dezembro 19, 2016
outubro 12, 2016
Nós não vamos fracassar.
Num mundo que muda à velocidade da luz e onde se pensa
que tudo é fácil e rápido, o sucesso está reservado para os que conseguem fazer
diferente e inovar no que fazem e para os que fazem o que nunca foi feito.
Quando definimos metas demasiadamente elevadas, se
houver fracasso, esse fracasso ainda ficará acima do sucesso de todos os
outros, pois definiram metas facilmente atingíveis.
Nós elevamos a fasquia e não pensamos nem nos apetece
dizer… vamos lá fracassar!
Nós não somos de fracassar, nós somos candidatos porque
queremos governar a câmara municipal do Bombarral e sabemos que para além dos
muitos milhões que há para investir e a que nos podemos candidatar no programa
Portugal 2020, há igualmente pequenos investimentos de âmbito privado e
municipal, mesmo muito pequenos, nomeadamente nos principais locais de
interesse turístico e na qualidade urbana, e não só, que podem ajudar em muito ao
desenvolvimento deste concelho e num “Programa Concelhio de Reformas”.
Provavelmente até podem chamar-lhe minudências. Mas,
são umas iluminações aqui, uma “agulha ali, mais umas limpezas e umas pinturas acolá
ou até só uns rebocos além, etc…etc…, são tantos os casos que até os considero
como o “last ou first step” do concelho.
Ou seja, definimos uma estratratégia fizemos um levantamento
das necessidades e das prioridades e focámo-nos numa candidatura á presidência
da câmara municipal do Bombarral, temos capacidade e queremos trabalhar para
que o concelho seja colocado no sítio certo.
Esta estagnação em que vivemos “actualmente” pode
arruinar-nos. Parece que não precisamos de fazer e aprender coisas novas nem de
alcançar mais e melhor todos os dias. A actual gestão não sai da zona de
conforto que definiu, e vai gerindo “levemente” sem afrontar ninguém deixando
assim relaxar o estado do concelho. E é com este estado de espírito que nos
trouxeram até aqui.
Tanto na autárquica como em qualquer outro negócio é
preciso focarmo-nos nos clientes, conhecê-los, perceber as suas necessidades e
motivações. Deve ser um desígnio dos autarcas e gestores de Infra-estrutura
potenciar os níveis de desempenho do seu tecido empresarial, pois estes são
fundamentais para o sucesso da autarquia e da riqueza dos seus munícipes. Uma
autarquia competitiva não pode deixar-se “adormecer”. Numa autarquia que se quer
desenvolvida tem de se ser consequente, decidir com transparência, clareza, de
forma estratégica e sustentável.
Não é possível continuar a ouvir dizer que o concelho
é está parado... Pois o que eu penso é que há muita gente parada e não
concelhos parados.
Haja equilíbrio nas políticas de investimento e na
forma cuidada de aplicar as receitas.
Temos de ter uma política de investimento assertiva,
regulada e com condições de acesso igual para todos.
Tenho, ao longo da vida, visto que há sempre dois
caminhos, o caminho dos motivados, que fazem... E o caminho dos desmotivados
que reclamam. Há ainda pessoas que ouvem bons conselhos e pessoas que não
ouvem.
Não há sucesso sem equilíbrio nem sem compromisso. E
eu assumo o compromisso de fazer diferente e fazer mais e melhor pelo concelho
do Bombarral
Desculpas são desculpas, promessas são promessas...
Mas nós vivemos de resultados!
Luis Godinho Montez
Candidato a Presidente da CMBombarral
setembro 24, 2016
2017
Se os bombarralenses continuarem a fazer
o que sempre fizeram, os bombarralenses vão ter o que sempre tiveram.
2017 é a oportunidade de marcar um novo
recomeço para este concelho e para este povo.
O meu maior desejo é que o concelho do
Bombarral saia fortalecido das próximas eleições autárquicas e que a realidade que
dai surja seja a esperança do início de uma estratégia sustentada que aposte na
salvaguarda da população, no crescimento económico, no ambiente e saneamento
básico, no património e cultura, na educação, na acção social e em outras infra-estruturas
essenciais para o desenvolvimento do concelho do Bombarral.
Esta terá de ser a nova realidade de um
concelho, hoje, pobre sem estratégia e longe da população.
Temos de reconhecer a crescente
dependência do concelho pela sua câmara municipal.
Mas o futuro abriga-nos a diminuir esta
dependência do concelho, é necessário aproveitar as ideias boas que vêm do
exterior e existem em cada munícipe como forma de criar condições de desenvolvimento
económico e apoiar a criação de emprego.
Nos últimos anos, muitas pessoas
partiram deste concelho á procura de melhores condições de vida, a crise veio
revelar a fraca sustentabilidade do concelho e é preciso inverter este facto e
enfrentar os desafios com que o concelho está confrontado.
Continuamos sem saber se será ou não uma
realidade a construção do parque temático, por isso temos que ter outras metas
e criar alternativas que nos permitem caminhar para a sustentabilidade que o
Bombarral merece.
O Bombarral e a sua população precisam de
uma nova motivação para que possamos aspirar a um concelho mais atractivo e
melhor preparado para o futuro que todos desejamos.
2017 será o momento da verdade para o
Bombarral. O marasmo constitui o sinal de alarme e a manter-se a falta de uma
estratégia planeada, o envelhecimento e falta de manutenção do património a não
execução de obra para o bem-estar da população numa lógica de continuidade
condenar-nos-ia a um declínio gradual e a ocupar um lugar de plano terciário na
ordem dos concelhos da AMO.
Temos de ser audazes e ambiciosos, a nossa
prioridade será assegurar uma estratégia com êxito que nos permita encarar o
futuro com optimismo e nessa estratégia cabem todos os bombarralenses
residentes e ausentes, toda a população com raízes e ligações ao concelho do
Bombarral.
Para construirmos um futuro sustentável temos
que introduzir medidas que contem com o apoio da população e que leve em conta
os seus anseios, temos que tratar todos de igual forma desde os mais
necessitados aos mais abastados, temos que ter uma visão diferente no
tratamento das situações e temos de ter sempre como meta principal a não
utilização e ou a cobrança de favores, sejam eles políticos ou não.
O nosso foco será sempre trabalhar para
o bem-estar da população e fazer obra para essa população de modo a poder
proporcionar o seu bem-estar social e o seu crescimento económico. O nosso foco
será sempre criar condições para a instalação e crescimento de empresas
privadas com vista á criação de empregos ao pagamento de impostos municipais e
ao crescimento económico dessas empresas.
O nosso foco será servir o concelho do
Bombarral sem horário de forma a impormos as nossas condições como concelho nos
locais de decisão municipal.
Os concelhos que partilham da nossa
análise são aqueles que mais cresceram e mais condições criaram para as suas
populações.
Se outros conseguiram, nós também
podemos conseguir fazendo mais e melhor, fazendo diferente.
Teremos para isso de, em conjunto,
passar à acção, dispomos de muitas ideias e dispomos de uma mão-de-obra, populacional
e municipal com muito talento.
