outubro 18, 2017

Don Dinis "o lavrador"

A ministra demitiu-se, acabaram os incêndios!
Óh Senhores doutores e engenheiros desculpem que lhes pergunte? 
Mas se no caso dos incêndios a culpa não é do Estado, então é de quem? 
Não são os governos que dirigem o Estado? 
Não é aos governos eleitos que cumpre corrigir ou executar aquilo que os antecedentes não fizeram ou omitiram? 
Sabemos que não foi este governo que incendiou o país mas cabe a este governo prevenir para que situações como estas não aconteçam ou sejam muito minimizadas. Ou não será? 
A culpa não é de que partido é o governo ou de que maioria o apoia. 
A culpa é do governo e do estado seja ele de que côr partidária fôr. 
Passem bem e deixem de culpar tudo e todos pelo que não foi feito, porque senão a culpa dos incêndios no pinhal de Leiria ainda é do Rei Don Dinis.

fevereiro 23, 2017

INTENÇÃO DE CANDIDATURA

Sou oficialmente desde 23 de fevereiro candidato a presidente da câmara municipal do Bombarral, como independente apoiado pelo MPT- partido da terra.
Com coragem.
E é com a mesma coragem com que me candidato que me oporei e lutarei contra os poderes instalados que há muitos anos têm “atrofiado” o crescimento económico, social e urbano do concelho do Bombarral e dos seus munícipes eleitores.
Sou candidato a presidente da câmara municipal do Bombarral numa candidatura que não é nem será contra pessoas, numa candidatura de ideias e de trabalho numa candidatura de pessoas para pessoas.
Acredito que aqueles que me antecederam, após José Maria do Rosário Guilherme, tentaram fazer o melhor que sabiam para gerir os destinos deste concelho, mas sabiam pouco e fizeram pouco dado o estado de letargia em que o concelho do Bombarral se encontra hoje comparando-o com outros concelhos da região que há 28 anos eram aldeias ao nosso lado. Nestes 28 anos tudo mudou mas para pior e o Bombarral passou a aldeia e essas outras aldeias passaram a vilas e até a cidades.
A nossa candidatura quer um concelho moderno e empreendedor, um concelho em que todos os dias haja ideias.
Um concelho e uma câmara em que se aproveitem as boas ideias de todos os eleitores e eleitos, onde haja obra todos os anos e não só de quatro em quatro anos quando há eleições
Um concelho em que se criem condições socio económicas para os seus eleitores.
As nossas prioridades serão sempre para com todos os bombarralenses eleitores no Bombarral, sem olhar a credos, cores ou filiações partidárias, pelo que as nossas principais intenções são:
1º disponibilizar terrenos gratuitos, para a instalação de empresas que criem emprego e tenham pelo menos 60% de trabalhadores eleitores no concelho do Bombarral.
2º criar um “grupo” de trabalho e apoio para junto do governo central lutar pela instalação e construção do novo CHO - Hospital do Oeste no concelho do Bombarral, disponibilizando terrenos para esse fim.
3º criar uma empresa municipal para gerir todos os eventos municipais, existentes e a existir como o festival de musica livre, a feira medieval ou oitocentista, a recriação do combate da roliça, a feira de actividades e artesanato local, a semana pascal, o mercado dos doces e sabores, o festival do vinho, o festival da pera rocha, etc..
4º criar em parceria com privados condições para que lugares históricos do concelho, como as grutas do vale do roto, igrejas e ermidas, monumentos romanos, etc… possam ser recuperados de forma a terem condições de visita publica, divulgando assim o concelho, a sua gente, a sua cultura, a sua historia e a sua ruralidade.
5º criar um concurso de provas de vinhos e sabores gastronómicos como forma de promover a economia local e divulgar o que há de melhor na nossa terra.
6º reverter o projecto das futuras instalações municipais e juntar todos os serviços existentes nas actuais instalações junto ao cemitério depois de obras de adaptação deixando assim outros espaços municipais para investimentos público-privados.
7º tirar o máximo proveito das acessibilidades que nos rodeiam, CP, AE8 e Rodoviária tendo em conta a nossa proximidade á praia e ao surf e a outras actividades lúdicas de concelhos vizinhos de forma a criarmos com os proprietários urbanos uma rede de Hostel’s, remodelando assim malha urbana concelhia, e criando condições para que os viajantes se instalem e consumam nos serviços e comercio local.
8º construir um parque de campismo, um parque de caravanas, um skate parque e uma novo complexo de piscinas de forma a termos oferta turística e podermos aspirar a um maior crescimento económico e á criação de mais empregos no concelho
9º adquirir, ou se necessário mesmo expropriar, alguns edifícios históricos abandonados, para instalar uma casa da cultura, um museu etnográfico e agrícola e uma casa de apoio social.
10º recuperar as antigas escolas primárias, para instalar serviços e, com voluntariado, instalar centros de apoio á juventude e centros ocupacionais para a 3ªidade.
Muito mais obra e ideias estão nos nossos horizontes como a prioridade de dotar todo o concelho do Bombarral de condições de mobilidade para pessoas com qualquer tipo de deficiência.
Mas, não é possível enumerar todas as nossas apostas no desenvolvimento turístico, social e económico dos munícipes eleitores e do tecido empresarial do nosso concelho do Bombarral, não queremos prometer o que não sabemos se temos meios para fazer ainda.


Pelo que estas são, desde já, as prioridades e as intenções desta candidatura, porque se mais não fizermos além destas medidas já teremos um óptimo mandato.

