outubro 11, 2009
Parabéns JMV
Parabéns ao José Manuel Vieira por mais uma vitória politica, pois conseguiu uma proeza que muitos não acreditavam.
outubro 05, 2009
Desilusão ou "criadagem"
A consciência é uma qualidade da mente, que abranje entre outras qualidades a sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre as coisas.
Nos dias que correm "alguns" julgam-se a consciência do Bombarral, apregoaando um estatuto que lhes é desconhecido e nunca lhes foi reconhecido.
Todos sabemos que mais-ou-menos de quatro em quatro anos aparecem uns "sábios" que duram os 15 dias das campanhas eleitorais e depois "hibernam" .
Desta vez temos por ai alguns desses "sábios" convencidos que são mesmo importantes e que debitam "improvérbios" sobre tudo e sobre todos, convencidos que são a "consciência do concelho", pena que para falarem de si tenham que trazer para a mesa da opinião sempre a figura "paternal" de alguém que nunca está presente.
Nunca gostei dos que dizem mal ou acusam "outros" sem a sua presença, esses são os primeiros a dizer mal de nós quando não estamos presentes.
Tenho, durante esta campanha, ouvido os mais diversos comentários, uns bons e outros menos bons, sobre tantas pessoas, pessoas que se disponibilizaram para abarcar projectos em que acreditam ou acretitavam pessoas que tem opinião e que não são CRIADAS, destas "consciências do concelho".
A verdade é que são estas "consciências do concelho", que nunca fizeram nada pelo desenvolvimento e pela modernidade do Bombarral que se julgam importantes, quando há dois ou três meses eram uns ilustres desconhecidos e hoje estão cheios de ambição politica e não nos podemos esqueçer que ambição é um termo semelhante a ganância, só que em escala elevada.
A verdade é que estes novos ambiciosos, que pensam que só os outros é que tem obrigações e principalmente a obrigação de serem seus criados, andavam por ai pelo Bombarral, politicamente, como uns ilustres desconhecidos.
Estes sim são uma desilusão...
outubro 03, 2009
Não vamos adiar
Nos panfletos que nos são distribuidos ao som da musica de cada campanha, dizem os do CDS que “É tempo de mudar” e que é a “Esperança para a mudança” já pelo PS é nos dito que são “A verdadeira mudança” e que “Estão preparados para a verdadeira mudança” e por sua vez o PSD que (des) governa o município desde 1993, diz que é uma opção de “Credibilidade e proximidade” e “Uma equipa de confiança”Parece-me, pois, que a opinião geral dos candidatos é a necessidade de mudar e todos querem ser a força dessa mudança. Mesmo a CDU, e estamos de acordo, nos diz que “é possível um concelho melhor”
Não temos pois duvidas que nos partidos todos estão com essa vontade de mudança, incluindo principalmente os munícipes que irão votar no próximo dia 11 de Outubro.
Desta vez, ninguém será reeleito Presidente da Câmara, temos que escolher entre 3 candidatos, que o são pela primeira vez e 1 candidato que é repetente.
Se dos que se candidatam pela primeira vez, desde já temos que acreditar nos seus programas, como (?) uma carta de intenções já o candidato do PS, como repente não apresenta grandes novidades programáticas, pecando, na nossa opinião, até pelo facto de enquanto vereador nunca ter proposto qualquer das soluções que agora protagoniza, mas essa análise fica para os eleitores.
Aqui quero apenas lembar algumas das propostas apresentadas por todos que pecam no essencial por não apresentarem as respectivas soluções, essa deviar ser, aliás, a preocupação de cada um dos candidatos dizer que soluções tem para o Bombarral.
TODOS, sem qualquer excepção se propõem a - sanear financeiramente a autarquia – MAS nenhum avança com a solução para um problema que se arrasta desde 1992.
TODOS se propõem a apoiar as pequenas e médias empresas a criar planos estratégicos de apoio, etc… MAS nenhum diz como é que o vai fazer.
Tenho para mim que os programas eleitorais são para munícipe ver e pouco importa as maiores ou as mais pequenas promessas. A gestão da autarquia e dos recursos humanos da mesma fazem-se no dia-a-dia e através da maior ou menor competência e experiência de quem tem o poder.
Um presidente da Câmara tem quer “magnânimo”, e trazer para junto de si e trabalhar com todos os que o criticaram ou enfrentaram e deve ter ainda como principais qualidades a competência e a experiência como gestor.