Temos confiança na nossa capacidade e acreditamos
nas pessoas do nosso concelho para unirmos esforços, para concretizar os nossos
principais objectivos concelhios: criação de emprego e inovação, alterações
estratégicas de gestão, educação e luta contra a precaridade e pobreza.
Estes objectivos marcam o rumo que
deveremos seguir e constituem a referência que nos permitirá avaliar os
progressos alcançados.
Embora ambiciosos, estes objectivos
estão ao nosso alcance e serão acompanhados por propostas concretas destinadas
a assegurar a sua realização.
Para isso contamos com a população do
concelho do Bombarral e com todos os eleitos em 2017.
Todos juntos vamos fazer melhor, vamos
fazer diferente.
setembro 03, 2016
Ainda bem que isto vai mal, porque isso é a nossa salvação
Ainda bem que isto vai mal, porque isso é a nossa salvação. (Fernando
Pessoa)
O estado actual
do concelho é a continuação do estado das coisas desde há muitos anos, com
simplesmente isto a mais: a abolição de obra nova ou de manutenção e, o empobrecimento
do comércio local, são por si só a abolição de recolha de receitas.
Aliás este facto
a manter-se impede sequer a pensabilidade de melhorar esse estado de coisas.
Porque é sempre igual é a manutenção de uma politica errónea ao longo dos últimos
anos e isso é i, será não a causa, mas a consequência de um progresso não
existente. A [...] política seguida ao longo dos anos indica-nos que uma
corrente social-democrata se tem substituído a outra no poder; mas essa
substituição não é feita como a de um peão por uma rainha no xadrez. O estado a
que chegaram as coisas quer economicamente quer socialmente quer mesmo nas
relações interpessoais municipais não mudam de momento nem com o final das
férias politicas; começam sim a exercer-se sobre elas, obscuramente, a
influência de um poder instalado que não quer que uma outra corrente diferente
e melhor, diria mesmo purificadora, que lentamente vai tentando alterar esse
modo-de-ser “social”.
Claro está que
com o final das férias politicas e, com o regressar dos mesmos protagonistas e
das mesmas ideias e formas de actuar, o aproximar das eleições autárquicas tem
muita influência para que os munícipes percebam de uma vez que os homens que estão
à frente dessa corrente no deslizar rápido e gradual de (...) um concelho que
teima em se atrasar e manter antiquado são os mesmos que — por falta de
sinceridade [?], de modéstia e de competência, nos governam o concelho há mais
de vinte anos.
Gradualmente, diariamente
o pouco bem que resta vai sendo substituído pelo mau, pelo mau estado das vias
públicas, pelo mau estado dos edifícios em ruína, pelo mau estado do saneamento
básico, pelo mau estado das condições de ensino, pelo mau estado das condições
de saúde, pelo mau estado das condições de segurança, pelo mau estado dos
espaços urbanos, pelo mau estado dos parques infantis, pelo mau estado geral do
concelho do Bombarral.
É impensável
chegar ao estado de desenvolvimento de concelhos vizinhos, continuando a seguir
este caminho sem estratégia e sem rumo.
É importante
fazer mais, fazer melhor e fazer diferente!
É importante a
substituição imediata na diferença de pensar e gerir o concelho. Nas próximas
eleições autárquicas temos que mudar os homens do poder de forma a mudarmos a
maneira de pensar, as ideias de fazer, a forma de fazer mais, melhor e
diferente.
É preciso pôr
esta ideia no horizonte e não a perder de vista, para que se não erre mais
uma vez a possamos mudar para melhor o actual estado de coisas no concelho do
Bombarral.
Candidato a Presidente da Câmara do Bombarral 2017
#fazerdiferente #fazermelhor
abril 26, 2016
Sempre actual 25 Abril em 2004
PARA MEMÓRIA FUTURA: Abril 2004: DISCURSO DE 25 DE ABRIL DE 2004 Senhor Deputado á Assembleia da República, Senhor Presidente e restantes membros da Mesa da Assembleia Muni...
março 03, 2016
Temos que agarrar o futuro ...
Já não faz sentido quando estamos
doentes que sejamos transferidos para os hospitais de Lisboa.
E não é o aumento de 30 ou mesmo 50
camas de tornam o hospital das Caldas mais moderno ou mais bem apetrechado e
que fará com que não sejamos transferidos.
Já é tempo das populações e das
autarquias revindicarem uma unidade hospitalar que sirva todo o Oeste e em que
não seja necessário transferir doentes para outros hospitais.
A construção de uma nova unidade
hospitalar com serviços especializados e com uma urgência com capacidade e
pessoal, não obriga ao fecho das já existentes, obriga sim á sua requalificação
e a uma oferta de serviços médicos diferente e com espaço para atendimento personalizado
e de qualidade.
O Oeste é uma região bem servida de
infra-estruturas rodoviárias com a AE8 a A15 e o IP6, conta ainda com a linha ferroviária
do oeste e também com a rodoviária tejo e a sua rede de expressos.
Ora todas cruzam de norte a sul de este
a oeste o concelho do Bombarral, fazendo por isso com que seja o concelho mais
bem situado para a instalação desta nova unidade hospitalar.
Mas, nada acontece por acaso e, para
que este sonho possa vir a ser uma realidade é necessário que haja uma grande
união entre todos, cidadãos, autarcas e deputados e que todos eles deixem cair
preferências partidárias e que lutem como lutavam os antigos bombarralenses
quando estava em causa a unidade e os interesses do Bombarral.
A construção do novo centro hospitalar
do oeste a acontecer no concelho do Bombarral, será o renascer de um concelho á
muito sem estratégia nem rumo de crescimento. Esta oportunidade será uma lufada
de ar fresco na economia local á tanto tempo estrangulada.
A construção desta unidade irá ser
espaço hospitalar para servir uma população perto dos 350 mil habitantes,
segundo os censos de 2011, provenientes de parte do concelho de Alcobaça e dos
concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Lourinhã, Torres
Vedras, Sobral da Monte Agraço e Mafra.
A acontecer este hospital trará
para o Bombarral diariamente centenas de pessoas, incluindo médicos,
enfermeiros, pessoal auxiliar e pessoal administrativo para além dos empregos
indirectos que criará. Com esta construção iremos assistir á instalação de
empresas ligadas ao sector e que fornecem o sector, para além das muitas famílias
que se instalarão no Bombarral com a compra ou o aluguer de habitação.
Serviços de limpeza, alimentação e
pessoal auxiliar será uma nova fonte de rendimento para a região e nomeadamente
para o Bombarral onde muitos irão fornecer produtos e serviços.
Em tempos já passados os ex.
presidentes das câmaras de Óbidos, Telmo Faria e de Caldas da Rainha, Fernando
Costa, já conversavam na possibilidade desta unidade hospitalar vir a ser
instalada do concelho das Caldas com o apoio de Óbidos.
Nunca o Bombarral reuniu a
possibilidade de constituir um “lobby” de influência
tão importante como agora em que existem pessoas no parlamento e no governo profundamente
ligadas ao Bombarral.
