Portas no grupo parlamentar?
Ouvida a voz do partido, não faço exclusões, faço exigências. Fez algumas nos últimos dois anos. Sem resultado...Mas estas directas são muito importantes por isso. O que é que se passou antes?
Havia uma oposição interna cujo chefe estava escondido, estava atrás das moitas, dos arbustos... E isso era um factor de grande perturbação. Desde há meses que o dr. Portas actua como se fosse um presidente sombra e como factor de fomento de indisciplina. Acredito que, vencido o chefe da oposição, as coisas entram no caminho. É importante que o CDS seja libertado do condicionamento do velho ciclo, que tem sido uma pressão muito grande ao longo dos últimos meses. É a única forma de o partido encontrar paz. O CDS não terá paz com Portas?
O dr. Portas introduziu fracturas que geraram sentimentos de grande indignação. Há pessoas que já saíram e tenho-me esforçado, nas últimas semanas, para travar mais saídas. Infelizmente, em alguns casos não foi possível, como no caso da dra. Maria José Nogueira Pinto, que praticamente foi expulsa do partido pelo grupo do dr. Portas. Se perder qual será o seu lugar no CDS?
O de sempre, sou militante do partido. Mas estou a contar ganhar.Arrepende-se da forma como lidou com as questões internas?
Não, infelizmente acho que as coisas tinham que seguir este rumo. Hoje estou convencido que isto foi planeado, para desencadear uma crise nesta altura, depois de passadas as provas eleitorais - as autárquicas, as presidenciais, o referendo ao aborto -, em que não dava jeito estar à frente do partido. Se voltasse atrás, mantinha-se como eurodeputado?
Claro. Isso é um falso argumento de quem quer derrubar o presidente do partido. E o facto de Paulo Portas referir essa questão só prova duas coisas: que foi sempre ele o instigador da intriga interna e a absoluta indigência das suas propostas. Modéstia à parte, tenho cumprido bem os dois mandatos [de eurodeputado e presidente do CDS]. E nestes dois anos, passei 222 dias em visitas por todo o País. Os seus adversários acusam-no de querer recorrer para os tribunais por interposta pessoa... Isso é conversa de chacha. Os militantes têm o direito de reagir a coisas que consideram injustas - não sou estalinista e espero que ninguém seja. Deixemos as coisas funcionar, como gente adulta. O dr. Paulo Portas não é mestre-escola e eu não faço parte do infantário dele. Assumo a minha responsabilidade, sou líder do CDS, fui desafiado a meio do meu mandato e estou num combate político. Não tenho medo, recomendo que ninguém tenha.O que é que separa o seu projecto do do seu adversário?
Há muitas diferenças entre o novo ciclo e o velho ciclo. Estão em causa sobretudo três questões - além da lealdade e da lisura de processos. O modelo de partido, o posicionamento estratégico e a agenda de valores. Tenho uma visão de um partido aberto - e tenho aberto o CDS -, com um compromisso profundo com os ideais que afirma, com um espírito de serviço ao País. Os partidos ou representam alguma coisa ou então não são partidos principais. E eu aspiro para o CDS um partido principal. A única coisa boa da tareia que levámos em 2005 é que isso nos deu espaço para fazer uma cura de oposição. Mas isso não é repetir os mesmos erros. Eu não ponho em causa o esforço e o trabalho do dr. Portas, só que isso foi um fracasso absoluto. Foi sempre a descer.

abril 19, 2007

O poder a quem de direito

JRC disse no seu discurso na Batalha que se for reeleito o partido vai premiar o protagonismo local, devolvendo o poder ás distritais para escolherem os seus representantes, sem serem impostos os amigos do presidente do partido, como tem sido hábito no passado do PP

1999

Porque será que o PP que até já foi deputado europeu, 1999, agora tem tanto contra o facto do JRC ser deputado europeu ?