Se dos que se candidatam pela primeira vez, desde já temos que acreditar nos seus programas, como (?) uma carta de intenções já o candidato do PS, como repente não apresenta grandes novidades programáticas, pecando, na nossa opinião, até pelo facto de enquanto vereador nunca ter proposto qualquer das soluções que agora protagoniza, mas essa análise fica para os eleitores.
Aqui quero apenas lembar algumas das propostas apresentadas por todos que pecam no essencial por não apresentarem as respectivas soluções, essa deviar ser, aliás, a preocupação de cada um dos candidatos dizer que soluções tem para o Bombarral.
TODOS, sem qualquer excepção se propõem a - sanear financeiramente a autarquia – MAS nenhum avança com a solução para um problema que se arrasta desde 1992.
TODOS se propõem a apoiar as pequenas e médias empresas a criar planos estratégicos de apoio, etc… MAS nenhum diz como é que o vai fazer.
Tenho para mim que os programas eleitorais são para munícipe ver e pouco importa as maiores ou as mais pequenas promessas. A gestão da autarquia e dos recursos humanos da mesma fazem-se no dia-a-dia e através da maior ou menor competência e experiência de quem tem o poder.
Um presidente da Câmara tem quer “magnânimo”, e trazer para junto de si e trabalhar com todos os que o criticaram ou enfrentaram e deve ter ainda como principais qualidades a competência e a experiência como gestor.
Infelizmente desde a gestão do já falecido, eleito pelo CDS, José Maria do Rosário Guilherme, que a Câmara Municipal do Bombarral não é gerida por um GESTOR.
Cabe-nos pois, a todos nós, em 2009, corrigir esta situação.
Deixem-me que vos diga, sem qualquer menosprezo por nenhum dos candidatos, pois todos têm as suas competências e as suas mais-valias pessoais, o do PS é advogado, o do PSD é bancário e o da CDU foi um bom carteiro mas, e onde está a experiência de gestão de bens e de pessoas, qualquer deles poderá ter a vontade mas falta-lhes a experiência e a capacidade profissional na área da gestão.
Resta-nos pois o candidato do CDS o Eng. João Comparada, Gestor de empresas á vários anos, aliás, possuidor de uma formatura “MBA” em gestão, Engenheiro com larga experiência na gestão de obras e de recursos humanos, consultor em energias renováveis, (o futuro da energia), e o Único candidato que é natural do Bombarral.
Cabe-nos pois, a todos nós, em 2009, corrigir esta situação.
Deixem-me que vos diga, sem qualquer menosprezo por nenhum dos candidatos, pois todos têm as suas competências e as suas mais-valias pessoais, o do PS é advogado, o do PSD é bancário e o da CDU foi um bom carteiro mas, e onde está a experiência de gestão de bens e de pessoas, qualquer deles poderá ter a vontade mas falta-lhes a experiência e a capacidade profissional na área da gestão.
Resta-nos pois o candidato do CDS o Eng. João Comparada, Gestor de empresas á vários anos, aliás, possuidor de uma formatura “MBA” em gestão, Engenheiro com larga experiência na gestão de obras e de recursos humanos, consultor em energias renováveis, (o futuro da energia), e o Único candidato que é natural do Bombarral.
Cabe a quem analisa os factos políticos, apresentar o que pensa serem os melhores caminhos para “Mudar” o rumo e o futuro da nossa terra, cabe a quem vota, votar e decidir em consciência sem olhar a cores nem a partidos políticos.
Estas eleições autárquicas irão condicionar o futuro da nossa terra nos próximos 4 anos e uma má escolha, nestas eleições, será o adiar do Bombarral não por 4 anos mas pelo menos por mais 8 ANOS.
É tempo de mudar, com credibilidade e uma equipe de confiança vamos fazer a verdadeira mudança!
Viva o Bombarral
É tempo de mudar, com credibilidade e uma equipe de confiança vamos fazer a verdadeira mudança!
Viva o Bombarral
setembro 27, 2009
10,46%
O PSD perdeu as eleições. Não só para o PS, como para o CDS/PP. A demagogia da mentira da verdade, o conservadorismo da Dra. Ferreira Leite, a intriga, a conspiração, a maledicência, a falsidade e a arrogância foram fortemente penalizados pelos eleitores.
setembro 22, 2009
A vida é o que é ....