Como escrevi inicialmente é
importante que todos remem para o mesmo lado de forma a trazer para a nossa
terra esta importante unidade hospitalar.
É também urgente que a câmara
municipal informe os munícipes de que é possível este hospital ser instalado no
Bombarral e é também muito importante que a câmara manifeste interesse em criar
um movimento de apoio á localização do novo centro hospitalar do oeste no
Bombarral e começe a juntar apoios de outras autarquias.
Se todos nós, cidadãos e entidades
criarmos esse movimento, ninguém no futuro nos poderá acusar de inércia.
Não pode a câmara Municipal nem os autarcas,
hipotecar ainda mais o Bombarral nem decidir sem ouvir a população.
O passado dá-nos bons exemplos,
basta segui-los e assim homenagear a memória dos grandes bombarralenses já
falecidos.
fevereiro 19, 2016
Queremos o novo Centro Hospital do Oeste no concelho do Bombarral.
Sim, o que a maioria dos
bombarralenses não sabe é que o novo Centro Hospitalar do Oeste pode vir a ser construído
no concelho do Bombarral.
E é bom que se passe palavra a
todos com esta informação para que todos saibam que o Bombarral pode ter um
Hospital Regional.
É urgente começar a movimentar toda
a gente e iniciar uma vaga de apoio á construção do novo Centro Hospitalar do
Oeste no Bombarral com todos os políticos de raízes bombarralenses, quer os que
estão no Governo e na Assembleia da Republica, quer os que estão na Câmara e na
Assembleia Municipal.
Mas só isso não basta, é necessário
que os bombarralenses iniciem e construam um movimento de apoio e de pressão ao
governo para que essa construção possa vir a ser uma realidade no nosso
concelho.
Nenhum concelho que é e que virá a
ser servido pelo novo Centro Hospitalar do Oeste reúne tantas condições para
que essa instalação como o Bombarral que logisticamente é servido pela Auto-estrada
do Oeste A8, pelos caminhos-de-ferro e pela Rodoviária do Oeste e, fica no
centro da região dos utilizadores compreendida por cerca de 294.000 habitantes
dos concelhos de parte de Alcobaça, de Caldas da Rainha, de Óbidos, de Peniche,
de Lourinhã, de Torres Vedras e de parte de Mafra.
A Câmara é proprietária e existem
terrenos que podem ser utilizados para esse fim ou em alternativa, se assim o
entender, a Câmara pode comprar ou expropriar terrenos para proceder á
instalação do novo Centro Hospitalar do Oeste.
A instalação do Hospital do Oeste
apesar de só vir a seu uma iniciativa governamental para a próxima legislatura
deve começar desde já a movimentar as pessoas e a pressionar as instâncias
superiores para poder vir a ser uma realidade.
Esta unidade apesar de ainda não
estar totalmente projectada deverá prever um espaço onde ocorrerão cerca de
70.000 consultas e 5.000 cirurgias ano, isto é, uma unidade por onde passarão centenas
de utentes diariamente.
O peso económico da instalação de
uma unidade hospitalar como esta no nosso concelho modificará para sempre o desenvolvimento
local através do movimento que será feito por utentes, médicos, enfermeiros, e
pessoal auxiliar para além dos empregos indirectos que serão criados para apoio
a esta unidade hospitalar.
Sairão da região e do tecido
empresarial local produtos alimentares, manutenções e outros serviços para esta
unidade, será iniciada uma nova expansão imobiliária através do movimento e da
fixação das famílias e das pessoas que diariamente trabalharão no hospital.
O concelho Bombarral nunca mais
será o mesmo, este será sem dúvida o grande passo que o Bombarral necessita
para enfrentar o desafio do futuro.
Urge por isso que a Câmara
Municipal esteja na génese deste movimento e que gente capaz e com amor as
Bombarral e ás suas gentes lute por uma causa que deve ser, e é com certeza, de
todos os bombarralenses.
Estamos a falar de uma obra real,
sem utopias, e com o investimento garantido do Estado e da comunidade europeia,
a instalação do Centro Hospitalar do Oeste pode ser uma realidade no concelho
do Bombarral.
Basta para isso que haja
competência e que se reúna o “lóbi” necessário para junto do Governo conseguir
este fim.
Os concelhos do sul do distrito
serão, por certo, nossos aliados. Mais do que nos “umbigos pessoais” está o
futuro de um concelho, está o futuro de gerações vindoras.
A construção do novo Centro Hospitalar
do Oeste, por onde passarão milhares e pessoas mensalmente, a acontecer no
Bombarral será a oportunidade de voltar a pôr o Bombarral no mapa.
janeiro 25, 2016
A ver se nos entendemos.
Património municipal pode ser qualquer
construção arquitectónica, espaço ou conjunto existente no espaço urbano que,
pelo seu interesse arquitectónico, histórico, cultural ou social, constitui um
bem que deve ser protegido e promovido com vista à sua apropriação pela
comunidade municipal.
A ideia intemporal de património municipal,
no sentido de possuir e transmitir algo com valor às gerações futuras, ganha cada
vez mais propriedades culturais. Património municipal é todo o conjunto de bens
que pelas suas qualidades económica e artística caracteriza e individualiza
cada lugar e cada cidade ou vila.
O valor memorial tem grande peso na
definição de património a preservar, tornando-o tão alargado, genérico e
democrático que comporta em si quer a obra erudita, quer a obra vernacular.
Hoje ao falarmos do património arquitectónico
do concelho do Bombarral, num passeio rápido pelas diversas freguesias podemos
observar um património imobiliário em ruinas que não é cuidado por ninguém, nem
por proprietários nem pelo próprio município.
É urgente que o município mande proceder á
demolição ou recuperação dos muitos edifícios em ruinas privados ou municipais nas
freguesias e na vila ou então em alternativa que proceda ele próprio ao abate
ou á recuperação apresentando á posteriori a factura aos legítimos proprietarios
ou em alternativa expropriando os mesmos para vender e ressarcir assim o custo
dessa manutenção.
Há que ter coragem para tomar as melhores decisões
em prol da manutenção patrimonial deste concelho e da sua população.
Verificamos hoje que o município não tem
uma política de defesa do património municipal.
Para não falar de casos passados, vejamos
o recente caso da casa onde habitou o falecido “Dr. Joaquim de Albuquerque”:
devia a câmara deixar demolir o edifício? Sim. Mas com a obrigatoriedade da
nova construção manter as fachadas do mesmo, que datam de 1919/20, a exemplo de
tantos outros casos no país, porque são um património deste concelho e em
especial da vila. Mas para isso é preciso ter coragem e tomar decisões.
Este edifício como outros na vila: a casa
do também falecido “Dr. Coimbra”, (na entrada norte da vila) a casa da antiga “sociedade
de vinhos Sadias”, (junto á CP) a casa da antiga câmara municipal, (na rua da
madalena), o solar senhorial, (antiga oficina junto ao teatro), alguns solares
e casas senhorias que pululam pelas freguesias, etc, deviam e devem ser
preservados.
