agosto 21, 2022

Certamente, não é este o caminho.

 No regresso á escrita oito meses depois....

A narrativa, deputado europeu e presidente do CDS quer levar partido de volta ao parlamento, é irresistível, mas, para as televisões é formato barato que não vende. O protagonista não aparece, os ex-deputados, imagens antigas vindas do passado já pouco glorioso e todo o seu estado de espírito, preocupações e elucubrações é dado por outros partidos da oposição com direito de antena, terceiros; ele está subentendido atrás de ideias e propostas que ninguém conhece, ou melhor, que não chegam a ninguém. Não sabemos que ruas limítrofes, é o espaço da acção para levar a palavra aos cidadãos eleitores.

E a história avança como? Através de figurantes e personagens que fazem umas palestras internas com alguns militantes, mas, cujos resultados não chegam aos jornais nem aos cidadãos; e são eles que tem que contar a história e, esse é um dos charmes do formato da democracia e do passa palavra na “caça” ao voto.

O CDS neste formato é uma espécie de amigos de Alex só que o Alex não está morto, está escondido do povo, das suas romarias, das suas festas, das suas gentes e fala e defende algo que não chega a ninguém. Não tem uma bandeira, não tem uma ideia, não tem uma estratégia para atingir a meta do regresso ao parlamento. Enquanto isso o povo vai sendo crucificado com impostos, com incêndios, com corrupção, tudo aquilo contra o que o CDS sempre lutou e repudiou.

O homem na praça pública, hoje chamada de rede social, não descola nas sondagens nem cativa novos seguidores.

É difícil ser CDS nestes tempos em que o partido parece estar preventivamente preso de ideias e movimentos. Tudo o que o homem produziu de política nestes últimos cinco meses, foi peregrinações; peregrinações sem bandeiras nem estratégias, num país onde não há oposição nem ideias para Portugal.

Bem tem sido avisado, desde a partida, que uma coisa é política outra é amizade, mas não me parece que distinga uma coisa da outra, quando se rodeia dos amigos contra os adversários internos. Adversários não são inimigos, são eles que corrigem e dão “arreganho” para fazer mais e melhor. O que é patético e não ajuda ninguém, muito menos o CDS e o seu líder, é o abandono das estruturas, e dos autarcas, esses são o garante de haver quem faça campanha e leve a palavra da democracia cristã até aos mais pequenos lugares do nosso Portugal. Nem a política, nem o cidadão que procura, muito justamente, alternativas, consegue vê-la no CDS e no seu líder.

Mas, tudo pode mudar.

A amizade pode ser a coisa mais linda do mundo, mas, devoção e dever para com um partido que nos deu tanto e, respeito e reconhecimento por quem por ele também tanto lutou e luta, deve ser uma das prioridades de quem quer ser líder.

E ainda pode voltar a traz e dar um rumo e uma bandeira aos que acreditam que ainda é possível.

A liderança e a amizade é, como já disse, a coisa mais linda, que se transmite à população; mesmo com menos televisão, mas, com a defesa séria de bandeiras políticas que defendam os reais problemas que afetam os portugueses, tudo é possível. Cada visita a um concelho, a uma cidade, a uma aldeia, a uma romaria, contribui para aumentar a índice de confiança, do homem que quer liderar uma oposição moribunda, cada visita, cada reportagem conseguida, cada declaração sobre cabalas e conspirações aproxima-nos mais da população que tem que  ver em nós, confiança e alternativa credível, de que nos afastámos todos nas últimas legislativas, mais do CDS tem de ser alternativa.

Eu acredito que é possível. E vocês?

Luis Montez

Conselheiro Nacional do CDS

dezembro 22, 2021

Em Portugal cada um tem que viver como um português.

O que eu gostava que fosse uma bandeira Portuguesa:

Em Portugal cada um tem que viver como um português.

Qualquer minoria, que queira viver em Portugal não importa de onde venha, que queira morar, trabalhar e comer em Portugal, devera falar o português e devera respeitar as leis portuguesas.

Se preferirem a Lei do Sharia e viver de acordo com as regras muçulmanas devem ser aconselhados a ir viver para países onde essa seja a lei nacional.

Portugal não precisa de minorias muçulmanas. Se as minorias precisam de Portugal, nós não lhes podemos conceder privilégios especiais nem tentar mudar as nossas leis para as adaptar aos seus desejos, não importa a contestação contra a nossa pretensa 'discriminação.'

Nós não devemos tolerar faltas de respeito há cultura Portuguesa.

Deveríamos tirar conclusões dos suicídios na América, em Inglaterra, na Holanda e em França, se queremos sobreviver como nação.

Os costumes portugueses e as tradições não são compatíveis com a falta de cultura ou os costumes desses povos.

Quando os nossos políticos e a nossa assembleia da república pensar em criar leis novas, ela deverá considerar o interesse nacional português essencialmente e como as minorias não são portuguesas, não tem que levar em conta a sharia, (a lei dos muçulmanos).