Bruxelas

Lembram-se daquele presidente do PP que era apoiado pelo Portas e era Deputado Europeu ?
Nessa altura era conveniente ao Portas que o Presidente do PP estivesse em Bruxelas, assim ele, Portas, podia preparar por cá a forma de também nessa altura tomar o poder de "assalto".

RTP

No frente-a-frente, ambos os candidatos à liderança do CDS reiteraram aqueles que têm sido os seus principais argumentos na campanha interna: enquanto Ribeiro e Castro voltou a acusar Portas de ter aberto uma crise no partido, Portas repetiu que "o essencial" é fazer oposição ao primeiro-ministro, José Sócrates.

RTP_Não é preciso pedir

"Para uma pessoa com a experiência do dr. Paulo Portas não é preciso pedir, sabe o que é preciso fazer para unir o partido ou provocar erosão"

RTP_ Intriga interna

O líder do CDS-PP Ribeiro e Castro acusou Paulo Portas de ser "o promotor da mais baixa intriga interna", quando o ex-líder do partido criticou a sua opção de se ter mantido como eurodeputado.

abril 17, 2007

Para os + esquecidos

Abril 2005 - Ribeiro e Castro eleito Presidente, críticos pedem para que saia de Bruxelas, criticando-o desde o 1º dia.
Maio 2005 - Oposição interna organiza as “Noites à Direita” - Café Nicola (foi um fiasco mas tentaram)
Junho 2005 - Dia 18 - Directas no CDS-PP / Dia 19 – Falam em chapeladas
Julho 2005 - Nuno Melo em entrevista volta a criticar lugar de Bruxelas
Setembro 2005 - A meio das autárquicas Telmo Correia fala de presidenciais, quase rebenta com a campanha em Lisboa
Outubro 2005 - Conselho Nacional – Decisão do apoio a Cavaco muito criticada. Insurgem-se contra a escolha da direcção que viria a ser vencedora.
Novembro 2005 - Procriação médica assistida discutida no Parlamento. 8 Deputados fazem declaração de voto, Paulo Portas incluído, contrariando o partido.
Dezembro 2005 - Presidenciais
Janeiro 2006 - Presidenciais
Fevereiro 2006 - Paulo Portas volta a apresentar declaração de voto sobre lei da nacionalidade prejudicando imagem do partido
Março 2006 - Tomada de Posse do Pres. República, grupo parlamentar não aplaude de pé – Sampaio Pimentel, referindo-se ao Presidente diz: “Se tiver um pingo de vergonha, demita-se”. Portas inicia “Estado da Arte” – começam os sms’s aos militantes. Herculano (Santarém) exige congresso e recolhe assinaturas. Pires de Lima insinua que Monteiro foi convidado a regressar e agita águas
Abril 2006 - Preparação do Congresso - Críticos insistem durante este mês na conversa do Eurodeputado
Maio 2006 - Congresso da Batalha – “Antagonismo Militante”
Junho 2006 - Limitação dos Mandatos dos dirigentes do Partido: agitação das águas. Nova polémica interna
Julho 2006 - Conselho Nacional: Limitação dos Mandatos dos dirigentes do Partido – o CNJ era não vinculativo e não prestava para pessoas que viam o mandato em perigo, os mesmos que exigem agora vinculações
Agosto 2006 - Nuno Melo em entrevista ao Independente diz que o partido não aguenta muito mais tempo esta lógica (ataque a Ribeiro e Castro)
Setembro 2006 - Pires de Lima diz que Congresso é inevitável em 2007 - Portas fala em cartão vermelho no “Estado da Arte” - Pacto da Justiça –Críticas a Ribeiro e Castro
Outubro 2006 - Nuno Magalhães diz ao Semanário que o partido tem saudades de Portas, Nobre Guedes e Portas começam voltas pelo país - Eleição do Líder parlamentar
Novembro 2006 - Hélder Amaral dá entrevista ao Semanário dizendo que Paulo Portas é líder Natural, adiamento das Jornadas Parlamentares
Dezembro 2006 - Jantar Natal da Concelhia de Lisboa – Discurso do Nuno Melo
Janeiro 2007 - Demissão do Pres. Grupo Parlamentar
Março 2007 - Portas Candidato
É por estes motivos e por outros que: Eu acredito !