A defesa e a valorização do património
municipal são factores determinantes no processo de qualificação urbanística
dos espaços urbanos, e rurais contribuindo para o desenvolvimento económico e
cultural, revelando-se um veículo privilegiado de coesão social.
O Património urbano tem um papel fundamental
e insubstituível na simbologia e na imagem das diferentes formas da vila.
Sabemos que muitos bens existem que merecem
ser classificados como património municipal, não houve porém ainda a coragem de
o fazer, porquê? Existe, no entanto, um conjunto pequeno de bens classificados mas
que não pode servir de exemplo do património do concelho, por ser redutor.
A classificação e inventariação do
património municipal abrem um novo quadro de ordenamento do território
concelhio e levará até á produção bibliográfica sobre esta matéria que é muito
limitada.
Há que fazer um esforço para manter a
traça original de alguns edifícios e limpar e preservar o espaço urbano das
ruinas existentes.
Neste sentido herança municipal pressupõe
também história, na qual se transmitem bens arquitectónicos, testemunhos e
memórias.
É urgente tomar medidas e decisões, o património
desempenha um papel importante na formação da nossa memória colectiva.
Luis Montez
Candidato em 2017
dezembro 12, 2015
Quando há ideias, há compromisso.
Quando falamos em Óbidos e nos seus
eventos aos dirigentes políticos bombarralenses obtemos sempre as mesmas respostas:
Óbidos tem o castelo, Óbidos tem a lagoa, Óbidos tem etc, etc, etc……
Depois de uma pesquisa concluímos, mais
uma vez, que o castelo de Óbidos foi, é e continuará a ser um amontoado de
pedras que foram há muito cuidadosamente colocadas para fazer uma fortificação para
que os inimigos lá não entrassem.
Então o que há em Óbidos que falta no Bombarral,
para além do castelo?
Ideias, sim, simplesmente ideias.
Qual foi a influência do castelo para que
a UNESCO tenha distinguido a vila de Óbidos como uma das 47 cidades criativas
do mundo, nomeadamente no plano literário? Nenhuma, Óbidos fez um projecto que resultou
na criação de uma dezena de livrarias em "lugares improváveis", entre
os quais uma igreja, um mercado biológico, uma antiga adega e uma escola
primária desactivada, e
foram igualmente abertas livrarias em dois dos museus da vila (Municipal e
Abílio) e na galeria Nova Ogiva e no Centro de Design de Interiores (CDI).
Todos eles locais geridos em conjunto com a câmara.
Logicamente que tudo isto resultou de
facto de Óbidos ter uma estratégia de inovação e criatividade também centrada
na literatura e de ter uma rede de livrarias que foi um dos sustentáculos desta
candidatura, “segundo palavras de Humberto Marques”.
Então e não pode o Bombarral preparar e ser
alvo destas ou de outras candidaturas?
Claro que pode. Mas para isso será
necessário ideias criativas e força de trabalho “profissional e bairrista” de
quem queira modificar mentalidades e criar inovação de forma a preparar o
património histórico do Bombarral para poder concorrer a estas candidaturas e
poder receber quem o queira visitar.
Se em Óbidos há um castelo que ao fechar
as portas não permite a entrada de visitantes já no caso do Bombarral isso não
acontece, as únicas portas que temos e fechámos há muito foram as da inovação as
da criatividade a as da mudança.
Ninguém se pode alhear do que se passa
no Bombarral, se quem decide não tem ideias nem cria condições de crescimento
económico isso "aumenta a nossa responsabilidade na obrigação da criação
de uma estratégia que seguramente fará com que fiquemos empenhados em melhorar”.
Pessoalmente, posso não estar de acordo
com elas mas, já não discuto as pessoas nem as suas capacidades, cada um vale
aquilo para que está talhado e o que a sua formação lhe permite.
Também não discuto os factos que possam
ser apresentados como desculpa ou dificuldade para fazer este ou aquele
projecto.
Discuto sim a falta de ideias e a falta
de humildade para ouvir quem tem ideias, os factos negativos, ultrapassam-se
com boas ideias e só com elas e com inovação se poderá alguma vez trazer o
Bombarral para a ribalta. O Bombarral tem todas as condições para poder ser um
destino de agência de viagem ou operador turístico, basta para isso pensar,
planear e executar as imensas possibilidades que existem completamente
abandonadas neste concelho.
Haja coragem e querer que tudo pode
acontecer. Como em Óbidos são as pessoas que têm e que executam as ideias, não
as pedras do castelo, também no Bombarral isso pode acontecer.
Basta que nos deixemos de discutir
pessoas e factos e, passemos a discutir ideias e formas de as executar.
Luis Montez (candidato em 2017)
novembro 04, 2015
Haja paciência,... parque temático
Já se aproximam as máquinas,
ouve-se mesmo o roncar daquelas que vão iniciar as obras do tão desejado e
esperado “utópico” parque temático do Bombarral.
Agora é que nunca mais precisamos
de festivais de chocolate, nem festivais de literatura, nem feiras medievais,
nem festivais de musica, nem rotas bordalinas, nem parques de estacionamento
subterrâneos, nem rotundas nem praças temáticas, nem festivais de musica ou
qualquer outros festejos, pode mesmo acabar o festival do vinho.
O Bombarral está a viver e vai
continuar a viver os melhores anos da sua história. Projecta-se a construção de
pousadas e hotéis para dar seguimento a tantas reservas de viagens que se
esperam para o que será a loucura total, um parque temático como não há igual.
Que se cuide a câmara de Lisboa,
pois a anunciada construção da renovada feira popular está condenada ao fiasco.
Quem no seu perfeito juízo decidiu construir uma feira popular a poucos 70 Kms
do mais famoso parque temático da Europa que vai iniciar a sua construção no
concelho do Bombarral.
Toda a estratégia do município do
Bombarral passa pelas obras que se vão iniciar durante este mês de novembro
(?), aliás como descrito, numa unica linha, no recentemente apresentado plano
de desenvolvimento estratégico do concelho do Bombarral.
Há já quem fale que tanto
desenvolvimento vai obrigar á construção de um heliporto na praça do município
e de um aeródromo no antigo campo de jogos do sceb, infraestruturas que podem
também servir de apoio á famosa feira de 23 quando fôr instalada,
provisoriamente, em qualquer outro lugar da vila.
Para os que não acreditavam neste
projecto ai está a resposta as máquinas já roncam no “falcão” e vai dar-se
inicio á obra do século que vai acabar com os problemas económicos do concelho,
vai acabar com o desemprego e vai revitalizar o comércio local.
Tenho que terminar este artigo,
porque no local onde escrevo já estou a cortar a passagem do progresso que se
aproxima com tanta pressa que tenho medo que não pare.
Haja paciência, para tanta
incompetência.
(in Jornal Noticias do Bombarral)
outubro 24, 2015
outubro 02, 2015
setembro 22, 2015
Para memória futura...