O texto não é meu, foi adaptado a Portugal porque é deste modo que penso, o seu autor: " Foi ovacionado de pé durante cinco minutos pelos membros da Duma (parlamento) Russa ao aplaudirem este discurso de Vladimir Putin.

outubro 31, 2021

Provas-te o teu próprio veneno.

Não foste tu, Nuno Melo, que exigiste que o Congresso e as eleições internas, se realizassem em janeiro ou fevereiro de 2022, porque que não tinhas tempo para preparar a tua candidatura a Presidente do CDS?

Ora se o Sr Presidente da República convocar eleições para 16 de janeiro é importante que o CDS possa disputar as mesmas de forma organizada e o mais forte possível.

Agora o que não contavas era teres de provar o teu próprio veneno. Se tanto exigiste, aliás, em congresso, ao presidente do partido para que as eleições fossem adiadas para janeiro ou fevereiro, vens agora dizer que isso é mau para o CDS e que estas não deviam ser adiadas e deviam ser feitas em novembro.

Estás, pois, aprovar o teu próprio veneno. Acredito que ao veres que não vais poder decidir nada sobre a lista de candidatos a deputados do CDS para a próxima legislatura, estejas a ver os amigos e tu a perderem o emprego que têm tido há mais de 16 anos.

Sabes é esta tua maneira de pensar e dos teus amigos que nos reduziu aos 4,5%. Podes tu e outros saírem que a mim não me preocupa nada, eu próprio já sai e voltei a entrar e o CDS nunca acabou.

Estou cá desde o palácio dos congressos no Porto, lembras-te? Ou nessa altura ainda cá não militavas? Sabes, quando votámos contra a constituição eu já estava cá, tinhas tu 10 anos de idade.

Podes sair tu, o Adolfo, o Pires, a Assunção e outros como vós que nos colocaram na situação em que nos encontramos hoje porque queriam um partido unipessoal onde cada um de vocês tinha 10 cargos.

Já vi sair ilustres pessoas com Freitas do Amaral, Lucas Pires e outros partirem e o partido sempre cresceu depois deles e voltará a crescer depois de ti e do Francisco, mesmo, enquanto os militantes e simpatizantes tiverem uma palavra a dizer. Sim os militantes e simpatizantes que para vocês são uma “coisa” que vocês não respeitam, porque vocês estão muito acima.

Por mim ide-vos embora que não deixais saudades, porque quem quer bem ao CDS e quer um projeto de direita democrata cristã, forte não vem para a praça pública dizer as barbaridades que tu e os teus “apaziguados” tem dito todos os dias.

Perderam o congresso com a eleição do Francisco e, até hoje não lhe deram descanso.

Termino estas palavras para ti Nuno Melo, a lembrar-te que eu sou do tempo em que o teu amigo Pires de Lima convocava conselhos nacionais em menos de 24 horas.

Podes não morrer com o teu veneno, mas não ficas com muita saúde.

És, foste e serás sempre um líder adiado a quem não conheço uma ideia para Portugal.

Luis Montez

Militante do CDS desde 1975

 

fevereiro 09, 2021

Há muito afastado das “tricas” politicas mas, ainda acredito em Portugal e nos homens de bem.

Há muito afastado das “tricas” politicas mas, ainda acredito em Portugal e nos homens de bem.

Será Francisco Rodrigues dos Santos é um líder a prazo?

Não, desde que continue no caminho que acabou de traçar no Conselho Nacional e continue caminhando em frente, entrando no caminho das eleições autárquicas por ruas e casas bem coloridas. Desde que siga caminhando do lado direito da rua com as bandeiras que sempre foram as do CDS.

Francisco Rodrigues dos Santos tem que se seguir e dar voz á direita-social em todas as esquinas, dar voz á classe média bastante maltratada, dar voz aos reformados, dar voz aos agricultores, dar voz aos pescadores, aos feirantes, ás autoridades, etc. … Mas, sem demagogia nem frases feitas.

Francisco, tem que garantir mesmo a união de todo o CDS, incluindo os que espreitam uma oportunidade para o derrubar. Só com o CDS reunido Francisco conseguirá partir para um bom resultado nas eleições autárquicas.

Alguns arautos da desgraça dão o CDS por acabado e, outros até o querem unificado com outros partidos, mas, não. O CDS é um partido fundador da democracia com provas dadas ao longo dos anos e da governação. O CDS é Portugal, o CDS é aldeias, vilas, cidades é um partido de pessoas para as pessoas. O CDS saberá continuar com Francisco Rodrigues dos Santos e os outros que a ele se juntem e, continuará na defesa das populações mais necessitadas e desprotegidas do nosso país não esquecendo as classes média e alta.