Eu Candidato


O Candidato

Nasceu em 1958, vive em Bombarral, tem duas filhas.
Os estudos secundários iniciou-os em Luanda no colégio Don João de Casto e passou pelo Externato Académico do Bombarral.
Prosseguiu caminho na Universidade da vida, a par com actividades de cariz social: associações culturais, recreativas, estudantis e desportivas.
Simultaneamente colaborou em diversos jornais, revistas e blogs, dedicou-se profissionalmente á gestão hoteleira, á segurança electrónica e á venda de automóveis.
Foi um dos fundadores do NID-Núcleo de Iniciação Desportiva, do CTT-Clube Todo o Terreno do Bombarral, e do BBC-Bombarral Basket Clube onde foi seu presidente foi ainda monitor da DGD-Direcção Geral de Desportos e do MVD-Movimento Voluntário Desportivo, foi presidente do SCEB-Sport Clube Escolar Bombarralense.
Manteve-se sempre ligado a instituições sociais sem fins lucrativos foi membro da comissão executiva da Feira Nacional da Pêra Rocha, foi membro da Assembleia Geral do Concelho Local de Acção Social do Bombarral, foi presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Pais da Escola Secundária do Bombarral, pertenceu ao SATI-Saltimbancos Teatro Independente.
Foi autarca e autor. Ocupou diversos cargos políticos partidários relevantes.
É sócio de várias associações recreativas e culturais do concelho do Bombarral.
Actualmente é consultor comercial e um político independente.

Onde tudo começou

1º Dia do resto da campanha até á vitória. Com José Inacio Faria, deputado europeu e presidente do MPT Partido da Terra,

outubro 12, 2016

Nós não vamos fracassar.

Num mundo que muda à velocidade da luz e onde se pensa que tudo é fácil e rápido, o sucesso está reservado para os que conseguem fazer diferente e inovar no que fazem e para os que fazem o que nunca foi feito.
Quando definimos metas demasiadamente elevadas, se houver fracasso, esse fracasso ainda ficará acima do sucesso de todos os outros, pois definiram metas facilmente atingíveis.
Nós elevamos a fasquia e não pensamos nem nos apetece dizer… vamos lá fracassar!
Nós não somos de fracassar, nós somos candidatos porque queremos governar a câmara municipal do Bombarral e sabemos que para além dos muitos milhões que há para investir e a que nos podemos candidatar no programa Portugal 2020, há igualmente pequenos investimentos de âmbito privado e municipal, mesmo muito pequenos, nomeadamente nos principais locais de interesse turístico e na qualidade urbana, e não só, que podem ajudar em muito ao desenvolvimento deste concelho e num “Programa Concelhio de Reformas”.
Provavelmente até podem chamar-lhe minudências. Mas, são umas iluminações aqui, uma “agulha ali, mais umas limpezas e umas pinturas acolá ou até só uns rebocos além, etc…etc…, são tantos os casos que até os considero como o “last ou first step” do concelho.
Ou seja, definimos uma estratratégia fizemos um levantamento das necessidades e das prioridades e focámo-nos numa candidatura á presidência da câmara municipal do Bombarral, temos capacidade e queremos trabalhar para que o concelho seja colocado no sítio certo.
Esta estagnação em que vivemos “actualmente” pode arruinar-nos. Parece que não precisamos de fazer e aprender coisas novas nem de alcançar mais e melhor todos os dias. A actual gestão não sai da zona de conforto que definiu, e vai gerindo “levemente” sem afrontar ninguém deixando assim relaxar o estado do concelho. E é com este estado de espírito que nos trouxeram até aqui.
Tanto na autárquica como em qualquer outro negócio é preciso focarmo-nos nos clientes, conhecê-los, perceber as suas necessidades e motivações. Deve ser um desígnio dos autarcas e gestores de Infra-estrutura potenciar os níveis de desempenho do seu tecido empresarial, pois estes são fundamentais para o sucesso da autarquia e da riqueza dos seus munícipes. Uma autarquia competitiva não pode deixar-se  “adormecer”. Numa autarquia que se quer desenvolvida tem de se ser consequente, decidir com transparência, clareza, de forma estratégica e sustentável.
Não é possível continuar a ouvir dizer que o concelho é está parado... Pois o que eu penso é que há muita gente parada e não concelhos parados.
Haja equilíbrio nas políticas de investimento e na forma cuidada de aplicar as receitas.
Temos de ter uma política de investimento assertiva, regulada e com condições de acesso igual para todos.
Tenho, ao longo da vida, visto que há sempre dois caminhos, o caminho dos motivados, que fazem... E o caminho dos desmotivados que reclamam. Há ainda pessoas que ouvem bons conselhos e pessoas que não ouvem.
Não há sucesso sem equilíbrio nem sem compromisso. E eu assumo o compromisso de fazer diferente e fazer mais e melhor pelo concelho do Bombarral
Desculpas são desculpas, promessas são promessas...
Mas nós vivemos de resultados! 

Luis Godinho Montez

Candidato a Presidente da CMBombarral

setembro 24, 2016

2017

Se os bombarralenses continuarem a fazer o que sempre fizeram, os bombarralenses vão ter o que sempre tiveram.