março 02, 2007

Os Grandes Bombarralenses do séc. XX






Aproveitando o programa televisivo da RTP, Os Grandes Portugueses, baseado no programa de grande êxito da BBC "Greatest Britons", que tem o objectivo de escolher quem foi o maior português da História de Portugal.
Porque este projecto ultrapassa largamente o mundo televisivo. Cobrindo vários níveis de multimédia, este programa combina informação, biografia, documentário e entretenimento com um grande e único objectivo, o de incentivar os portugueses a nomear o seu Grande Português.
Os portugueses puderam escolher quem era o seu Grande Português. Essa pessoa podia ser um rei, um político, um cantor ou até mesmo um familiar. A RTP lançou assim o desafio e as pessoas puderam votar ou através de telefone, via SMS ou até mesmo pela internet.

Seguindo este exemplo LANÇO AQUI UM REPTO aos Bombarralenses em geral, e á Câmara Municipal, ao Bomportal, ao Noticias do Bombarral, ao Área Oeste e á Rádio 94FM em Particular.

Vamos eleger “Os Grandes Bombarralenses do século XX”, a exemplo do que outros concelhos nossos vizinhos já estão a fazer como forma de homenagearem os seus antepassados mais ilustres, sem qualquer interferência devemos numa primeira fase dar voz aos Bombarralenses para, aleatoriamente num determinado espaço de tempo, elaborarem uma lista de personalidades considerada “Lista de Sugestões para o voto” e depois deverá ser elaborada uma pequena lista de biografias e, essa sim será a lista a por a votação de forma a serem eleitos primeiro 10 cidadãos do Bombarral, “ Os Grandes Bombarralenses do século XX” e depois “O Grande Bombarralense do século XX”, todos eles s serem galardoados durante o decorrer do feriado municipal, concluídos todos os tramites oficias para essa homenagem.

Aqui fica o repto, agora é por mãos á obra, e homenagear em vida ou a titulo póstumo aquele que foi O GRANDE BOMBARRALENSE DO SÉC. XX

março 01, 2007

Grandes Portugueses

Dr. António de Oliveira Salazar - 1889/1970
Este foi sem margem de duvida UM GRANDE PORTUGUÊS

Dirigiu os destinos do País durante quatro décadas. Foi ministro das Finanças, presidente do Conselho de Ministros, fundador e chefe do partido União Nacional. Afastou todos os que tentaram destituí-lo do cargo. Instituiu a censura e a polícia política. Criou dois movimentos paramilitares: a Legião e a Mocidade Portuguesas. Mas equilibrou as finanças públicas, criou as condições para o desenvolvimento económico, mesmo que controlado, e conseguiu que Portugal não fosse envolvido na II Guerra Mundial. Manteve a separação entre o Estado e a Igreja. Figura controversa, marcou sem dúvida a história do País.