O CDS irá levar a sua palavra as suas bandeiras e a sua experiência pelos caminhos de Portugal, onde encontrará pessoas, homens e mulheres que acreditam que é possível fazer melhor e que sabem que o CDS pode e vai fazer melhor. Pessoas que acreditam no CDS e que sabem que o CDS tem sempre uma palavra final na democracia.

Alguns podem até ter duvidas mas o CDS é um partido de lutas e de pessoas que leva a sua voz de esperança a cada canto de Portugal. O CDS com Francisco será a nova esperança de dias melhores nos nossos concelhos será a voz e o poder alternativo á destruição do emprego e das empresas, á destruição da economia do nosso país em geral e dos portugueses em particular.

SE Francisco Rodrigues dos Santos acreditar em Portugal e nos portugueses, esse não o vão abandonar. Por mim estou com ele e com ele Portugal tem futuro.

 

fevereiro 06, 2021

Eutanásia! Não obrigado.

 


Durante a pandemia, quando estão a morrer pessoas todos os dias o parlamento, quase em segredo, decide aprovar uma lei que legaliza a “eutanásia”, morte assistida, em Portugal.

Contradições a que estamos habituados com estes senhores que ocupam as cadeiras no poder parlamentar. 

Veja-se que na véspera desta decisão, aprovaram medidas de “apoio” ao combate á pandemia que nos assola em Portugal para tentar evitar as centenas de óbitos que acontecem diariamente.

Agora escondidos pelas notícias da pandemia, aprovam uma lei que não põe termo ao sofrimento, mas sim termo á vida humana.

Esta posição é mesmo uma falta de respeito para com aqueles que infetados com o “covid” lutam diariamente para pôr termo ao sofrimento da doença e não acabarem sem a vida.

Estando nós todos, pessoas e hospitais, com tantas dificuldades, discutir o tema “eutanásia” em desproveito de medidas reais de apoio ao SNS e aos portugueses, muitos com fome e sem emprego, demonstra o pensamento daqueles que não se preocupam com o ordenado mensal, porque está sempre garantido na conta bancária ao final do mês.

A vida não tem preço.  Os cuidados paliativos além de proporcionarem, às pessoas vulneráveis, a vontade de viver, são a única saída que consente a dignidade humana.

A “eutanásia” não contribui para acabar com nenhuma patologia, logo não pode nem deve ser uma competência médica.

Os médicos e os enfermeiros existem para salva vidas e, para tratar doenças sejam elas pandémicas ou virais, os médicos existem para tratar e prevenir doenças e aliviar o sofrimento dos enfermos de acordo com a deontologia médica.

Por isso sou contra a “EUTANÁSIA” e sim, sei o que é sofrer com doenças más.

maio 07, 2020

Todos viveram 10 pandemias ...


Parece que todos já viveram 10 pandemias. 
Eu vivo a primeira!
Num período de emergência nacional, com mais de 25.000 infetados e centenas de mortos, só as pessoas com profundos conhecimentos sobre saúde pública deveria prestar declarações para informar os cidadãos e não os desinformar.
Quanto às questões sobre a economia, deveria ser o mesmo.
Porem isso não acontece.
Basta de tantos “comentadores e paineleiros” sem escrúpulos e sem vergonha.
Os membros de antigos governos deveriam estar calados, não opinem nem escrevam a dizer o que o governo deve ou deve fazer, todos eles se hoje não governam é porque foram incompetentes, alguns até tentaram acabar com o Serviço Nacional de Saúde.
Ler o que diz ou escreve Poiares Maduro ou Maria Luís é um mau para a vista e para os ouvidos.
Então ouvir Marques Mendes, Gomes Ferreira ou Camilo Lourenço é ouvir “senhores” intelectualmente desonestos, e os principais responsáveis por populismos em Portugal.
Falam e escrevem do que não sabem, mentem e manipulam os mais desinformados.
Quem é Gomes Ferreira? O que sabe este senhor sobre saúde pública, para falar da quantidade de teste que devem ser feitos?
Agora, Miguel Cadilhe, Ricardo Arroja e Cotrim de Figueiredo deputado da Iniciativa Liberal, como vêm pedir dinheiro, crédito sem juros e garantias para crédito ao Estado Português?
Então não são todos liberais? Então os mercados não resolvem tudo?
São eles defensores de que o Estado não deve ter qualquer intervenção na actividade económica?
Pelos visto só são liberais só que lhes interessa e são afinal socialista ou sociais democratas no que lhes convém?
(… E onde estão os “empresários de sucesso” que passadas duas semanas do confinamento já pediam apoios e diziam ter as empresas à beira da falência. Como é possível?...)
E estes “empresários de sucesso” não têm vergonha de acenar e ameaçar com o desemprego os trabalhadores que os ajudaram a ganhar milhões? E continuam a fazer vidas não de acordo com empresários falidos, como querem aparentar aos trabalhadores
É preciso ganhar vergonha “na cara” e respeitar e ajudar quem realmente é e está necessitado e precisa de ajuda para não passar fome e ter uma vida digna.
Que a crise criada pelo “Covid” acabe de uma vez por todas com estes empresários oportunistas que procuram receber apoios do Estado para comprar carros novos e fazer férias paradisíacas e nada fazem pelo país-
Apoie, sim, o Estado os sectores económicos que são competitivos, criam riqueza e protegem os empregos.
Acredito que a crise vai fazer uma limpeza natural de paineleiros, de comentadores e de patrões e empresários HIPÓCRITAS.
Todos

outubro 23, 2019

E agora ? ... Cds.