2017 é a oportunidade de marcar um novo recomeço para este concelho e para este povo.
O meu maior desejo é que o concelho do Bombarral saia fortalecido das próximas eleições autárquicas e que a realidade que dai surja seja a esperança do início de uma estratégia sustentada que aposte na salvaguarda da população, no crescimento económico, no ambiente e saneamento básico, no património e cultura, na educação, na acção social e em outras infra-estruturas essenciais para o desenvolvimento do concelho do Bombarral.
Esta terá de ser a nova realidade de um concelho, hoje, pobre sem estratégia e longe da população.
Temos de reconhecer a crescente dependência do concelho pela sua câmara municipal.
Mas o futuro abriga-nos a diminuir esta dependência do concelho, é necessário aproveitar as ideias boas que vêm do exterior e existem em cada munícipe como forma de criar condições de desenvolvimento económico e apoiar a criação de emprego.
Nos últimos anos, muitas pessoas partiram deste concelho á procura de melhores condições de vida, a crise veio revelar a fraca sustentabilidade do concelho e é preciso inverter este facto e enfrentar os desafios com que o concelho está confrontado.
Continuamos sem saber se será ou não uma realidade a construção do parque temático, por isso temos que ter outras metas e criar alternativas que nos permitem caminhar para a sustentabilidade que o Bombarral merece.
O Bombarral e a sua população precisam de uma nova motivação para que possamos aspirar a um concelho mais atractivo e melhor preparado para o futuro que todos desejamos.
2017 será o momento da verdade para o Bombarral. O marasmo constitui o sinal de alarme e a manter-se a falta de uma estratégia planeada, o envelhecimento e falta de manutenção do património a não execução de obra para o bem-estar da população numa lógica de continuidade condenar-nos-ia a um declínio gradual e a ocupar um lugar de plano terciário na ordem dos concelhos da AMO.
Temos de ser audazes e ambiciosos, a nossa prioridade será assegurar uma estratégia com êxito que nos permita encarar o futuro com optimismo e nessa estratégia cabem todos os bombarralenses residentes e ausentes, toda a população com raízes e ligações ao concelho do Bombarral.
Para construirmos um futuro sustentável temos que introduzir medidas que contem com o apoio da população e que leve em conta os seus anseios, temos que tratar todos de igual forma desde os mais necessitados aos mais abastados, temos que ter uma visão diferente no tratamento das situações e temos de ter sempre como meta principal a não utilização e ou a cobrança de favores, sejam eles políticos ou não.
O nosso foco será sempre trabalhar para o bem-estar da população e fazer obra para essa população de modo a poder proporcionar o seu bem-estar social e o seu crescimento económico. O nosso foco será sempre criar condições para a instalação e crescimento de empresas privadas com vista á criação de empregos ao pagamento de impostos municipais e ao crescimento económico dessas empresas.
O nosso foco será servir o concelho do Bombarral sem horário de forma a impormos as nossas condições como concelho nos locais de decisão municipal.
Os concelhos que partilham da nossa análise são aqueles que mais cresceram e mais condições criaram para as suas populações.
Se outros conseguiram, nós também podemos conseguir fazendo mais e melhor, fazendo diferente.
Teremos para isso de, em conjunto, passar à acção, dispomos de muitas ideias e dispomos de uma mão-de-obra, populacional e municipal com muito talento.
Temos confiança na nossa capacidade e acreditamos nas pessoas do nosso concelho para unirmos esforços, para concretizar os nossos principais objectivos concelhios: criação de emprego e inovação, alterações estratégicas de gestão, educação e luta contra a precaridade e pobreza.
Estes objectivos marcam o rumo que deveremos seguir e constituem a referência que nos permitirá avaliar os progressos alcançados.
Embora ambiciosos, estes objectivos estão ao nosso alcance e serão acompanhados por propostas concretas destinadas a assegurar a sua realização.
Para isso contamos com a população do concelho do Bombarral e com todos os eleitos em 2017.
Todos juntos vamos fazer melhor, vamos fazer diferente.

setembro 03, 2016

Ainda bem que isto vai mal, porque isso é a nossa salvação

Ainda bem que isto vai mal, porque isso é a nossa salvação. (Fernando Pessoa)

O estado actual do concelho é a continuação do estado das coisas desde há muitos anos, com simplesmente isto a mais: a abolição de obra nova ou de manutenção e, o empobrecimento do comércio local, são por si só a abolição de recolha de receitas.
Aliás este facto a manter-se impede sequer a pensabilidade de melhorar esse estado de coisas. Porque é sempre igual é a manutenção de uma politica errónea ao longo dos últimos anos e isso é i, será não a causa, mas a consequência de um progresso não existente. A [...] política seguida ao longo dos anos indica-nos que uma corrente social-democrata se tem substituído a outra no poder; mas essa substituição não é feita como a de um peão por uma rainha no xadrez. O estado a que chegaram as coisas quer economicamente quer socialmente quer mesmo nas relações interpessoais municipais não mudam de momento nem com o final das férias politicas; começam sim a exercer-se sobre elas, obscuramente, a influência de um poder instalado que não quer que uma outra corrente diferente e melhor, diria mesmo purificadora, que lentamente vai tentando alterar esse modo-de-ser “social”.
Claro está que com o final das férias politicas e, com o regressar dos mesmos protagonistas e das mesmas ideias e formas de actuar, o aproximar das eleições autárquicas tem muita influência para que os munícipes percebam de uma vez que os homens que estão à frente dessa corrente no deslizar rápido e gradual de (...) um concelho que teima em se atrasar e manter antiquado são os mesmos que — por falta de sinceridade [?], de modéstia e de competência, nos governam o concelho há mais de vinte anos.
Gradualmente, diariamente o pouco bem que resta vai sendo substituído pelo mau, pelo mau estado das vias públicas, pelo mau estado dos edifícios em ruína, pelo mau estado do saneamento básico, pelo mau estado das condições de ensino, pelo mau estado das condições de saúde, pelo mau estado das condições de segurança, pelo mau estado dos espaços urbanos, pelo mau estado dos parques infantis, pelo mau estado geral do concelho do Bombarral.
É impensável chegar ao estado de desenvolvimento de concelhos vizinhos, continuando a seguir este caminho sem estratégia e sem rumo.
É importante fazer mais, fazer melhor e fazer diferente!
É importante a substituição imediata na diferença de pensar e gerir o concelho. Nas próximas eleições autárquicas temos que mudar os homens do poder de forma a mudarmos a maneira de pensar, as ideias de fazer, a forma de fazer mais, melhor e diferente.
É preciso pôr esta ideia no horizonte e não a perder de vista, para que se não erre mais uma vez a possamos mudar para melhor o actual estado de coisas no concelho do Bombarral.