“Sei muito bem o que quero e para onde vou”, disse António de Oliveira de Salazar na tomada de posse da pasta das Finanças, em 1928. E durante quase 40 anos assim foi. “Primeiro-ministro, a que uns chamarão déspota esclarecido e outros iluminado. Governou em nome do povo, substituindo-se a ele e invocando a Nação.” Salazar nasceu no dia 28 de Abril de 1889. Para os pais, um casal de agricultores de Santa Comba Dão, era a resposta às suas preces. Maria do Resgate, de 44 anos, dera à luz quatro filhas e já quase perdera as esperanças de deixar no mundo um filho varão. Tratado quase como um milagre, teve direito a aulas particulares até à entrada no seminário diocesano de Viseu, em 1900. A sua inteligência e vontade de aprender deram frutos: obteve a equivalência do liceu com 19 valores e decidiu-se pelo curso de Direito, em Coimbra. Na cidade dos estudantes fez uma das suas poucas amizades, que manteve ao longo da vida - o padre Manuel Cerejeira, futuro cardeal. “São duas pessoas muito curiosas do seu tempo, Salazar e Cerejeira foram marcados pelo catolicismo e pela política católica, a chamada democracia cristã.” Durante este período, Salazar liga-se à ala católica, anti-republicana. Faz parte do Centro Académico da Democracia Cristã e escreve artigos de opinião em jornais ligados à Igreja. É, assim, com naturalidade, que concorre por Guimarães como deputado ao Parlamento. Demora-se no cargo apenas três dias. Desiste e regressa a Coimbra. Salazar regressa à sede do poder em 1926. A crise económica, entretanto instalada, e a instabilidade política da I República tinham levado ao golpe militar de 28 de Maio. Professor de Coimbra, muito considerado, recebe a pasta das Finanças. Desta vez, demora-se mais tempo no cargo: 13 dias. Por não ver satisfeitas as condições que impusera como indispensáveis, demite-se. Sabe que, mais cedo ou mais tarde, precisarão dele. Menos de dois anos depois, o convite é repetido. Exige em contrapartida o controlo sobre as despesas e receitas de todos os ministérios. Entre 1928 e 1929 consegue um superavit nas finanças públicas. Aquele que se afirmava como um não-político, iniciava uma carreira meteórica. “Salazar tinha aquela concepção de que há uma elite política, que é a do regime, que está toda reunida num partido único, a União Nacional, e Salazar, que é um ditador. Depois, há todas as outras pessoas, que deviam deixar-se governar. Evidentemente, é a tal história: manda quem pode, obedece quem deve. E, para isso, não se faz política”. Em 1930, como alternativa à ditadura militar, imposta em 1926, e às sucessivas revoltas da oposição democrática, Salazar funda o partido União Nacional. Prepara-se para tomar o poder. Este seria o denominador comum de todos quantos quisessem servir a pátria. “Tudo pela Nação, nada contra a Nação”, dizia. Político exímio, o ministro das Finanças da ditadura militar consegue afastar os sucessivos presidentes do conselho de ministros militares nomeados. Acaba por assumir o governo do País em Abril de 1932. No ano seguinte, faz ratificar uma nova Constituição, apesar de uma abstenção de 40% (considerados votos a favor). O seu poder pessoal passa a assentar em bases sólidas. Cria a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), mais tarde Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), uma polícia política. Proíbe as oposições e impõe, com o partido único, um regime totalitário. Chama a si o despacho directo dos pelouros sensíveis, onde se inclui a propaganda e a censura. “Só para dar alguns exemplos, não havia suicídios em Portugal, porque a censura censurava os suicídios. Não havia conflitos sociais, porque a censura censurava os conflitos. Enfim, ele tentou criar a imagem de uma sociedade perfeita”. A vontade de mudança surge com o fim da II Guerra Mundial, em 1945 e 1949, com a criação do Movimento de Unidade Democrática (MUD), mas sobretudo em 1958, nas eleições presidenciais. O general Humberto Delgado - que fora seu activo colaborador - congrega à sua volta a oposição e provoca uma onda anti-salazarista. O chefe do Conselho de Ministros defende-se, reforçando a acção repressiva. Altera a Constituição e torna a eleição presidencial dependente de um colégio eleitoral da confiança do regime. Com a perda da Índia Portuguesa, em 1962, e o início da guerra em África, no ano anterior, Salazar já não tem a mesma confiança no povo português. Em conversa com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Franco Nogueira, desculpa-se: “Se em lugar de governarmos este país, governássemos outro, conseguia-se mais. Neste, a gente puxa mas, como não dá, temos a tendência para nos nivelarmos à massa.” “O essencial do seu pensamento é este”: “A ideia do equilíbrio económico-financeiro e da autoridade que deve controlar a liberdade. A ideia de um Portugal projectado no mundo através de um império, e não integrado na Europa. A ideia de um país que vivesse de forma comedida, sem excessos de riqueza, luxo ou ambição. Portanto, governou Portugal à sua medida.” Em 1968 a guerra em África matava os mesmos homens - e os seus filhos - que Salazar dizia ter salvado do conflito da II Guerra Mundial. A opinião pública já não o favorecia. Mas permaneceu no cargo. Até cair de uma cadeira. O que parecia não ter deixado mazelas transformou-se num hematoma craniano. Operado com urgência, volta a sofrer um acidente cardiovascular. É declarado incapaz e acaba exonerado do cargo. No entanto, morre sem o saber. Corria o ano de 1970. Com a sua morte, morre um regime que viveu da sua imagem. Mais de 40 anos passados, a polémica ainda está instalada: foi o salvador da pátria ou um ditador? “Como os fenómenos culturais são lentos a mudar, há uma certa inércia que fica na cabeça das pessoas. Essa inércia diz o seguinte: foi um tempo em que não havia democracia, nem liberdade, mas havia estabilidade, autoridade e um viver modestamente, mas em equilíbrio económico e financeiro”. “E essa ideia que ficou tem o seu lastro que, de quando em vez, vem ao de cima, porque 40 anos são muito na história de um povo.” (in os grandes portugueses)