Quem me conhece, sabe que fui durante anos, muitos anos militante, dirigente local, distrital e nacional do CDS, o primeiro partido fundado e legalizado em 1974.
O resultado nestas eleições legislativas veio fortalecer e dar razão às posições que sempre assumi e defendi dentro do CDS até á minha saída e mesmo após a desfiliação partidária. Uns preferiram manter-se dentro do partido para tentar mudar mentalidades, outros, como eu, decidiram não compactuar com esta forma de fazer política no CDS desde 2000.
O CDS é uma sociedade unipessoal. Sem militantes e sem bandeiras. O CDS caiu no sistema, unipessoal, de vários cargos para poucos. O CDS não soube aumentar a sua militância e base de implantação com a distribuição dos cargos partidários e de estado pelos seus militantes.
Optando por ter dirigentes com 4 e 5 cargos dentro e fora do partido, garantindo assim a unipessoalidade do partido.
Lembro-me até porque fui um dos organizadores da famosa “Campanha da Terra do CDS” aquela que foi uma das bandeiras do CDS os problemas da ruralidade e do mundo rural que, juntou milhares de pessoas e angariou milhares de militantes para o CDS.
O ganho do CDS enquanto partido unipessoal qual foi, para além de além das 36 câmaras que teve e dos 317 vereadores, hoje em 2017, tem 6 câmaras e 41 vereadores.
O CDS um partido, fundado no berço da democracia portuguesa, de matriz democrata cristã e ideologicamente de centro-direita, navega hoje em águas ideológicas desconhecidas dos poucos militantes que vão restando e tentando cerrar fileiras para evitar a queda inevitável que já se deu nestas eleições legislativas.
O CDS um partido que chegou a ter um grupo parlamentar de 46 deputados consegue, hoje, ter o pior resultado de sempre na história centrista desde 1987, seguindo aliás, também o já alcançado nas eleições europeias que também teve os piores resultados de todos os tempos.
Será deveras interessante verificar como se vai posicionar-se o CDS, entre os recentes eleitos, Iniciativa Liberal e o Chega, na minha opinião, eleição, conseguida com votos tradicionais do CDS que viram o CDS fugir da sua matriz ideológica sem metas nem rumo.
O CDS já esteve no passado em situação idêntica, mas, nesse passado teve em 1995 militantes e uma base eleitoral politizada que acreditava na sua matriz ideológica e na sua carta de princípios. Era um partido democrata-cristão com bandeiras nacionais e com grande apoio popular junto da agricultura.
E hoje, o que podemos esperar do CDS para se regenerar se continua com dirigentes apostados em continuar numa agenda pessoal e agarrados a lugares.
Se o CDS se libertar de estigmas de vaidade e curar um problema que tem criado ao longo dos anos que é o de convidar e colocar dentro de casa “trainees” que só afastam os mais antigos que nunca são chamados aos cargos nem á gestão. É preciso juntar “antigos” com os jovens que ainda militam na Juventude Centrista para que o CDS não comece a dar ainda mais sinais de desgaste e termine a sua função na democracia portuguesa. (20/10/19)