Candidato a Presidente da Câmara do Bombarral 2017
#fazerdiferente #fazermelhor


abril 26, 2016

Sempre actual 25 Abril em 2004

PARA MEMÓRIA FUTURA: Abril 2004: DISCURSO DE 25 DE ABRIL DE 2004 Senhor Deputado á Assembleia da República, Senhor Presidente e restantes membros da Mesa da Assembleia Muni...

março 03, 2016

Temos que agarrar o futuro ...

Já não faz sentido quando estamos doentes que sejamos transferidos para os hospitais de Lisboa.
E não é o aumento de 30 ou mesmo 50 camas de tornam o hospital das Caldas mais moderno ou mais bem apetrechado e que fará com que não sejamos transferidos.
Já é tempo das populações e das autarquias revindicarem uma unidade hospitalar que sirva todo o Oeste e em que não seja necessário transferir doentes para outros hospitais.
A construção de uma nova unidade hospitalar com serviços especializados e com uma urgência com capacidade e pessoal, não obriga ao fecho das já existentes, obriga sim á sua requalificação e a uma oferta de serviços médicos diferente e com espaço para atendimento personalizado e de qualidade.
O Oeste é uma região bem servida de infra-estruturas rodoviárias com a AE8 a A15 e o IP6, conta ainda com a linha ferroviária do oeste e também com a rodoviária tejo e a sua rede de expressos.
Ora todas cruzam de norte a sul de este a oeste o concelho do Bombarral, fazendo por isso com que seja o concelho mais bem situado para a instalação desta nova unidade hospitalar.
Mas, nada acontece por acaso e, para que este sonho possa vir a ser uma realidade é necessário que haja uma grande união entre todos, cidadãos, autarcas e deputados e que todos eles deixem cair preferências partidárias e que lutem como lutavam os antigos bombarralenses quando estava em causa a unidade e os interesses do Bombarral.
A construção do novo centro hospitalar do oeste a acontecer no concelho do Bombarral, será o renascer de um concelho á muito sem estratégia nem rumo de crescimento. Esta oportunidade será uma lufada de ar fresco na economia local á tanto tempo estrangulada.
A construção desta unidade irá ser espaço hospitalar para servir uma população perto dos 350 mil habitantes, segundo os censos de 2011, provenientes de parte do concelho de Alcobaça e dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Lourinhã, Torres Vedras, Sobral da Monte Agraço e Mafra.
A acontecer este hospital trará para o Bombarral diariamente centenas de pessoas, incluindo médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar e pessoal administrativo para além dos empregos indirectos que criará. Com esta construção iremos assistir á instalação de empresas ligadas ao sector e que fornecem o sector, para além das muitas famílias que se instalarão no Bombarral com a compra ou o aluguer de habitação.
Serviços de limpeza, alimentação e pessoal auxiliar será uma nova fonte de rendimento para a região e nomeadamente para o Bombarral onde muitos irão fornecer produtos e serviços.
Em tempos já passados os ex. presidentes das câmaras de Óbidos, Telmo Faria e de Caldas da Rainha, Fernando Costa, já conversavam na possibilidade desta unidade hospitalar vir a ser instalada do concelho das Caldas com o apoio de Óbidos.
Nunca o Bombarral reuniu a possibilidade de constituir um “lobby” de influência tão importante como agora em que existem pessoas no parlamento e no governo profundamente ligadas ao Bombarral.
Como escrevi inicialmente é importante que todos remem para o mesmo lado de forma a trazer para a nossa terra esta importante unidade hospitalar.
É também urgente que a câmara municipal informe os munícipes de que é possível este hospital ser instalado no Bombarral e é também muito importante que a câmara manifeste interesse em criar um movimento de apoio á localização do novo centro hospitalar do oeste no Bombarral e começe a juntar apoios de outras autarquias.
Se todos nós, cidadãos e entidades criarmos esse movimento, ninguém no futuro nos poderá acusar de inércia.
Não pode a câmara Municipal nem os autarcas, hipotecar ainda mais o Bombarral nem decidir sem ouvir a população.
O passado dá-nos bons exemplos, basta segui-los e assim homenagear a memória dos grandes bombarralenses já falecidos.

fevereiro 19, 2016

Queremos o novo Centro Hospital do Oeste no concelho do Bombarral.