Caminhamos pela vida intercalando momentos de entusiasmo com momentos de desilusão.
De vez em quando andamos felizes e caminhamos velozes pelo mar do mundo; noutras ocasiões - ás vezes mais frequentes - estamos murchos como folhas que o tempo engelhou.
Temos períodos de ouro, em que caminhamos sobre nuvens e tudo parece maravilhoso, e outros - tão cinzentos! - em que talvez nos apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse ao normal.
Acontece a todos e é um sinal de imaturidade.
Somos outra vez crianças em muitos dias e aspectos.
A verdade é que, na situação e na crise actual, não temos razões para nos deixarmos levar por muitos entusiasmos, pois já aprendemos, infelizmente, que não são duradouros.
A vida é o que é, e não pode ser mais do que isso.
setembro 20, 2009
agosto 29, 2009
O voto deve ser direito ou dever ?
“O maior castigo para aqueles que não se interessam pela política é que serão governados pelos que se interessam.”
Qual seria o sentido de se ter um sistema de voto obrigatório na nossa democracia?
Seria para garantir ao cidadão o seu direito de escolha dos representantes políticos ou para obrigá-lo a fazer essa escolha?
O voto, infelizmente, na minha opinião, não é obrigatório, por isso é um direito, e não um dever.
Sou de opinião e argumento na defesa da obrigatoriedade do voto só assim os cidadãos se interessariam pelas eleições. Afinal, é através delas que eles serão, supostamente, representados na via política.
Mas não é porque defendo o voto obrigatório que tenho o direito de impor esta vontade aos demais, que podem pensar diferente.
A liberdade de escolha pressupõe que os indivíduos possuem preferências particulares, e contanto que assumam a responsabilidade por seus actos, ninguém deve interferir nessas escolhas sob a forma de coação. Ora, se o sujeito deve ser livre para comer onde quiser, comprar o que desejar no mercado, por que deveria ser forçado a participar numa eleição a qual não se interessa?
Não existem bons argumentos, de facto, para sustentar tal modelo. Mas no fundo, com a crise actual, o voto acaba por ser obrigatório pois só assim mais pessoas desinteressadas iriam votar, e as suas escolhas seriam menos manipuláveis.
De uma forma mais objectiva até ficaria mais fácil cativar o voto daqueles que, sendo livres, não iriam sequer votar. Pois que normalmente são pessoas com nível de escolaridade inferior, que trocam os seus votos por promessas utópicas.
Fiz um pequeno levantamento do modelo de votação nos principais países do mundo, e a maioria possui voto facultativo. Apenas a Austrália, a Bélgica e Singapura, entre 20 países que observei, adoptam o modelo obrigatório. Os restantes reconhecem que o voto é um direito e não um dever.
Em todos eles a idade mínima para votar é 18 anos, quando não mais, como no caso japonês, onde votam somente os maiores de 20 anos.
Os países que analisei e que respeitam o direito de votar ou não dos seus cidadãos são: Áustria, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Japão, Coreia do Sul, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça, Inglaterra e Estados Unidos.
Infelizmente, quem adopta o voto como não sendo obrigatório, como nós, corre sempre o risco de ter governos, como nós, eleitos pela minoria dos eleitores é por isso que este tema é pouco debatido no país.
Está na hora de todos pensarmos e colocarmos na pauta das reformas esta questão.
Somos cidadãos livres, não súbditos. Mas a escolha dos governantes deve ser um dever e não um direito.
Qual seria o sentido de se ter um sistema de voto obrigatório na nossa democracia?
Seria para garantir ao cidadão o seu direito de escolha dos representantes políticos ou para obrigá-lo a fazer essa escolha?
O voto, infelizmente, na minha opinião, não é obrigatório, por isso é um direito, e não um dever.
Sou de opinião e argumento na defesa da obrigatoriedade do voto só assim os cidadãos se interessariam pelas eleições. Afinal, é através delas que eles serão, supostamente, representados na via política.
Mas não é porque defendo o voto obrigatório que tenho o direito de impor esta vontade aos demais, que podem pensar diferente.
A liberdade de escolha pressupõe que os indivíduos possuem preferências particulares, e contanto que assumam a responsabilidade por seus actos, ninguém deve interferir nessas escolhas sob a forma de coação. Ora, se o sujeito deve ser livre para comer onde quiser, comprar o que desejar no mercado, por que deveria ser forçado a participar numa eleição a qual não se interessa?