março 07, 2019

A propósito de uma reunião no Carvalhal


Já 15 meses passados da eleição autárquica com tantos estudos e levantamentos, quando este mandato acabar os nossos autarcas já são todos doutores.
Não podem os eleitos desculparem-se que não fazem obra por causa das dividas que os anteriores deixaram, quando se é candidato tem que se saber e estar preparado para as dividas que se vão receber. Diria que isto são desculpas de mau gestor.
Tudo isto a propósito de uma reunião na Freguesia do Carvalhal em que se esperava que o presidente da câmara e os seus pares viessem apresentar as suas propostas e as novas obras para a freguesia e afinal não trouxeram nada de novo.
Os 25 fregueses presentes na sua maioria pediram esclarecimentos para saber da resolução de problemas existentes, á sua porta, a resposta pronta foi a de que é necessário estudar o assunto para encontrar uma solução, algums dos problemas, segundo os habitantes já vêm do anterior mandato do PS, liderado por Carlos Serafim.
Às perguntas diretas de para quando o alcatroamento das estradas da Ramalheira/Vermelha, Salgueiro/Óbidos e Casal Cigano/Óbidos, foi respondido que a situação está em estudo.
A pergunta sobre a resolução do largo do Barrocalvo, a mesma resposta, está em estudo a situação e quando apresentada uma proposta de solução, a mesma resposta: está em estudo a situação.
Quanto ás inúmeras ruínas que grassam pela freguesia e pelo concelho, ai também estão a fazer o estudo e o levantamento para fazerem..., não disseram o quê.
Perguntas sobre o PDM foram “respondidas” com pouca ou nenhuma convicção, mas, ficámos todos a saber que o senhor presidente da câmara, diz que quer o futuro Hospital do Oeste no Bombarral, mas, por uma questão estratégica não defende o a instalação do mesmo no Bombarral abertamente por acha que a solução passa por serem os outros a propor esta solução. 
Estranha estratégia em que eu quero uma coisa, mas não digo a ninguém que a quero!
Conclusão a presidência, e seus assessores, não veio ao Carvalhal apresentar propostas, veio isso sim pedir aos habitantes que apresentem propostas e ajudem o executivo com propostas, que após, mais uma vez, estudo (se) possam executar.
Isto é sem margem de duvida o inverter do mandato autárquico, vir pedir aos fregueses que apresentem propostas e soluções para a sua terra, porque “nós” não as temos.
Isto não é mais do que a confirmação do que há muito digo este executivo não foi eleito por mérito e programa próprio, que não tem, mas por demérito da oposição.
Bombarral, está escrito na noite que ainda não é desta que vais ver o sol a brilhar.
Luis Montez, freguês e eleitor no Carvalhal.

fevereiro 28, 2019

Eles pensam que eu esqueci

Pois é, esta na hora de voltar ao activo e emitir a minha opinião, lê quem quer e comenta quem pode ou sabe.
Estou a escrever um artigo para memória futura daquilo que foi a minha longa passagem pela politica e nomeadamente pelo CDS, sem rodeios e com os nomes nos toiros todos, doa a quem doer até porque já cheguei a uma idade em que não tenho que aturar alguns senhores que se julgam DDT e os únicos detentores da verdade histórica na politica do Bombarral, terra que me acolheu há 45 anos, e que se alguma vez tiveram aspirações fui eu que lhas apontei, as preparei e os lancei.
Em breve neste blog.

dezembro 16, 2017

Aceitar a mudança, estar atento !

E se a nossa vida mudar amanhã? 
E se, pelo contrário, não mudar de todo? 
Será que conseguimos implementar o que desejamos?
Reflexões que se impõem nos dias que correm e muito principalmente depois da grande mudança que aconteceu em Outubro no Bombarral
O recado do povo do Bombarral no passado primeiro domingo de outubro foi muito claro. O povo esteve atento aos golpes de oportunismo. E após uma votação histórica nestas eleições autárquicas o povo voltou à rua feliz e alegre deixando os políticos em alerta.
Agora a forma como encaramos a mudança do que aconteceu é uma das questões existenciais e mais difíceis de gerir. A mudança, personalizada no «merecemos mais», se por um lado representa um imenso conjunto de possibilidades, por outro, levanta um variado rol de receios, que se não são forem aceites por todos transformam o concelho num ponto estático, à mercê dos acontecimentos externos á governação. Quando não abraçamos a mudança, ficamos paralisados numa espécie de circuito fechado sobre nós mesmos.
Agora vamos assistir, penso eu, a trocas construtivas e saudáveis. O «tempo do tempo parado» e sempre da mesma coisa esperasse que tenha acabado e que daí advenham resultados diferentes. No processo de mudança, um dos nossos maiores receios é o medo daquilo que possa acontecer e que nós não conseguimos controlar mas, o povo sabe e conhece a força do voto.
E nós, na tentativa de preservarmos um espaço vital, acabámos por ser arrastados na corrente imparável da descontinuidade, sem marcarmos o nosso próprio querer nem implementarmos o nosso próprio desejo. Somos no entanto cocriadores da mudança e do novo destino.
Foi altura de mudar. Já estava-mos todos preparados. Agora vamos deixar governar quem de direito e vamo-nos mantendo atentos. As promessas são para cumprir, deixemos que as cumpram, deixemos que arrumem a casa e a mobília como querem.
A mudança ocorre quando sentimos o desconforto por ficarmos de fora dessa mudança, mas estamos e apoiamos a mudança com a alegria e a felicidade maior que a própria dor da nossa derrota.
Quando esta dor, apaziguada, advém de sermos quem somos, nunca deixamos de ser outra opção e, geralmente, optamos por aguardar e ver o rumo dos acontecimentos. Essa é, pelo menos, a intenção de continuarmos a ter voz e continuarmos alerta às opções que venham a ser tomadas para o desenvolvimento da nossa terra.
Por esta razão, não é o momento de dizermos «Basta!
Vamos resistir, vamos crescer e vamos levantar a voz do MPT-partido da terra enquanto “peça” atenta do tabuleiro governativo municipal.
Não estarmos atentos á mudança ou rejeitá-la seria apenas um meio de definharmos a fazer as mesmas coisas, a ter as mesmas atitudes e a criar os mesmos problemas… dos que não aceitam a derrota.
Geralmente, pensamos que mudar implica empreender grandes ações e definir estratégias complexas. A boa notícia é que, ao contrário, no MPT partido da terra, basta começar a implementar pequenas mudanças na forma de fazer politica, mudanças suaves, com as quais vamos conseguindo alargar aos poucos a nossa zona de conforto, para ver que ser alternativa é até mais simples do que parece. A mudança vai tornar-nos mais destemidos sendo mais fácil conseguir o que desejamos.
Neste pequeno artigo quero deixar o nosso abrigado a todos os que connosco privaram e caminharam nesta campanha de outubro. Um grande bem hajam por aceitarem a mudança.