Sim, o que a maioria dos bombarralenses não sabe é que o novo Centro Hospitalar do Oeste pode vir a ser construído no concelho do Bombarral.
E é bom que se passe palavra a todos com esta informação para que todos saibam que o Bombarral pode ter um Hospital Regional.
É urgente começar a movimentar toda a gente e iniciar uma vaga de apoio á construção do novo Centro Hospitalar do Oeste no Bombarral com todos os políticos de raízes bombarralenses, quer os que estão no Governo e na Assembleia da Republica, quer os que estão na Câmara e na Assembleia Municipal.
Mas só isso não basta, é necessário que os bombarralenses iniciem e construam um movimento de apoio e de pressão ao governo para que essa construção possa vir a ser uma realidade no nosso concelho.
Nenhum concelho que é e que virá a ser servido pelo novo Centro Hospitalar do Oeste reúne tantas condições para que essa instalação como o Bombarral que logisticamente é servido pela Auto-estrada do Oeste A8, pelos caminhos-de-ferro e pela Rodoviária do Oeste e, fica no centro da região dos utilizadores compreendida por cerca de 294.000 habitantes dos concelhos de parte de Alcobaça, de Caldas da Rainha, de Óbidos, de Peniche, de Lourinhã, de Torres Vedras e de parte de Mafra.
A Câmara é proprietária e existem terrenos que podem ser utilizados para esse fim ou em alternativa, se assim o entender, a Câmara pode comprar ou expropriar terrenos para proceder á instalação do novo Centro Hospitalar do Oeste.
A instalação do Hospital do Oeste apesar de só vir a seu uma iniciativa governamental para a próxima legislatura deve começar desde já a movimentar as pessoas e a pressionar as instâncias superiores para poder vir a ser uma realidade.
Esta unidade apesar de ainda não estar totalmente projectada deverá prever um espaço onde ocorrerão cerca de 70.000 consultas e 5.000 cirurgias ano, isto é, uma unidade por onde passarão centenas de utentes diariamente.
O peso económico da instalação de uma unidade hospitalar como esta no nosso concelho modificará para sempre o desenvolvimento local através do movimento que será feito por utentes, médicos, enfermeiros, e pessoal auxiliar para além dos empregos indirectos que serão criados para apoio a esta unidade hospitalar.
Sairão da região e do tecido empresarial local produtos alimentares, manutenções e outros serviços para esta unidade, será iniciada uma nova expansão imobiliária através do movimento e da fixação das famílias e das pessoas que diariamente trabalharão no hospital.
O concelho Bombarral nunca mais será o mesmo, este será sem dúvida o grande passo que o Bombarral necessita para enfrentar o desafio do futuro.
Urge por isso que a Câmara Municipal esteja na génese deste movimento e que gente capaz e com amor as Bombarral e ás suas gentes lute por uma causa que deve ser, e é com certeza, de todos os bombarralenses.
Estamos a falar de uma obra real, sem utopias, e com o investimento garantido do Estado e da comunidade europeia, a instalação do Centro Hospitalar do Oeste pode ser uma realidade no concelho do Bombarral.
Basta para isso que haja competência e que se reúna o “lóbi” necessário para junto do Governo conseguir este fim.
Os concelhos do sul do distrito serão, por certo, nossos aliados. Mais do que nos “umbigos pessoais” está o futuro de um concelho, está o futuro de gerações vindoras.

A construção do novo Centro Hospitalar do Oeste, por onde passarão milhares e pessoas mensalmente, a acontecer no Bombarral será a oportunidade de voltar a pôr o Bombarral no mapa. 

janeiro 25, 2016

A ver se nos entendemos.

Património municipal pode ser qualquer construção arquitectónica, espaço ou conjunto existente no espaço urbano que, pelo seu interesse arquitectónico, histórico, cultural ou social, constitui um bem que deve ser protegido e promovido com vista à sua apropriação pela comunidade municipal.
A ideia intemporal de património municipal, no sentido de possuir e transmitir algo com valor às gerações futuras, ganha cada vez mais propriedades culturais. Património municipal é todo o conjunto de bens que pelas suas qualidades económica e artística caracteriza e individualiza cada lugar e cada cidade ou vila.
O valor memorial tem grande peso na definição de património a preservar, tornando-o tão alargado, genérico e democrático que comporta em si quer a obra erudita, quer a obra vernacular.
Hoje ao falarmos do património arquitectónico do concelho do Bombarral, num passeio rápido pelas diversas freguesias podemos observar um património imobiliário em ruinas que não é cuidado por ninguém, nem por proprietários nem pelo próprio município.
É urgente que o município mande proceder á demolição ou recuperação dos muitos edifícios em ruinas privados ou municipais nas freguesias e na vila ou então em alternativa que proceda ele próprio ao abate ou á recuperação apresentando á posteriori a factura aos legítimos proprietarios ou em alternativa expropriando os mesmos para vender e ressarcir assim o custo dessa manutenção.
Há que ter coragem para tomar as melhores decisões em prol da manutenção patrimonial deste concelho e da sua população.
Verificamos hoje que o município não tem uma política de defesa do património municipal.
Para não falar de casos passados, vejamos o recente caso da casa onde habitou o falecido “Dr. Joaquim de Albuquerque”: devia a câmara deixar demolir o edifício? Sim. Mas com a obrigatoriedade da nova construção manter as fachadas do mesmo, que datam de 1919/20, a exemplo de tantos outros casos no país, porque são um património deste concelho e em especial da vila. Mas para isso é preciso ter coragem e tomar decisões.
Este edifício como outros na vila: a casa do também falecido “Dr. Coimbra”, (na entrada norte da vila) a casa da antiga “sociedade de vinhos Sadias”, (junto á CP) a casa da antiga câmara municipal, (na rua da madalena), o solar senhorial, (antiga oficina junto ao teatro), alguns solares e casas senhorias que pululam pelas freguesias, etc, deviam e devem ser preservados.
A defesa e a valorização do património municipal são factores determinantes no processo de qualificação urbanística dos espaços urbanos, e rurais contribuindo para o desenvolvimento económico e cultural, revelando-se um veículo privilegiado de coesão social.
O Património urbano tem um papel fundamental e insubstituível na simbologia e na imagem das diferentes formas da vila.
Sabemos que muitos bens existem que merecem ser classificados como património municipal, não houve porém ainda a coragem de o fazer, porquê? Existe, no entanto, um conjunto pequeno de bens classificados mas que não pode servir de exemplo do património do concelho, por ser redutor.
A classificação e inventariação do património municipal abrem um novo quadro de ordenamento do território concelhio e levará até á produção bibliográfica sobre esta matéria que é muito limitada.
Há que fazer um esforço para manter a traça original de alguns edifícios e limpar e preservar o espaço urbano das ruinas existentes.
Neste sentido herança municipal pressupõe também história, na qual se transmitem bens arquitectónicos, testemunhos e memórias.
É urgente tomar medidas e decisões, o património desempenha um papel importante na formação da nossa memória colectiva.
Luis Montez

Candidato em 2017

dezembro 12, 2015

Quando há ideias, há compromisso.