Não existem bons argumentos, de facto, para sustentar tal modelo. Mas no fundo, com a crise actual, o voto acaba por ser obrigatório pois só assim mais pessoas desinteressadas iriam votar, e as suas escolhas seriam menos manipuláveis.
De uma forma mais objectiva até ficaria mais fácil cativar o voto daqueles que, sendo livres, não iriam sequer votar. Pois que normalmente são pessoas com nível de escolaridade inferior, que trocam os seus votos por promessas utópicas.
Fiz um pequeno levantamento do modelo de votação nos principais países do mundo, e a maioria possui voto facultativo. Apenas a Austrália, a Bélgica e Singapura, entre 20 países que observei, adoptam o modelo obrigatório. Os restantes reconhecem que o voto é um direito e não um dever.
Em todos eles a idade mínima para votar é 18 anos, quando não mais, como no caso japonês, onde votam somente os maiores de 20 anos.
Os países que analisei e que respeitam o direito de votar ou não dos seus cidadãos são: Áustria, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Japão, Coreia do Sul, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça, Inglaterra e Estados Unidos.
Infelizmente, quem adopta o voto como não sendo obrigatório, como nós, corre sempre o risco de ter governos, como nós, eleitos pela minoria dos eleitores é por isso que este tema é pouco debatido no país.
Está na hora de todos pensarmos e colocarmos na pauta das reformas esta questão.
Somos cidadãos livres, não súbditos. Mas a escolha dos governantes deve ser um dever e não um direito.
agosto 20, 2009
A ponte
Eu não gosto de ti pelo que tu és, mas pelo que eu sou quando eu estou contigo... E se julgares que eu não gosto de ti como tu desejas, isso não quer dizer que não te ame com todo o meu coração !
agosto 19, 2009
Triste eu não vou ficar
Vou tentar em ti não pensar
Vou fazer de tudo pra te esquecer
E do meu coração tirar você
Já estou cansada de sofrer
Eu vou tentar não te amar
E vou tentar não chorar
Eu vou tentar me achar
Que pena que você não me quer
Você é a pessoa com quem eu sempre sonhei ficar
Mas eu vou te esquecer
Custe o que custar
Vou tentar em ti não pensar
Vou fazer de tudo pra te esquecer
E do meu coração tirar você
Já estou cansada de sofrer
Eu vou tentar não te amar
E vou tentar não chorar
Eu vou tentar me achar
Que pena que você não me quer
Você é a pessoa com quem eu sempre sonhei ficar
Mas eu vou te esquecer
Custe o que custar
agosto 18, 2009
Sossego na vida
Nas palmas de tuas mãos leio as linhas da minha vida.
Linhas cruzadas, sinuosas, interferindo no meu destino.
Não te procurei, não me procurastes – íamos sozinhos por estradas diferentes.
Indiferentes, cruzámos
Passavas com o fardo da vida...Corri ao teu encontro.
Sorri. Falámos. Essa noite foi marcada com a pedra brancada de uma calçada.
E, desde então, acabou o meu sossego e o teu sossego na vida...
Agora resta-me pensar que ainda é possivél caminhar, sem gritos, ao encontro da tua paz da minha paz do meu sossego ....
agosto 16, 2009
Ilusões
Acabou !
Tudo é lindo quando queremos e tudo tem um limite quando queremos. Não quero mais. Somos livres de escolher o nosso caminho, ninguém é de ninguém. A nossa terra é o mundo e o mundo é a nossa familia. Todos temos que fazer escolhas na vida e eu não acredito em coincidências apesar da vida ser 50% de sorte e outros 50% de coincidências.
Tenho vivido uma fase da minha vida feita de turbilhões de emoções e pensamentos imcompletos. Chega de ilusões a vida é o que nós quisermos e eu quero outra vida.
Tudo é lindo quando queremos e tudo tem um limite quando queremos. Não quero mais. Somos livres de escolher o nosso caminho, ninguém é de ninguém. A nossa terra é o mundo e o mundo é a nossa familia. Todos temos que fazer escolhas na vida e eu não acredito em coincidências apesar da vida ser 50% de sorte e outros 50% de coincidências.
Tenho vivido uma fase da minha vida feita de turbilhões de emoções e pensamentos imcompletos. Chega de ilusões a vida é o que nós quisermos e eu quero outra vida.