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| banana |
Com tantas manifestações e elogios públicos, por parte dos manos Barreiras Duarte.
Nas próximas eleições autárquicas no concelho do Bombarral vamos assistir á repetição de uma história recente.
LUIS CAMILO DUARTE, ex. vereador do PSD, ex. vereador do Bombarral 1º, ex. presidente da câmara do PSD e actualmente vereador do PS vai ser o CANDIDATO a Presidente da câmara pelo PSD nas eleições legislativas de 2017.
Fixem bem o que escrevo e penso, para memória futura. E depois digam que eu não avisei.
setembro 19, 2015
Tudo o que é diferente incomoda...
Sou candidato a Presidente da Câmara Municipal do Bombarral nas próximas eleições autárquicas.
Nasceu esta candidatura de uma decisão pessoal e ponderada, assim, sou candidato porque:
Como todos os Bombarralenses quero o melhor para a terra onde acontece a minha vida, onde estão as minhas raízes e onde está a minha descendência.
Tenho ao longo da vida trabalhado, como todos, e não tem sido fácil já tive dias bons e dias menos bons mas, com trabalho tenho conseguido mesmo com dificuldades seguir o meu caminho.
...
Sou candidato porque gosto do Bombarral e porque sei que tenho capacidades para fazer muito pela minha terra.
Ao longo dos anos tenho visto candidatos e pessoas serem eleitas para desempenhar cargos autárquicos no Bombarral sem que se lhes conheça uma ideia ou uma proposta para o desenvolvimento desta terra.
Ao longo dos anos tenho visto o Bombarral a definhar e os dirigentes autárquicos nada fazem nem manifestam qualquer ideia para inverter a situação.
Eu quero ser Presidente da Câmara Municipal do Bombarral para fazer obra.
Eu quero que o Bombarral volte a ocupar o seu lugar na história da região e isso só é possível com muita vontade e muita imaginação.
O Bombarral pode voltar a dar cartas sem que para isso tenha que se endividar basta que se saiba trabalhar com dedicação e reunir as pessoas certas para esse trabalho.
Eu acredito nas minhas capacidades e nas capacidades dos funcionários camarários para fazermos muito pelo concelho do Bombarral.
Basta que todos juntos, autarcas, funcionários e munícipes queiram mais e melhor para a nossa terra.
O impossível não existe, quando acreditamos em nós e fazemos o que gostamos.
Cada um de nós é um pilar fundamental para que voltemos a ter orgulho na nossa terra.
Hoje tenho um trabalho de que gosto. E encaro esta candidatura como uma mudança para um trabalho de que gosto mais.
Os que acreditarem e vierem a votar em mim podem crer que vão votar numa estratégia bem definida para o crescimento sócio económico do concelho do Bombarral e dos bombarralenses.
Os que votarem em mim podem crer que votam em quem sabe fazer e quer fazer muito pelo Bombarral.
Honrando o passado com o vosso apoio quero fazer muito e bem pelo Bombarral.
Esta candidatura não é contra ninguém, é uma candidatura que espera após a eleição reunir todos os vereadores em torno de um ideal e uma estratégia de desenvolvimento colectivo para o Bombarral.
Esta candidatura não é contra ninguém, é uma candidatura que espera após a eleição reunir todos os vereadores em torno de um ideal e uma estratégia de desenvolvimento colectivo para o Bombarral.
Como Presidente do Município estarei sempre disponível para ouvir os munícipes, sei lidar bem com a critica e respeito todas as opiniões.
setembro 18, 2015
Fome ...
A
fome é em qualquer lado do mundo fome.
Hoje
na Síria, os seus habitantes estão tão desesperados com fome que
comem qualquer coisa que cresça no chão, plantas e até
relva.
Em
parte a fome é muitas vezes, parece, o fim de tudo. Mas há casos em
que a fome pode ser o princípio da mudança.
No
Bombarral como na Síria também há fome. Felizmente não é fome de
alimentos, é fome de progresso, fome de emprego, fome de obra, fome
de quem saiba e queira fazer algo pelo Bombarral.
Hoje,
infelizmente por muito que se fale sobre a nossa terra iremos sempre
parar á fome que os bombarralenses têm de ver o seu concelho
crescer em desenvolvimento e oportunidades de fixação da população.
Os
donos do Bombarral vivem na ilusão da construção de um parque
temático que, na minha opinião, nunca vai acontecer e agora que
conseguiram endividar ainda mais o município com um empréstimo de
370 mil euros para comprar as antigas instalações do IVV vão
começar também, por certo, a alucinar pois como não têm dinheiro
não podem fazer qualquer tipo de obra no local.
É
caso para dizer a câmara do Bombarral está mais rica porque não
tem dinheiro mas tem mais uma propriedade que também, na minha
opinião, irá ficar muitos anos á espera de investimento.
A
verdade é que os anos vão passando e o Bombarral continua a ser
governado aos empurrões, sem qualquer estratégia de crescimento
económico ou social. O Bombarral há muitos anos que vai sendo
adiado para servir os interesses de alguns “coronéis” que nunca
deram nada ao Bombarral.
Há
um velho ditado que diz que no mundo em que hoje vivemos o importante
não é saber, mas sim ter o número de telefone de quem sabe. E se
isso é verdade, aqueles que nos têm governado nestes últimos anos
não sabem nem têm o número de telefone de quem sabe.
Hoje
ainda não se sabe o resultado das eleições do próximo dia 4 de
Outubro mas, sabemos que pelo menos três “bombarralenses” serão
eleitos deputados á assembleia da república dois pela primeira vez
e um para continuar a matar a sua fome e neste caso sede de poder que
sempre conseguiu á custa de se servir do Bombarral sem nunca ter
servido o Bombarral.
Como
tem acontecido ao longo dos anos estas eleições em nada vão
afectar o Bombarral, nem a vida dos bombarralenses pois o Bombarral
vai continuar á míngua com a mesma fome que tem hoje, a mesma fome
de progresso e de obra.
E
obra há quem queira e a saiba fazer mas, infelizmente não tem poder
para saciar essa fome que o Bombarral e os bombarralenses não
merecem ter, aproximam-se tempos dos bombarralenses pensarem se
querem continuar a morrer á fome ou mudar o moleiro para que a
farinha seja bem moída e transformada em pão doce e macio.
Este artigo é uma charada sobre a fome mas em jeito de
“ao de leve” lembro os mais desatentos que também da outra fome
há hoje no Bombarral, escondida por vergonha e alimentada por alguns
sem vergonha que por ai andam e não cumpre as suas principais
obrigações de solidariedade social.
E
acreditem, estou farto de tanta incompetência.
(in Noticias do Bombarral)
agosto 22, 2015
Novo Hospital do Oeste, deve ser no Bombarral
Há muitos anos que o Bombarral anda arredado da história do oeste, eu diria mesmo que há anos foge dessa história como se dela tivesse medo e com ela se quizesse finar.