Quando falamos em Óbidos e nos seus eventos aos dirigentes políticos bombarralenses obtemos sempre as mesmas respostas: Óbidos tem o castelo, Óbidos tem a lagoa, Óbidos tem etc, etc, etc……
Depois de uma pesquisa concluímos, mais uma vez, que o castelo de Óbidos foi, é e continuará a ser um amontoado de pedras que foram há muito cuidadosamente colocadas para fazer uma fortificação para que os inimigos lá não entrassem.
Então o que há em Óbidos que falta no Bombarral, para além do castelo?
Ideias, sim, simplesmente ideias.
Qual foi a influência do castelo para que a UNESCO tenha distinguido a vila de Óbidos como uma das 47 cidades criativas do mundo, nomeadamente no plano literário? Nenhuma, Óbidos fez um projecto que resultou na criação de uma dezena de livrarias em "lugares improváveis", entre os quais uma igreja, um mercado biológico, uma antiga adega e uma escola primária desactivada, e foram igualmente abertas livrarias em dois dos museus da vila (Municipal e Abílio) e na galeria Nova Ogiva e no Centro de Design de Interiores (CDI). Todos eles locais geridos em conjunto com a câmara.
Logicamente que tudo isto resultou de facto de Óbidos ter uma estratégia de inovação e criatividade também centrada na literatura e de ter uma rede de livrarias que foi um dos sustentáculos desta candidatura, “segundo palavras de Humberto Marques”.
Então e não pode o Bombarral preparar e ser alvo destas ou de outras candidaturas?
Claro que pode. Mas para isso será necessário ideias criativas e força de trabalho “profissional e bairrista” de quem queira modificar mentalidades e criar inovação de forma a preparar o património histórico do Bombarral para poder concorrer a estas candidaturas e poder receber quem o queira visitar.
Se em Óbidos há um castelo que ao fechar as portas não permite a entrada de visitantes já no caso do Bombarral isso não acontece, as únicas portas que temos e fechámos há muito foram as da inovação as da criatividade a as da mudança.
Ninguém se pode alhear do que se passa no Bombarral, se quem decide não tem ideias nem cria condições de crescimento económico isso "aumenta a nossa responsabilidade na obrigação da criação de uma estratégia que seguramente fará com que fiquemos empenhados em melhorar”.
Pessoalmente, posso não estar de acordo com elas mas, já não discuto as pessoas nem as suas capacidades, cada um vale aquilo para que está talhado e o que a sua formação lhe permite.
Também não discuto os factos que possam ser apresentados como desculpa ou dificuldade para fazer este ou aquele projecto.
Discuto sim a falta de ideias e a falta de humildade para ouvir quem tem ideias, os factos negativos, ultrapassam-se com boas ideias e só com elas e com inovação se poderá alguma vez trazer o Bombarral para a ribalta. O Bombarral tem todas as condições para poder ser um destino de agência de viagem ou operador turístico, basta para isso pensar, planear e executar as imensas possibilidades que existem completamente abandonadas neste concelho.
Haja coragem e querer que tudo pode acontecer. Como em Óbidos são as pessoas que têm e que executam as ideias, não as pedras do castelo, também no Bombarral isso pode acontecer.  
Basta que nos deixemos de discutir pessoas e factos e, passemos a discutir ideias e formas de as executar.

Luis Montez (candidato em 2017)

novembro 04, 2015

Haja paciência,... parque temático

Já se aproximam as máquinas, ouve-se mesmo o roncar daquelas que vão iniciar as obras do tão desejado e esperado “utópico” parque temático do Bombarral.
Agora é que nunca mais precisamos de festivais de chocolate, nem festivais de literatura, nem feiras medievais, nem festivais de musica, nem rotas bordalinas, nem parques de estacionamento subterrâneos, nem rotundas nem praças temáticas, nem festivais de musica ou qualquer outros festejos, pode mesmo acabar o festival do vinho.
O Bombarral está a viver e vai continuar a viver os melhores anos da sua história. Projecta-se a construção de pousadas e hotéis para dar seguimento a tantas reservas de viagens que se esperam para o que será a loucura total, um parque temático como não há igual.
Que se cuide a câmara de Lisboa, pois a anunciada construção da renovada feira popular está condenada ao fiasco. Quem no seu perfeito juízo decidiu construir uma feira popular a poucos 70 Kms do mais famoso parque temático da Europa que vai iniciar a sua construção no concelho do Bombarral.
Toda a estratégia do município do Bombarral passa pelas obras que se vão iniciar durante este mês de novembro (?), aliás como descrito, numa unica linha, no recentemente apresentado plano de desenvolvimento estratégico do concelho do Bombarral.
Há já quem fale que tanto desenvolvimento vai obrigar á construção de um heliporto na praça do município e de um aeródromo no antigo campo de jogos do sceb, infraestruturas que podem também servir de apoio á famosa feira de 23 quando fôr instalada, provisoriamente, em qualquer outro lugar da vila.
Para os que não acreditavam neste projecto ai está a resposta as máquinas já roncam no “falcão” e vai dar-se inicio á obra do século que vai acabar com os problemas económicos do concelho, vai acabar com o desemprego e vai revitalizar o comércio local.
Tenho que terminar este artigo, porque no local onde escrevo já estou a cortar a passagem do progresso que se aproxima com tanta pressa que tenho medo que não pare.