Pela calada da noite
É na calada da noite, quando o manto da escuridão, desce sobre a Terra deserta, e o silêncio inclemente se abate, sobre a Junta de Freguesia do Bombarral, que por mero acaso vejo dispersos na escuridão profunda, pelas duas da madrugada os militantes do PSD que se reunem na sede de um organismo público.
agosto 08, 2009
Raul Solnado

RIP
A dois meses de completar 80 anos morreu Raul Solnado uma figura que fez as minhas delicias de jovem e adolescente. Tive oportunidade de contactar com ele pessoalmente por questões profissionais e, nessa altura fiquei com a imagem de uma pessoa bem com a vida e de uma simplicidade unica. Raul Solnado será sempre recordado, para além do homem e do artista, como o homem que chegou á guerra de 1908 e encontrou a guerra fechada. Simplesmente hilariante.
julho 28, 2009
Quero dizer
O tempo passa e a gente ve as coisas de uma maneira diferente, e é impossivél que a magia seja a mesma eternamente.
Quero te amar pra sempre ser de novo adolescente, fazer planos pra nós dois ...
Quero morrer de ciúmes, quero sertir-me apaixonado.
Rabiscando guardanapos, abusando nas palavras para dizer que te amo ....
julho 26, 2009
Os trintões
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. 'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus. Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim. Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada. Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção Confesso, senti-me velho... Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft. Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente.No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse. Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.'
Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. 'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus. Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim. Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada. Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção Confesso, senti-me velho... Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft. Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente.No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse. Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.'
Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!
(Nuno Markle)
julho 20, 2009
Quem eu sou ?
Pergunto-te a ti
O que eu sou para ti ?
Isto importa ? !
Ser eis me aqui :
Nu despido, integro cristalino.
Quem eu sou ?
Pergunto ao vento.
Ao riacho.
À natureza.
Ao amor.
Ao tudo.
Ao nada.
Não te questiones…Sente apenas,
Ai tu saberás quem eu sou
Um pouco de ti
Um pouco do nada
Um pouco do tudo
Sou…
Simples peregrino da vida.
Nossa essência tem valor.
Tento levar o meu amor e paz
O meu ser em eterna transmutação
O meu lapidar e aprender de humano
Entender cada vez mais o desamor do mundo
Acreditando que somente o amor
Pode tudo transmutar quebrar todos os elos negativos da nossa relação
Sou apenas um simples caminhante em busca do amor e da paz
SÓ…
Á espera de ti ....
O que eu sou para ti ?
Isto importa ? !
Ser eis me aqui :
Nu despido, integro cristalino.
Quem eu sou ?
Pergunto ao vento.
Ao riacho.
À natureza.
Ao amor.
Ao tudo.
Ao nada.
Não te questiones…Sente apenas,
Ai tu saberás quem eu sou
Um pouco de ti
Um pouco do nada
Um pouco do tudo
Sou…
Simples peregrino da vida.
Nossa essência tem valor.
Tento levar o meu amor e paz
O meu ser em eterna transmutação
O meu lapidar e aprender de humano
Entender cada vez mais o desamor do mundo
Acreditando que somente o amor
Pode tudo transmutar quebrar todos os elos negativos da nossa relação
Sou apenas um simples caminhante em busca do amor e da paz
SÓ…
Á espera de ti ....
julho 15, 2009
Familia
Entende que se morresses amanhã, em questão de dias a empresa onde trabalhas arranjararia um substituto.
Mas a família que deixamos sentirá essa perda pelo resto da vida.
Pensa neles, porque geralmente nos dedicamos mais ao trabalho que à nossa Família.
Será que não é uma inversão pouco inteligente
Mas a família que deixamos sentirá essa perda pelo resto da vida.
Pensa neles, porque geralmente nos dedicamos mais ao trabalho que à nossa Família.
Será que não é uma inversão pouco inteligente
junho 24, 2009
Porque não te calas ?
A propósito da última crónica, escrita pela Ilustre bombarralense Suzana Manco, (socialista), no Jornal Noticias do Bombarral não posso deixar de utilizar a famosa frase do nosso vizinho ibérico o rei Don Juan Carlos:
Porque não te calas ?
Não que queira, assim, amordaçar a voz de um cronista mas porque quando se fala do que se não sabe, dizemos por norma asneiras.