Ex candidato a presidente da câmara

MPT Partido da Terra

outubro 18, 2017

Don Dinis "o lavrador"

A ministra demitiu-se, acabaram os incêndios!
Óh Senhores doutores e engenheiros desculpem que lhes pergunte? 
Mas se no caso dos incêndios a culpa não é do Estado, então é de quem? 
Não são os governos que dirigem o Estado? 
Não é aos governos eleitos que cumpre corrigir ou executar aquilo que os antecedentes não fizeram ou omitiram? 
Sabemos que não foi este governo que incendiou o país mas cabe a este governo prevenir para que situações como estas não aconteçam ou sejam muito minimizadas. Ou não será? 
A culpa não é de que partido é o governo ou de que maioria o apoia. 
A culpa é do governo e do estado seja ele de que côr partidária fôr. 
Passem bem e deixem de culpar tudo e todos pelo que não foi feito, porque senão a culpa dos incêndios no pinhal de Leiria ainda é do Rei Don Dinis.

fevereiro 23, 2017

INTENÇÃO DE CANDIDATURA

Sou oficialmente desde 23 de fevereiro candidato a presidente da câmara municipal do Bombarral, como independente apoiado pelo MPT- partido da terra.
Com coragem.
E é com a mesma coragem com que me candidato que me oporei e lutarei contra os poderes instalados que há muitos anos têm “atrofiado” o crescimento económico, social e urbano do concelho do Bombarral e dos seus munícipes eleitores.
Sou candidato a presidente da câmara municipal do Bombarral numa candidatura que não é nem será contra pessoas, numa candidatura de ideias e de trabalho numa candidatura de pessoas para pessoas.
Acredito que aqueles que me antecederam, após José Maria do Rosário Guilherme, tentaram fazer o melhor que sabiam para gerir os destinos deste concelho, mas sabiam pouco e fizeram pouco dado o estado de letargia em que o concelho do Bombarral se encontra hoje comparando-o com outros concelhos da região que há 28 anos eram aldeias ao nosso lado. Nestes 28 anos tudo mudou mas para pior e o Bombarral passou a aldeia e essas outras aldeias passaram a vilas e até a cidades.
A nossa candidatura quer um concelho moderno e empreendedor, um concelho em que todos os dias haja ideias.
Um concelho e uma câmara em que se aproveitem as boas ideias de todos os eleitores e eleitos, onde haja obra todos os anos e não só de quatro em quatro anos quando há eleições
Um concelho em que se criem condições socio económicas para os seus eleitores.
As nossas prioridades serão sempre para com todos os bombarralenses eleitores no Bombarral, sem olhar a credos, cores ou filiações partidárias, pelo que as nossas principais intenções são:
1º disponibilizar terrenos gratuitos, para a instalação de empresas que criem emprego e tenham pelo menos 60% de trabalhadores eleitores no concelho do Bombarral.
2º criar um “grupo” de trabalho e apoio para junto do governo central lutar pela instalação e construção do novo CHO - Hospital do Oeste no concelho do Bombarral, disponibilizando terrenos para esse fim.
3º criar uma empresa municipal para gerir todos os eventos municipais, existentes e a existir como o festival de musica livre, a feira medieval ou oitocentista, a recriação do combate da roliça, a feira de actividades e artesanato local, a semana pascal, o mercado dos doces e sabores, o festival do vinho, o festival da pera rocha, etc..
4º criar em parceria com privados condições para que lugares históricos do concelho, como as grutas do vale do roto, igrejas e ermidas, monumentos romanos, etc… possam ser recuperados de forma a terem condições de visita publica, divulgando assim o concelho, a sua gente, a sua cultura, a sua historia e a sua ruralidade.
5º criar um concurso de provas de vinhos e sabores gastronómicos como forma de promover a economia local e divulgar o que há de melhor na nossa terra.
6º reverter o projecto das futuras instalações municipais e juntar todos os serviços existentes nas actuais instalações junto ao cemitério depois de obras de adaptação deixando assim outros espaços municipais para investimentos público-privados.
7º tirar o máximo proveito das acessibilidades que nos rodeiam, CP, AE8 e Rodoviária tendo em conta a nossa proximidade á praia e ao surf e a outras actividades lúdicas de concelhos vizinhos de forma a criarmos com os proprietários urbanos uma rede de Hostel’s, remodelando assim malha urbana concelhia, e criando condições para que os viajantes se instalem e consumam nos serviços e comercio local.
8º construir um parque de campismo, um parque de caravanas, um skate parque e uma novo complexo de piscinas de forma a termos oferta turística e podermos aspirar a um maior crescimento económico e á criação de mais empregos no concelho
9º adquirir, ou se necessário mesmo expropriar, alguns edifícios históricos abandonados, para instalar uma casa da cultura, um museu etnográfico e agrícola e uma casa de apoio social.
10º recuperar as antigas escolas primárias, para instalar serviços e, com voluntariado, instalar centros de apoio á juventude e centros ocupacionais para a 3ªidade.
Muito mais obra e ideias estão nos nossos horizontes como a prioridade de dotar todo o concelho do Bombarral de condições de mobilidade para pessoas com qualquer tipo de deficiência.
Mas, não é possível enumerar todas as nossas apostas no desenvolvimento turístico, social e económico dos munícipes eleitores e do tecido empresarial do nosso concelho do Bombarral, não queremos prometer o que não sabemos se temos meios para fazer ainda.