Haja paciência, para tanta incompetência.
(in Jornal Noticias do Bombarral)

outubro 02, 2015

setembro 22, 2015

Para memória futura...

banana
Quero deixar aqui um desabafo daquilo que estou plenamente convencido.
Com tantas manifestações e elogios públicos, por parte dos manos Barreiras Duarte.
Nas próximas eleições autárquicas no concelho do Bombarral vamos assistir á repetição de uma história recente.
LUIS CAMILO DUARTE, ex. vereador do PSD, ex. vereador do Bombarral 1º, ex. presidente da câmara do PSD  e actualmente vereador do PS vai ser o CANDIDATO a Presidente da câmara pelo PSD nas eleições legislativas de 2017.
Fixem bem o que escrevo e penso, para memória futura. E depois digam que eu não avisei.

setembro 19, 2015

Tudo o que é diferente incomoda...

Sou candidato a Presidente da Câmara Municipal do Bombarral nas próximas eleições autárquicas.
Nasceu esta candidatura de uma decisão pessoal e ponderada, assim, sou candidato porque:
Como todos os Bombarralenses quero o melhor para a terra onde acontece a minha vida, onde estão as minhas raízes e onde está a minha descendência.
Tenho ao longo da vida trabalhado, como todos, e não tem sido fácil já tive dias bons e dias menos bons mas, com trabalho tenho conseguido mesmo com dificuldades seguir o meu caminho.
...
Sou candidato porque gosto do Bombarral e porque sei que tenho capacidades para fazer muito pela minha terra.
Ao longo dos anos tenho visto candidatos e pessoas serem eleitas para desempenhar cargos autárquicos no Bombarral sem que se lhes conheça uma ideia ou uma proposta para o desenvolvimento desta terra.
Ao longo dos anos tenho visto o Bombarral a definhar e os dirigentes autárquicos nada fazem nem manifestam qualquer ideia para inverter a situação.
Eu quero ser Presidente da Câmara Municipal do Bombarral para fazer obra.
Eu quero que o Bombarral volte a ocupar o seu lugar na história da região e isso só é possível com muita vontade e muita imaginação.
O Bombarral pode voltar a dar cartas sem que para isso tenha que se endividar basta que se saiba trabalhar com dedicação e reunir as pessoas certas para esse trabalho.
Eu acredito nas minhas capacidades e nas capacidades dos funcionários camarários para fazermos muito pelo concelho do Bombarral.
Basta que todos juntos, autarcas, funcionários e munícipes queiram mais e melhor para a nossa terra.
O impossível não existe, quando acreditamos em nós e fazemos o que gostamos.
Cada um de nós é um pilar fundamental para que voltemos a ter orgulho na nossa terra.
Hoje tenho um trabalho de que gosto. E encaro esta candidatura como uma mudança para um trabalho de que gosto mais.
Os que acreditarem e vierem a votar em mim podem crer que vão votar numa estratégia bem definida para o crescimento sócio económico do concelho do Bombarral e dos bombarralenses.
Os que votarem em mim podem crer que votam em quem sabe fazer e quer fazer muito pelo Bombarral.
Honrando o passado com o vosso apoio quero fazer muito e bem pelo Bombarral.
Esta candidatura não é contra ninguém, é uma candidatura que espera após a eleição reunir todos os vereadores em torno de um ideal e uma estratégia de desenvolvimento colectivo para o Bombarral.
Como Presidente do Município estarei sempre disponível para ouvir os munícipes, sei lidar bem com a critica e respeito todas as opiniões.

setembro 18, 2015

Fome ...

A fome é em qualquer lado do mundo fome.
 
Hoje na Síria, os seus habitantes estão tão desesperados com fome que comem qualquer coisa que cresça no chão, plantas e até relva.
 
Em parte a fome é muitas vezes, parece, o fim de tudo. Mas há casos em que a fome pode ser o princípio da mudança.
 