Há alguns anos um grupo de cidadãos, lidrados por mim, prepararam uma proposta de candidatura que apresentaram ao, então, Ministro do Turismo da altura, para tentar que o mesmo decidisse instalar a escola de hotelaria e turismo do oeste no Bombarral mas, não fomos acompanhados nessa pretenção pelos dirigentes autárquicos da altura que não manifestaram qualquer intenção de candidatura junto do Ministro, sendo por isso ele obrigado a tomar a decisão de a instalar em Óbidos em detrimento do Bombarral e das Caldas da Rainha que no entanto conseguiu instalar um polo dessa mesma escola na sua capital.
Mas o Bombarral é assim ? Não o Bombarral não é assim.
As pessoas é que são assim. Há autarcas "ignorantes" tomados por uma importância que não se lhes reconheçe porque também não têm obra que lhes seja reconhecida e julgam-se acima de tudo e de todos deixando ao longo dos anos fugirem oportunidades e ideias, só porque não são da sua lavra ideológica nem da sua sapiência.
E quem perde é o Bombarral e os bombarralenses.
Hoje a construção de uma nova unidade hospitalar da zona Oeste, como refer um estudo a pedido do Ministério da Saúde, para além de uma necessidade cada dia é mais uma realidade.
Porém varios locais têm sido alvitrados para essa construção mas todos eles sem as condições ideais para essa edificação.
É aqui que mais uma vez o Bombarral pode e deve voltar á história.
Os actuais hospitais de Caldas da Rainha e Torres Vedras já não garantem condições de crescimento, estando por isso fora de contexto a sua utilização até porque estão a fechar diariamente algumas valências.
Todos os projectos elaborados pelo Ministério para construir, hoje têm previstos espaços para o crescimento no futuro, sendo por isso instalados em areas com essa previsão de crescimento.
Se por um lado Torres Vedras pende para que a construção seja na zona da Lourinhã, por outro lado as Caldas da Rainha querem a sua construção na zona das Gaeiras, Óbidos.
Ora não é necessário nenhum estudo especial da matéria para que se reconheça que na area de serviço do novo hospital na zona compreendida entre Alcobaça, Torres Vedras e Mafra o Bombarral está no centro da zona oeste a quem serve este novo hóspital.
Temos defendido á já algum tempo, publicamente, que o Bombarral devia abandonar a ideia do utópico parque temático e preparar a propriedade do Falcão, isso sim, para a disponibilizar à construção do novo Centro Hospitalar do Oeste.
Centro Hóspitalar do Oeste que de imediato terá 600 camas e criará 3000 empregos.
Esta localização,Bombarral, tem tudo o que é necessário de imediato e no futuro, espaço para a construção inicial e espaço para a sua ampliação futura, garantindo sempre o espaço necessário para parques de estacionamento, aliás area maior do que a da construção do edificio hospitalar.
Servido que é pela auto estrada, pela CP e pela Rodoviária, o Bombarral será sempre o local de melhor acesso para quem dos serviços hospitalares necessitar.
Infelizmente o representante dos Bombarralenses na Oeste-Cim é presidente da câmara que já demonstrou várias vezes que tem vistas curtas pelo que não conseguirá vislubrar que o crescimento económico do Bombarral, será um crescimento real e sustentado se os responsavéis se decidirem pela instalação da nova unidade hospitalar no concelho do Bombarral.
Mas, para que isso aconteça é necessário que o municipio apresente uma proposta e defenda o Bombarral como central e, o melhor local para a construção deste hospital.
É nestas ocasiões que sei que se pode fazer mais, muito mais e melhor pelo concelho do Bombarral e pelos bombarralenses.
Serão capazes de ficar na história por lutarem por uma obra emblematica para todo o oeste ou em alternativa vão manter a mesquinhês histórica olhando para os seus próprios umbigos?
Acreditem é possivém fazer mais, muito mais pelo Bombarral e pelos bombarralenses e há quem queira.
«in Noticias do Bombarral»
«in Noticias do Bombarral»
julho 31, 2015
BOMBARRAL(ense). Que futuro?
Dois acontecimentos sociais importantes ocorreram durante este mês na nossa pacata vila do Bombarral.
Primeiro a Assembleia Geral Electiva do velhinho SCEB-Sport Clube Escolar Bombarral, longe vão os tempos de assembleias concorridas onde os sócios se preocupavam com os destinos desta associação. Hoje há meia dúzia de “carolas” que ainda se apresentam nas assembleias de forma a dar algum ânimo aos que têm a coragem de se candidatarem a gerir o desporto no Bombarral.
Sendo uma obrigação da autarquia apoiar as associações desportivas e culturais do seu espaço territorial, infelizmente no Bombarral há diversos anos que não há apoios autárquicos que facilitem as actividades desportivas.
Passados os anos em que se gastavam milhares de contos no futebol, quase profissional, do SCEB, hoje luta-se com grandes dificuldades para manter esse futebol como amador e garantir que as outras modalidades que outrora foram grandes e bastante representativas do clube e do concelho também sobrevivam com o impulso de outros carolas, pais dos atletas, que se vão mantendo enquanto os seus filhos por lá praticam um desporto, que devia ser apoiado pela autarquia, dado ser um desporto para todos.
O SCEB-Sport Clube Escolar Bombarralense tem graves problemas e os seus dirigentes precisam de ajuda, não falo em problemas de gestão do dia-a-dia, pois com credibilidade e sacrifício têm as mais recentes direcções conseguido manter a tesouraria em ordem e aniquilado problemas do passado.
Falo do seu património que se vai degradando, sede social e campo de jogos, por falta de verbas necessárias para fazer a sua manutenção e, era nesta área que muito se devia esperar da autarquia que está completamente alheia a este problema.
Noutros tempos podia o SCEB-Sport Clube Escolar Bombarralense recorrer a patrocínios das empresas e do comércio local mas, e esse foi o segundo acontecimento social importante que ocorreu, numa organização da Associação Bombarral Sustentável, um colóquio sobre o futuro do comércio local no Bombarral.
Dos testemunhos dos comerciantes, muito poucos, presentes neste colóquio, conclui-se entre outras coisas que que o estado do comércio local é de tal forma frágil e com problemas muito idênticos, pelo que hoje ao contrário de outros tempos não consegue apoiar o SCEB-Sport Clube Escolar Bombarralense.
A principal realidade foi, que quer na Assembleia Geral do SCEB, quer no colóquio, a ausência de qualquer representante da autarquia o que foi muito notado e criticado.
É sem dúvida bem demonstrativo de que os estes dois problemas locais não são um assunto de importância para quem devia estar sempre preocupado a arranjar soluções para o desenvolvimento desportivo e do comércio local.
Porque se um torna a mente e o corpo são, o outro enche os bolsos á Autarquia através do pagamento de impostos.
Pelo que aconteceu nestes dois eventos também se pode concluir que cada vez mais as pessoas estão arredadas dos problemas globais concelhios e do interesse geral, fechando-se cada um na sua “quintinha” com medo de que a do vizinho seja maior do que a dele.
O Bombarralense e o Comércio local do Bombarral têm falta e pessoas e, sem pessoas nada pode funcionar.