Pelo que estas são, desde já, as prioridades e as intenções desta candidatura, porque se mais não fizermos além destas medidas já teremos um óptimo mandato.

Eu Candidato


O Candidato

Nasceu em 1958, vive em Bombarral, tem duas filhas.
Os estudos secundários iniciou-os em Luanda no colégio Don João de Casto e passou pelo Externato Académico do Bombarral.
Prosseguiu caminho na Universidade da vida, a par com actividades de cariz social: associações culturais, recreativas, estudantis e desportivas.
Simultaneamente colaborou em diversos jornais, revistas e blogs, dedicou-se profissionalmente á gestão hoteleira, á segurança electrónica e á venda de automóveis.
Foi um dos fundadores do NID-Núcleo de Iniciação Desportiva, do CTT-Clube Todo o Terreno do Bombarral, e do BBC-Bombarral Basket Clube onde foi seu presidente foi ainda monitor da DGD-Direcção Geral de Desportos e do MVD-Movimento Voluntário Desportivo, foi presidente do SCEB-Sport Clube Escolar Bombarralense.
Manteve-se sempre ligado a instituições sociais sem fins lucrativos foi membro da comissão executiva da Feira Nacional da Pêra Rocha, foi membro da Assembleia Geral do Concelho Local de Acção Social do Bombarral, foi presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Pais da Escola Secundária do Bombarral, pertenceu ao SATI-Saltimbancos Teatro Independente.
Foi autarca e autor. Ocupou diversos cargos políticos partidários relevantes.
É sócio de várias associações recreativas e culturais do concelho do Bombarral.
Actualmente é consultor comercial e um político independente.

Onde tudo começou

1º Dia do resto da campanha até á vitória. Com José Inacio Faria, deputado europeu e presidente do MPT Partido da Terra,

outubro 12, 2016

Nós não vamos fracassar.