No Bombarral como na Síria também há fome. Felizmente não é fome de alimentos, é fome de progresso, fome de emprego, fome de obra, fome de quem saiba e queira fazer algo pelo Bombarral.
Hoje, infelizmente por muito que se fale sobre a nossa terra iremos sempre parar á fome que os bombarralenses têm de ver o seu concelho crescer em desenvolvimento e oportunidades de fixação da população.
Os donos do Bombarral vivem na ilusão da construção de um parque temático que, na minha opinião, nunca vai acontecer e agora que conseguiram endividar ainda mais o município com um empréstimo de 370 mil euros para comprar as antigas instalações do IVV vão começar também, por certo, a alucinar pois como não têm dinheiro não podem fazer qualquer tipo de obra no local.
É caso para dizer a câmara do Bombarral está mais rica porque não tem dinheiro mas tem mais uma propriedade que também, na minha opinião, irá ficar muitos anos á espera de investimento.
A verdade é que os anos vão passando e o Bombarral continua a ser governado aos empurrões, sem qualquer estratégia de crescimento económico ou social. O Bombarral há muitos anos que vai sendo adiado para servir os interesses de alguns “coronéis” que nunca deram nada ao Bombarral.
Há um velho ditado que diz que no mundo em que hoje vivemos o importante não é saber, mas sim ter o número de telefone de quem sabe. E se isso é verdade, aqueles que nos têm governado nestes últimos anos não sabem nem têm o número de telefone de quem sabe.
Hoje ainda não se sabe o resultado das eleições do próximo dia 4 de Outubro mas, sabemos que pelo menos três “bombarralenses” serão eleitos deputados á assembleia da república dois pela primeira vez e um para continuar a matar a sua fome e neste caso sede de poder que sempre conseguiu á custa de se servir do Bombarral sem nunca ter servido o Bombarral.
Como tem acontecido ao longo dos anos estas eleições em nada vão afectar o Bombarral, nem a vida dos bombarralenses pois o Bombarral vai continuar á míngua com a mesma fome que tem hoje, a mesma fome de progresso e de obra.
E obra há quem queira e a saiba fazer mas, infelizmente não tem poder para saciar essa fome que o Bombarral e os bombarralenses não merecem ter, aproximam-se tempos dos bombarralenses pensarem se querem continuar a morrer á fome ou mudar o moleiro para que a farinha seja bem moída e transformada em pão doce e macio.
Este artigo é uma charada sobre a fome mas em jeito de “ao de leve” lembro os mais desatentos que também da outra fome há hoje no Bombarral, escondida por vergonha e alimentada por alguns sem vergonha que por ai andam e não cumpre as suas principais obrigações de solidariedade social.
E acreditem, estou farto de tanta incompetência.

(in Noticias do Bombarral)

agosto 22, 2015

Novo Hospital do Oeste, deve ser no Bombarral

Há muitos anos que o Bombarral anda arredado da história do oeste, eu diria mesmo que há anos foge dessa história como se dela tivesse medo e com ela se quizesse finar. Há alguns anos um grupo de cidadãos, lidrados por mim, prepararam uma proposta de candidatura que apresentaram ao, então, Ministro do Turismo da altura, para tentar que o mesmo decidisse instalar a escola de hotelaria e turismo do oeste no Bombarral mas, não fomos acompanhados nessa pretenção pelos dirigentes autárquicos da altura que não manifestaram qualquer intenção de candidatura junto do Ministro, sendo por isso ele obrigado a tomar a decisão de a instalar em Óbidos em detrimento do Bombarral e das Caldas da Rainha que no entanto conseguiu instalar um polo dessa mesma escola na sua capital. Mas o Bombarral é assim ? Não o Bombarral não é assim. As pessoas é que são assim. Há autarcas "ignorantes" tomados por uma importância que não se lhes reconheçe porque também não têm obra que lhes seja reconhecida e julgam-se acima de tudo e de todos deixando ao longo dos anos fugirem oportunidades e ideias, só porque não são da sua lavra ideológica nem da sua sapiência. E quem perde é o Bombarral e os bombarralenses. Hoje a construção de uma nova unidade hospitalar da zona Oeste, como refer um estudo a pedido do Ministério da Saúde, para além de uma necessidade cada dia é mais uma realidade. Porém varios locais têm sido alvitrados para essa construção mas todos eles sem as condições ideais para essa edificação. É aqui que mais uma vez o Bombarral pode e deve voltar á história. Os actuais hospitais de Caldas da Rainha e Torres Vedras já não garantem condições de crescimento, estando por isso fora de contexto a sua utilização até porque estão a fechar diariamente algumas valências. Todos os projectos elaborados pelo Ministério para construir, hoje têm previstos espaços para o crescimento no futuro, sendo por isso instalados em areas com essa previsão de crescimento. Se por um lado Torres Vedras pende para que a construção seja na zona da Lourinhã, por outro lado as Caldas da Rainha querem a sua construção na zona das Gaeiras, Óbidos. Ora não é necessário nenhum estudo especial da matéria para que se reconheça que na area de serviço do novo hospital na zona compreendida entre Alcobaça, Torres Vedras e Mafra o Bombarral está no centro da zona oeste a quem serve este novo hóspital. Temos defendido á já algum tempo, publicamente, que o Bombarral devia abandonar a ideia do utópico parque temático e preparar a propriedade do Falcão, isso sim, para a disponibilizar à construção do novo Centro Hospitalar do Oeste. Centro Hóspitalar do Oeste que de imediato terá 600 camas e criará 3000 empregos. Esta localização,Bombarral, tem tudo o que é necessário de imediato e no futuro, espaço para a construção inicial e espaço para a sua ampliação futura, garantindo sempre o espaço necessário para parques de estacionamento, aliás area maior do que a da construção do edificio hospitalar. Servido que é pela auto estrada, pela CP e pela Rodoviária, o Bombarral será sempre o local de melhor acesso para quem dos serviços hospitalares necessitar. Infelizmente o representante dos Bombarralenses na Oeste-Cim é presidente da câmara que já demonstrou várias vezes que tem vistas curtas pelo que não conseguirá vislubrar que o crescimento económico do Bombarral, será um crescimento real e sustentado se os responsavéis se decidirem pela instalação da nova unidade hospitalar no concelho do Bombarral. Mas, para que isso aconteça é necessário que o municipio apresente uma proposta e defenda o Bombarral como central e, o melhor local para a construção deste hospital. É nestas ocasiões que sei que se pode fazer mais, muito mais e melhor pelo concelho do Bombarral e pelos bombarralenses. Serão capazes de ficar na história por lutarem por uma obra emblematica para todo o oeste ou em alternativa vão manter a mesquinhês histórica olhando para os seus próprios umbigos? Acreditem é possivém fazer mais, muito mais pelo Bombarral e pelos bombarralenses e há quem queira.
«in Noticias do Bombarral»