fevereiro 27, 2007

Uma das lições de Salazar

O ESTADO NOVO E SALAZAR CONSTRUIU ESCOLAS
A DEMOCRACIA E SÓCRATES FECHA ESCOLAS

"A escola é o palco privilegiado para a inculcação dos valores defendidos pelo Estado Novo. Os manuais escolares, livros únicos para o então Ensino Primário, criteriosamente seleccionados pelo Ministério da Educação Nacional e adoptados por longos anos, dão-nos imensos exemplos desses valores: a glorificação da obra do Estado Novo e do seu líder, Salazar; o papel da mulher, limitada à função de esposa e mãe; a caridade que, quantas vezes, substitui a função social do Estado; a catequese, incutindo os rudimentos da doutrina católica; a gloriosa história pátria que transforma Portugal na Nação mais bela do mundo e de que o Estado Novo é o mais legítimo herdeiro"

Costumes que se perderam ! Em favor de ........

Recordar em tempos de homenagem, é uma forma de lembrar um passado que em muitos deixou saudades e a noutros não trouxe qualquer vantagem no futuro ....
ANTES DO INICIO DA AULA
Todos: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ámen.
Professor: Jesus, divino Mestre,
Todos: Iluminai a minha inteligência, dirigi a minha vontade, purificai o meu coração, para que eu seja sempre cristão fiel a Deus e cidadão útil à Pátria.
Todos: Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.

DEPOIS DA AULA:
Professor: Graças Vos damos, Senhor,
Todos: Por todos os benefícios que nos tendes concedido. Ámen.
Professor: Abençoai, Senhor,
Todos: A Vossa Igreja, a nossa Pátria, os nossos Governantes, as nossas famílias e todas as escolas de Portugal. Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ámen.»

fevereiro 15, 2007

O inicio da caminhada....


Á muito tempo que não escrevia aqui por estes lados ! Tenho estado retirado mas, ocasiões existem que nos fazem sempre voltar mais do que não seja para lançar uma gargalhada sobre a politica local.

Sinceramente não esperava que o PSD do Bombarral viesse tão rápidamente dizer " Albuquerque regressa estás perdoado" mas vou estar na 1ª fila da Assembleia para ver. Sim quero ver a cara de Albuquerque Álvaro e a cara do actual presidente Luis Camilo, quando Albuquerque Álvaro for galardoado com a medalha do concelho do Bombarral.

Albuquerque Álvaro, merece, fica para a história como o 3º Presidente eleito depois do 25 de Abril. Albuquerque tem os seus defeitos e tem as suas virtudes, hoje não me compete a mim nem a ninguém fazer essa análize, a história futura dirá e provará o que tiver de ser.