É importante que os sócios do SCEB por um lado e os comerciantes locais pelo outro se unam de forma a reforçarem o espirito de cooperação entre pares, e que procurem e criem soluções próprias para os seus problemas de forma a não definharem.
Quer uns quer os outros dependem muito deles próprios e da sua capacidade de mobilização de pessoas mas, é muito importante que a autarquia assuma o seu papel protector e patrocinador de forma a ajudar ambos a voltarem a encontrar o seu lugar na nova textura desportiva e económica do concelho do Bombarral.
Assim, uns e outros queiram e com diálogo e partilha de responsabilidades será possível levar o SCEB e o comércio local outra vez a bom porto... Faço votos que sim.
«In Jornal Noticias do Bombarral»
julho 25, 2015
Comércio Local do Bombarral, desafios e soluções
Não que eu acredite que ele exista, mas teria sido interessante ouvir o Sr. Presidente da câmara dar a conhecer o projecto estratégico do município para o futuro do comércio do Bombarral, como não foi possível, …
E foi pena porque assim não sabemos se das muitas ideias que diz ter trazido das viagens recentes a diversos países não vinha dai a solução para o nosso comércio local. Fica para outra ocasião.
Tenho feito várias buscas de ideias e opiniões na tentativa de conhecer e encontrar algumas soluções para os problemas que se abatem sobre o comércio local, principalmente no Bombarral, e é um pouco desse trabalho e da minha opinião que gostava de partilhar aqui convosco. Pessoalmente é minha opinião que a Bombarral Sustentável (actual associação comercial cá da terra) em conjunto com os comerciantes e a autarquia devia analisar e retirar ensinamentos de experiências internacionais em matéria de revitalização comercial; e depois recomendar acções específicas para a promoção e gestão da área comercial do Bombarral.
É PRECISO UM NOVO ROSTO PARA O COMÉRCIO
Por isso tem que se fazer uma análise da oferta e da procura
É IMPORTANTE QUE RÁPIDAMENTE SE FAÇA UMA ANÁLISE DO COMÉRCIO LOCAL, PORQUE SE PERGUNTAR AQUI QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DO COMÉRCIO LOCAL DO BOMBARRAL NESTE MOMENTO: Por ramo de actividade mais representativo ou pela forma jurídica dominante:
Ninguém me sabe responder correctamente.
Pessoalmente numa visualização mental vejo que hoje o comércio mais representativo do Bombarral serão as lojas chinesas, os cabeleireiros, as churrasqueiras e os cafés.
Será?
É TAMBÉM MUITO IMPORTANTE CONHECER O PERFIL DO EMPRESÁRIO:
Saber qual a faixa etária predominante; o local de residência; o nível de escolaridade; se possui ou não formação profissional e se manifesta interesse em frequentar cursos de formação na área da sua actividade
É PRECISO TAMBÉM CONHEÇER A ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS
Se as lojas possuem funcionários, á quantos anos exploram a actividade e a que Serviços externos recorrem para além da Contabilidade
DEPOIS É NECESSÁRIO TAMBEM CONHECER A POLÍTICA COMERCIAL:
Saber a frequência de renovação da montra, se renova 1 vez por semana; 1 vez por mês
Saber os pontos fortes da política comercial: Atendimento, Qualidade e Preços
Saber dos Dias de encerramento do estabelecimento: e porquê?
Saber do horário: e porquê?
Disto para além de se saber também quais os Dias de maior e menor afluência:
SABER QUAIS AS PERSPECTIVAS FUTURAS
Isto é, quais os entraves ao desenvolvimento do comércio: O estacionamento; A desertificação do coração da vila; O poder de compra existente; A concorrência
E MUITO IMPORTANTE saber quando efectuou o último investimento se há mais de 3 anos, se tem projectos para os próximos 12 meses; e quais as medidas para melhorar a gestão do estabelecimento:
É IMPORTANTE SABER A CARACTERIZAÇÃO DOS CLIENTES:
Se tem base de dados de cliente
Se possui cartão de cliente e qual a caracterização dos seus clientes: Se pagam a pronto pagamento, se são Fiéis ou se são Exigentes
NOVO ROSTO PARA O COMÉRCIO
Estudos INDICAM do que mais agrada/desagrada no comércio local:
AGRADA:
Qualidade
Proximidade da residência/ emprego
Atendimento
DESAGRADA:
Estacionamento
Falta de acessibilidade; Preços praticados;
Horários de funcionamento
Pouca variedade da oferta;
O que mais agrada/desagrada nas grandes superfícies:
AGRADA. Variedade da oferta
Facilidade de aceder em automóvel
Estacionar gratuitamente Preços praticados Qualidade da oferta
Atendimento personalizado.
DESAGRADA: Distância da residência/ emprego
Acesso em automóvel
O NOVO DESAFIO É DAR UM NOVO ROSTO AO COMÉRCIO DO BOMBARRAL
De encontro ao consumidor desafios e soluções
A actividade comercial instalada no Bombarral tem sofrido nos últimos anos profundas transformações:
Novos formatos de comércio;
Abandono do centro da Vila;
Desertificação ao fim da tarde e ao fim-de-semana;
Perda da atractividade do centro;
Degradação do tecido urbano e comercial;
Novos hábitos de compra (interligação entre a actividade de compra e o lazer);
Novas exigências dos consumidores;
Os centros comerciais e os hipermercados existem e não vão deixar de existir no futuro próximo!
Comércio local: que futuro?
Os centros urbanos têm vindo a perder força e protagonismo, devido à crise do tecido comercial que tem revelado falta de capacidade de adaptação.
Assim, é importante sabermos da autarquia:
Que futuro para o comércio local?
Que futuro para a Vila do Bombarral?
QUAIS SÃO OS DESAFIOS:
Modernizar e adaptar o comércio às mudanças: o comércio não se pode isolar das tendências da modernidade;
Preservar e dinamizar o comércio, não permitindo que a vila se transforme em dormitório, sem vida comercial.
Encarar esta problemática como um novo desafio e apostar na inovação, qualidade e diferenciação do serviço prestado
SOLUÇÕES:
Retirar ensinamentos da existência dos centros comerciais e forma de funcionamento de modo a que o pequeno e o grande comércio possam coexistir em situação de complementaridade e não de conflito;
Retirar ensinamentos das intervenções de requalificação dos centros das cidades e das vilas iniciadas na Europa ocidental.
A partir de 1980 por toda a europa ocidental há um interesse no centro das vilas e das cidades, é por isso necessário que a autarquia implemente políticas no sentido de intervir no centro da vila e nas áreas mais comercial:
REVITALIZAÇÃO URBANA.
PODEMOS, POR EXEMPLO SEGUIR O QUE FOI UTILIZADO NOS ESTADOS UNIDOS cujo declínio económico do comercio local conduziu à criação das: (Áreas de Desenvolvimento Económico) – chamadas BID’s nos EUA: isto são organizações semiprivadas sem fins lucrativos, por exemplo a Bombarral Sustentável, devidamente legitimada para definir e cobrar uma taxa aos proprietários de imóveis comerciais de uma determinada área, com o propósito de prestar, em contrapartida, um conjunto de serviços adicionais àqueles que já são ou deviam ser assegurados pela AUTARQUIA.