Cara Suzana, o MEB - Movimento Esperança Bombarral, é um movimento civico sem filiação partidária, " é um movimento cívico que tem a sua génese na defesa das raízes culturais do concelho do Bombarral e que se constitui-o para intervir e defender causas e para defender os valores culturais e rurais, o património cultural natural e edificado e o ambiente do concelho do Bombarral.."
Ora por isso o MEB decidiu através de muitos cidadãos independentes que nunca estiveram ligados a qualquer partido politico, acordar e apoiar o CDS no Bombarral de forma a que seja apresentado aos Bombarralenses uma lista de pessoas independentes mas, ciosas do desenvolvimento da sua terra. O MEB é um movimento que vai intervir dentro e fora dos órgãos autárquicos, o MEB está para lá das eleições.
POR FAVOR não confuda o MEB com o Movimento Bombarral Primeiro. Esse sim foi unicamente criado para levar uma pessoa a presidente da câmara e após o que desapareceu,(?).
Cara Suzana sei que foi a falta de informação que fez a sua ignorância sobre o MEB, mas daqui a convido a aderir ao MEB de forma a que possa propor temas de discusão e ideias para a nossa terra. A carta de intenções do MEB é bem explicita no seu ponto 3: O MEB é um movimento independente, sem credos nem filiações políticas, e aberto a quaisquer cidadãos de qualquer religião e filiados ou não filiados em qualquer partido político.
Aproveito para lhe agradeçer o seu amavél e-mail.
junho 04, 2009
Teatro Eduardo Brasão
Aconteceu recentemente, na nossa terra, eleições para a direcção da União Cultural e Recreativa do Bombarral, é uma pena que neste processo só o Teatro Eduardo Brasão se tenha modificado para melhor.
Aconteceram eleições e não se respeitaram os estatutos da União Cultural, porquê?
Em pleno século XXI, depois de tudo o que ao longo dos anos se foi passando e degradando na União Cultural, (Teatro Eduardo Brasão), há pessoas, (algumas), que ainda não aprenderam a lição?
Os processos eleitorais devem ser transparentes e não devem deixar nenhumas dúvidas. Muito mais quando são dirigidos por pessoas que se julgam "donos" da democracia.
É esta democracia que tem que acabar no Bombarral, esta terra é de todos e não só de alguns. É importante renovar e despolitizar as colectividades.
O investimento feito na recuperação do Teatro Eduardo Brasão, obriga-nos a todos, sem excepção, sócios e Bombarralenses a exigir resultados e um plano de actividades culturais digno do Teatro Eduardo Brasão.
Não basta eleger uma direcção, é importante renovar as pessoas, as ideias, as formas de gerir e principalmente é tempo de renovar as mentalidades.
A direcção, agora eleita, não cumpriu os requisitos necessários para se submeter a sufrágio. Foi sufragada nestas condições. De quem é a culpa?
A culpa é todos os que se demitem das suas responsabilidades de participar na sua terra como forma de cidadania e deixam, assim, que tudo fique na mesma.
O tempo passa mas as coisas ficam sempre na mesma….
Aconteceram eleições e não se respeitaram os estatutos da União Cultural, porquê?
Em pleno século XXI, depois de tudo o que ao longo dos anos se foi passando e degradando na União Cultural, (Teatro Eduardo Brasão), há pessoas, (algumas), que ainda não aprenderam a lição?
Os processos eleitorais devem ser transparentes e não devem deixar nenhumas dúvidas. Muito mais quando são dirigidos por pessoas que se julgam "donos" da democracia.
É esta democracia que tem que acabar no Bombarral, esta terra é de todos e não só de alguns. É importante renovar e despolitizar as colectividades.
O investimento feito na recuperação do Teatro Eduardo Brasão, obriga-nos a todos, sem excepção, sócios e Bombarralenses a exigir resultados e um plano de actividades culturais digno do Teatro Eduardo Brasão.
Não basta eleger uma direcção, é importante renovar as pessoas, as ideias, as formas de gerir e principalmente é tempo de renovar as mentalidades.
A direcção, agora eleita, não cumpriu os requisitos necessários para se submeter a sufrágio. Foi sufragada nestas condições. De quem é a culpa?
A culpa é todos os que se demitem das suas responsabilidades de participar na sua terra como forma de cidadania e deixam, assim, que tudo fique na mesma.
O tempo passa mas as coisas ficam sempre na mesma….
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