Mas, voltando ao tema, o PSD queria homenagear "alguém" então vai dai para que o PS não desaprova-se tira da cartola a proposta milagrosa de homenagear os presidentes de câmara, eleitos, depois do 25 de Abril e junta Albuquerque com Serafim e o PS lá tem que engolir o sapo e votar.....

Sou de opinião que as homenagens devem ser feitas em vida, e dai concordar com a atribuição de medalhas a quem se teve evidência nos destinos do concelho do Bombarral ou de outro qualquer mas, homenagear só por homenagear ou porque fica bem já me parece de um provincianismo desmedido, estou a falar das homenagens aos antigos presidentes da Assembleia Municipal, pois se alguns existem que possam ter tido qualquer influência no concelho, outros há que até ninguém sabe que já foram presidentes deste órgão quanto mais encontar qualquer acto de relevância para o concelho.

Bom isto ainda pode ser considerado "dor" mas não é ! É unicamente o constactar que uma medalha de honra deve ser dada com peso e medida e não deve ser fulanizada de forma a perder quer o seu valo simbólico quer sentimental.

Agora vamos esperar pelo Feriado Municipal e vamos isso sim ver as caras dos opunentes, isto é se ainda estiverem todos no activo nessa altura, pois que esta acção consertada do PSD mais parece o inicio de uma caminhada para recuperar Albuquerque Álvaro para 2009.

Até esperamos ...... já vimos tanto no Bombarral que já nada nos admira .

novembro 25, 2006

Iô !

Hoje pelas 13:57 horas recebi enviada de um anónimo a seguinte mensagem:

O Presidente da Câmara de Bombarral não sabe nadar iô !
Só sabe trepar !!

Anonimato: - é a qualidade ou condição do que é anônimo, isto é, sem nome ou assinatura. A expressão designa ainda o indíviduo sem renome.
Com o advento das mensagens por telecomunicações e, em particular, pela Internet, designa o acto de manter uma identidade escondida de terceiros.

novembro 06, 2006

Santa Casa do Cadaval ou do Bombarral

Que a Santa Casa da Misericórdia, aliás uma das instituições mais herdeira e mais rica de Portugal, faça cortejos de oferendas para angariar fundos, eu até compreendo mesmo tendo em conta que desta vez, no Bombarral, o Largo da Igreja mais parecia uma exposição de viaturas da Santa Casa da Misericórdia.
Mas agora que no mesmo Largo da Igreja do Bombarral se publicite, no palco, a Câmara Municipal do Cadaval é que já tenho alguma dificuldade em compreender ou secalhar até não tendo em conta que os protocolos e os subsidios à Santa Casa do Bombarral são atribuidos e dados pela Câmara do Cadaval (?) e não pela do Bombarral.
Cada vez compreendo menos, os jardins e as flores, destes senhores que "governam" este concelho do Bombarral

setembro 10, 2006

Polo II


Zona de comércio e serviços inaugurada com pompa e circunstância pelo executivo camarário.

agosto 14, 2006

Obrigado

"Coragem não é a ausência de medo mas antes a percepção de que algo é mais importante do que o medo"
Numa corrida contra o tempo, os bombeiros fazem do dia-a-dia batalhas contra a morte.
Nem sempre ganham a guerra. Mas no fim do dia sabem que deram o seu melhor.
Ao toque da sirene, a reacção é imediata. Correr para o quartel entrar no carro e arrancar. Com sangue frio, parecem alheios à velocidade a que seguem e já pensam no próximo incêndio.
Não sou pessoa com as credenciais necessárias para avaliar o que move os bombeiros, homens e mulheres, a enfrentar o perigo permanente face ao calor demolidor das chamas.
Muito menos para avaliar o que os move quando enfrentam uma outra catástrofe qualquer.
Não sei se tudo quanto pensam em cada situação destas é o "alimento" da sua coragem ou, por outro lado é o desânimo da sua impotência, face a tão dolorosos flagelos.
A única coisa que sei é que estes homens e mulheres podem estar cansados mas não vencidos, podem estar esfomeados mas satisfeitos pelo que fazem e pelo que dão em prol da sociedade.
São estes homens e estas mulheres que dizem sempre “PRESENTE" sem olharem ao tempo e, sem pensarem que podem não regressar, e sobretudo sem pensarem se o que defendem é de um amigo ou de um inimigo.
Por esta CORAGEM apenas posso dizer: OBRIGADO.