Os Principais benefícios dos BID’s: são a limpeza e manutenção; publicidade conjunta; tomada de posições colectivas; programas de desenvolvimento económico; mobiliário urbano; iluminação; estacionamento, etc… visando a criação de espaços agradáveis e atractivos que estimulem os visitantes a voltarem, recorrendo a diversas formas e meios de fomentar a compra, o lazer e a permanência, usufruindo do espaço e das condições que o mesmo tem para oferecer; através de actividades temáticas, exposições de rua e interior das lojas locais, etc..
Por exemplo no caso Britânico
Os “Town Centre Management” (TMC) – “Gestão do Centro da vila ou da Cidade” baseiam-se na filosofia da gestão comercial centralizada. Assume modalidade de parceria público-privada, incumbida de tarefas no âmbito da melhoria geral dos locais de comércio, do marketing local e organização e campanhas de promoção desse comércio;
A actuação é delineada no sentido de complementar os serviços das autoridades locais, (o que no nosso caso não se conhece qualquer actividade) de regenerar e reabilitar a área comercial para aumentar a sua vitalidade comercial;
O sucesso da revitalização comercial BRITANICA baseia-se na Matriz dos 4 A’s: Acessibilidade, Atracção, Animação e Acção.
Só para que tenhamos uma ideia
Vários países têm-se envolvido em actividades de revitalização do comércio local, e tentam encontrar activamente soluções que previnam o declínio económico do seu comércio tradicional e local: Espanha, Bélgica (Bruxelas tem 12 gerências de comercio local), França (Bordéus, Marselha, Lille, Le Havre), Áustria (60 unidades de gestão), Alemanha (cerca de 250 cidades contam com unidades de gestão do comercio local), Suécia (dezenas de cidades), Canadá (em + de 80 municípios e bairros do Quebec), África do Sul (em Joanesburgo).
A nossa vizinha Espanha:
Tem várias experiências pioneiras ao nível da gestão de comércio local, aliás tem mesmo a Confederación Nacional de Asociaciones de Comerciantes locales de España: constituída na cidade de Madrid e dela fazem parte várias cidades como Ciudad Real; Alicante; Ávila; Bilbao; Burgos; Las Palmas; Gijón; Granada; Logroño; Málaga; Panplona; Pontevedra; Palencia; Segovia; Santander; Santiago de Compostela; Teruel; Valencia; Valladolid; Madrid, etc.
A CCP (Confederação Comércio e Serviços Portugal) e a DGAE, (Direcção Geral Actividades Económicas) com a participação do CECOA (Centro Formação Profissional Comércio e Afins) estabeleceram uma parceria tendente a desenhar um modelo de intervenção e revitalização de espaços comerciais dos centros das vilas e das cidades;
O QUE É QUE JÁ FOI FEITO NO BOMBARRAL NESSE SENTIDO?
UNIDADES DE GESTÃO DO COMÉRCIO LOCAL
O que são?
Nada mais do que o resultado de uma parceria entre as Câmaras Municipais e as associações de comércio e serviços;
Tiveram a sua génese nos projectos PROCOM e URBCOM;
Que objectivos prosseguem?
Estratégico: tornar mais competitivo e dinâmico o comércio e serviços locais;
Complementar: requalificar e reanimar as áreas comerciais tornando-as lugares com reforçado poder de atractividade fazendo emergir uma imagem diferenciadora assente na cultura identitária própria.
Que trabalho desenvolvem?
Acções que contribuam para atrair mais pessoas para as áreas comerciais combatendo a perda de centralidade (Ex.: acções promocionais e de animação de rua);
Acções que ajudem o comércio local a melhorar os serviços e conhecer melhor o mercado potencial;
Acções que fomentem a melhoria do ambiente urbano tornando-o mais aprazível.
O QUE É QUE JÁ FOI FEITO NO BOMBARRAL?
NA MINHA OPINIÃO TEMOS QUE CAMINHAR NO SENTIDO de uma oferta global do comércio local, mediante:
Prestação comum de serviços;
Cumprimento diferenciado dum horário por actividade;
USO de um logótipo;
Prestação conjunta e integrada de actividades de ócio/lazer e animação comercial, etc…
Reforçar o espírito de cooperação entre os comerciantes;
Envolver a autarquia e a associação empresarial;
Melhoria na utilização do estacionamento;
Reforço das zonas pedonais cuidadosamente arranjadas;
Criação de zonas de ócio (esplanadas, zonas verdes, parques infantis, praças públicas, etc.);
Melhoria das condições de limpeza e higiene e todas as medidas que pretendem dar corpo a duas ideias fundamentais: recuperar a clientela perdida e reforçar a influência do comércio local.
O COMÉRCIO LOCAL ESTÁ DEPENDENTE DE UMA GESTÃO RACIONAL E EQUILIBRADA DEVE POR ISSO, NÃO HAVENDO UMA ESTRATÉGIA AUTÁRQUICA PARA O COMÉRCIO LOCAL, SER UM NOVO DESAFIO CONCELHIO: ajudar o comércio local a encontrar o seu lugar na nova textura económica, com imaginação, ousadia e sentido de oportunidade
A SOLUÇÃO: Passa por renovar a imagem e dar um novo rosto ao Comércio LOCAL mas,
É PRECISO QUE O COMÉRCIO LOCAL SE LEMBRE QUE TEM QUE TER HORÁRIOS COMPATIVÉIS COM OS DIVERSOS OUTROS SECTORES DE ACTIVIDADE LOCAL.
É PRECISO QUE A AUTARQUIA FAÇA ALGO PARA FIXAR PESSOAS, QUE CRIE OPORTUNIDADES DE FORMA A CHAMAR PESSOAS.
É MAIS FACIL UM COMERCIANTE NO BOMBARRAL, COMPAR UM CARRO NOVO DO QUE REMODELAR O SEU ESTABLECIMENTO.
É PRECISO QUE TODOS QUEIRAM, PROPRIETÁRIOS DE LOJAS ABERTAS E DE LOJAS FECHADAS, (QUE TEM QUE DECIDIR SE AS QUEREM MANTER FECHADAS A DEGRADAR OU ABERTAS A REVITALIZAR COM RENDAS SUPORTAVEIS) OS COMERCIANTES, A AUTARQUIA, E AS ASSOCIAÇÕES DO SECTOR
MAS, ACIMA DE TUDO É PRECISO PESSOAS.
UM PRIMEIRO PASSO PASSA PELA ISÊNÇÃO DE HÓRARIOS JÁ DURANTE O FESTIVAL DO VINHO E DA PÊRA ROCHA.
«intervenção feita durante o colóquio, (o comércio no Bombarral que futuro?), organizado pela Associação Bombarral Sustentável, auditório municipal, 24 de julho de 2015»
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