julho 30, 2026

A moldura que resitiu

 

Numa madrugada silenciosa, um gabinete foi alvo de um assalto. Os ladrões reviraram gavetas, abriram armários e espalharam documentos pelo chão, deixando um cenário de grande destruição.

No meio da confusão, uma moldura com a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que estava pendurada na parede, caiu com estrondo ao chão. Quem viu o estado do gabinete no dia seguinte pensou que a moldura estaria completamente partida.

Mas, para surpresa de todos, ao pegarem nela verificaram que o vidro permanecia intacto, a imagem não tinha qualquer dano e o pequeno crucifixo que a acompanhava continuava no seu lugar. No meio de tanta desordem, aquele objeto de devoção parecia ter escapado ileso de forma inexplicável.

Para alguns, foi apenas uma feliz coincidência. Para outros, sobretudo para quem tinha uma profunda fé em Nossa Senhora de Fátima, aquele momento foi vivido como um pequeno sinal de proteção e esperança: apesar da violência do assalto, a imagem permaneceu intacta, lembrando que, mesmo nas maiores adversidades, a fé pode permanecer firme e inabalável.

julho 14, 2026

Os militares portugueses na Guerra Colonial

Aqui uma breve resenha da guerra colonial e dos seus bravos.

Entre 1961 e 1974, milhares de militares portugueses serviram nas então províncias ultramarinas de Angola, Guiné e Moçambique, cumprindo as missões que lhes foram atribuídas pelo Estado português.

Durante os 13 anos de conflito, perderam a vida cerca de 8.290 militares portugueses, desses também muitos naturais das províncias.

O maior número de mortos registou-se em Angola 3.258 dos quais em combate 1.306 e mortos em acidentes e doença 1.952.

Seguindo-se a Guiné com 2.070 mortos e Moçambique.

Em Angola verificou-se uma particularidade: morreram mais militares em acidentes, doença e outras causas não relacionadas diretamente com o combate do que em ações de combate, enquanto na Guiné e em Moçambique a maioria das baixas ocorreu em combate.

Independentemente das circunstâncias em que perderam a vida, todos estes militares prestaram serviço em condições extremamente difíceis e o seu sacrifício constitui uma parte marcante da história de Portugal, merecendo respeito e memória.

Uma morte só por si era má mas, afinal foi fora das matas e dos combates que mais militares morreram em Angola, para não falar dos cerca de 1.000 colonos civis que foram mortos pela UPA também em Angola.

A propósito do Ministro Luis Neves


Eu tambem o faço, porque é que os ministro ou secretários de estado ou de outros cargos dirigentes ou qualquer cidadão não o podem fazer ?

A solidariedade começa muitas vezes mais perto do que imaginamos. Quando precisamos de fazer obras, contratar um serviço ou comprar um produto, vale a pena olhar primeiro para os nossos amigos, familiares e conhecidos. Ao escolher quem nos é próximo, estamos a apoiar o seu trabalho, a fortalecer a economia local e a criar uma rede de entreajuda que beneficia todos. Hoje ajudamos um amigo; amanhã poderá ser ele a ajudar-nos. É assim que se constroem relações fortes e comunidades mais unidas.
Só a esquerda, estupida, e os jornalistas não entendem isto é preferivel criticar do que ser solidário.
Quem não gostar do post, pode passar cá amanhã porque tenho mais.