agosto 07, 2006

Um novo projecto

Este é um novo projecto. Foi inaugurado hoje pelas 12:00 horas.
Um restaurante com comida italiana, " Ristorante La Piazzetta" com uma decoração alegre e jovem, onde o jogo das cores "vivas" é predominante. Aqui podem ser degostadas as mais diversas e deliciosas pastas italianas, acompanhadas por um " Lambrusco" tinto ou branco.
Está aberto ao almoço de 2ª feira a sábado das 12:00 horas às 15:00 horas e ao jantar de 5ª feira a sábado das 19:00 horas às 22:00 horas. Aconselhamos uma visita a este local acolhedor com uma gerência simpática.

julho 20, 2006

Limpo de casca ... Só em férias

O Bombarral vai de férias, durante o mês de Agosto dirija-se a outros concelhos, este está fechado, não é visitavél !
Como é possivél que até a Feira da Pêra Rocha, agora envolvida na polémica proposta de organização por troca com outro concelho, deixe de ser feita em Agosto para ser feita em Julho, altura, aliás, em que não existe sequer pêra, para além de algumas que ainda estejam nos frigorificos, (?) .
É uma nova forma de fazer politica no concelho do Bombarral.
Os actuais politicos bombarralense, face a muitos vicios acumulados em empregos anteriores, fazem férias em Agosto, por isso não podem ser incomodados com eventos populares, "eles não são povo", são uma classe superior.
Só os eternos "parvos" os comerciantes continuam a pagar os impostos e a ter um municipio que nada faz para cativar visitantes nas épocas de menor fluxo, de forma a minimizar os prejuizos que vão crescendo com esta estagnação.
Pena que não ser autarca seja um emprego, das 10 ás 16, e não um acto de solidariedade, mesmo que pago, para com os seus pares.
Já por ai anda em queira fundar um novo movimento concelhio o - A.R.T.S. -
Boas férias para vós porque eu não vou a banhos .

julho 10, 2006

Pra 1º Ministro


Scolari pra 1º Ministro já.
Ninguém desde a nossa fundação conseguio o feito de Scolari !
Scolari fez com que os portugueses sentissem o seu hino, " Heróis do Mar".
Scolari fez com que os portugueses sentissem a sua bandeira.
Podem continuar os criticos e os politicos a dizer que não houve patriotismo no sentimento Português de pôr uma bandeira em cada janela nem no canto repetido da "Portuguesa". Digam lá o que disserem mas tudo isto não passa de "dor de corno" sim porque desde Aljubarrota e da "padeira" que não se via tanto Patriotismo.
Scolari falou Português que o Povo entendeu !
E os politicos, os nossos ministros, os nossos sindicalistas e as nossas mentes "brilhantes" quando é que falam uma linguajem que o povo entenda.
DEMITA-SE ENG. SOCRATES QUEREMOS SCOLARI PARA 1º MINISTRO JÁ

julho 09, 2006

Obrigado Portugal


A Selecção Nacional - Clube Portugal cumpriu, com brilhantismo, a sua caminhada no Campeonato do Mundo de 2006. Fomos eleitos a equipa com futebol mais atractivo do Mundial de 2006, apesar de a campeã Itália ter sido a mais votada pelo público. Portugal, que terminou o torneio em quarto lugar, recolheu 43 por cento dos votos feitos no site oficial do Mundial na Internet (www.fifaworldcup.com), contra 46 da Itália, mas o Grupo de Estudos Técnicos da FIFA optou por Portugal. A "equipa de todos nós" sucede à Coreia do Sul (2002), à França (1998) e ao Brasil (1994). Obrigado a todos por dignificarem o nosso País. Até 2010, campeões.