Num mundo que muda à velocidade da luz e onde se pensa que tudo é fácil e rápido, o sucesso está reservado para os que conseguem fazer diferente e inovar no que fazem e para os que fazem o que nunca foi feito.
Quando definimos metas demasiadamente elevadas, se houver fracasso, esse fracasso ainda ficará acima do sucesso de todos os outros, pois definiram metas facilmente atingíveis.
Nós elevamos a fasquia e não pensamos nem nos apetece dizer… vamos lá fracassar!
Nós não somos de fracassar, nós somos candidatos porque queremos governar a câmara municipal do Bombarral e sabemos que para além dos muitos milhões que há para investir e a que nos podemos candidatar no programa Portugal 2020, há igualmente pequenos investimentos de âmbito privado e municipal, mesmo muito pequenos, nomeadamente nos principais locais de interesse turístico e na qualidade urbana, e não só, que podem ajudar em muito ao desenvolvimento deste concelho e num “Programa Concelhio de Reformas”.
Provavelmente até podem chamar-lhe minudências. Mas, são umas iluminações aqui, uma “agulha ali, mais umas limpezas e umas pinturas acolá ou até só uns rebocos além, etc…etc…, são tantos os casos que até os considero como o “last ou first step” do concelho.
Ou seja, definimos uma estratratégia fizemos um levantamento das necessidades e das prioridades e focámo-nos numa candidatura á presidência da câmara municipal do Bombarral, temos capacidade e queremos trabalhar para que o concelho seja colocado no sítio certo.
Esta estagnação em que vivemos “actualmente” pode arruinar-nos. Parece que não precisamos de fazer e aprender coisas novas nem de alcançar mais e melhor todos os dias. A actual gestão não sai da zona de conforto que definiu, e vai gerindo “levemente” sem afrontar ninguém deixando assim relaxar o estado do concelho. E é com este estado de espírito que nos trouxeram até aqui.
Tanto na autárquica como em qualquer outro negócio é preciso focarmo-nos nos clientes, conhecê-los, perceber as suas necessidades e motivações. Deve ser um desígnio dos autarcas e gestores de Infra-estrutura potenciar os níveis de desempenho do seu tecido empresarial, pois estes são fundamentais para o sucesso da autarquia e da riqueza dos seus munícipes. Uma autarquia competitiva não pode deixar-se  “adormecer”. Numa autarquia que se quer desenvolvida tem de se ser consequente, decidir com transparência, clareza, de forma estratégica e sustentável.
Não é possível continuar a ouvir dizer que o concelho é está parado... Pois o que eu penso é que há muita gente parada e não concelhos parados.
Haja equilíbrio nas políticas de investimento e na forma cuidada de aplicar as receitas.
Temos de ter uma política de investimento assertiva, regulada e com condições de acesso igual para todos.
Tenho, ao longo da vida, visto que há sempre dois caminhos, o caminho dos motivados, que fazem... E o caminho dos desmotivados que reclamam. Há ainda pessoas que ouvem bons conselhos e pessoas que não ouvem.
Não há sucesso sem equilíbrio nem sem compromisso. E eu assumo o compromisso de fazer diferente e fazer mais e melhor pelo concelho do Bombarral
Desculpas são desculpas, promessas são promessas...
Mas nós vivemos de resultados! 

Luis Godinho Montez

Candidato a Presidente da CMBombarral

setembro 24, 2016

2017

Se os bombarralenses continuarem a fazer o que sempre fizeram, os bombarralenses vão ter o que sempre tiveram.

2017 é a oportunidade de marcar um novo recomeço para este concelho e para este povo.
O meu maior desejo é que o concelho do Bombarral saia fortalecido das próximas eleições autárquicas e que a realidade que dai surja seja a esperança do início de uma estratégia sustentada que aposte na salvaguarda da população, no crescimento económico, no ambiente e saneamento básico, no património e cultura, na educação, na acção social e em outras infra-estruturas essenciais para o desenvolvimento do concelho do Bombarral.
Esta terá de ser a nova realidade de um concelho, hoje, pobre sem estratégia e longe da população.
Temos de reconhecer a crescente dependência do concelho pela sua câmara municipal.
Mas o futuro abriga-nos a diminuir esta dependência do concelho, é necessário aproveitar as ideias boas que vêm do exterior e existem em cada munícipe como forma de criar condições de desenvolvimento económico e apoiar a criação de emprego.
Nos últimos anos, muitas pessoas partiram deste concelho á procura de melhores condições de vida, a crise veio revelar a fraca sustentabilidade do concelho e é preciso inverter este facto e enfrentar os desafios com que o concelho está confrontado.
Continuamos sem saber se será ou não uma realidade a construção do parque temático, por isso temos que ter outras metas e criar alternativas que nos permitem caminhar para a sustentabilidade que o Bombarral merece.
O Bombarral e a sua população precisam de uma nova motivação para que possamos aspirar a um concelho mais atractivo e melhor preparado para o futuro que todos desejamos.
2017 será o momento da verdade para o Bombarral. O marasmo constitui o sinal de alarme e a manter-se a falta de uma estratégia planeada, o envelhecimento e falta de manutenção do património a não execução de obra para o bem-estar da população numa lógica de continuidade condenar-nos-ia a um declínio gradual e a ocupar um lugar de plano terciário na ordem dos concelhos da AMO.
Temos de ser audazes e ambiciosos, a nossa prioridade será assegurar uma estratégia com êxito que nos permita encarar o futuro com optimismo e nessa estratégia cabem todos os bombarralenses residentes e ausentes, toda a população com raízes e ligações ao concelho do Bombarral.
Para construirmos um futuro sustentável temos que introduzir medidas que contem com o apoio da população e que leve em conta os seus anseios, temos que tratar todos de igual forma desde os mais necessitados aos mais abastados, temos que ter uma visão diferente no tratamento das situações e temos de ter sempre como meta principal a não utilização e ou a cobrança de favores, sejam eles políticos ou não.
O nosso foco será sempre trabalhar para o bem-estar da população e fazer obra para essa população de modo a poder proporcionar o seu bem-estar social e o seu crescimento económico. O nosso foco será sempre criar condições para a instalação e crescimento de empresas privadas com vista á criação de empregos ao pagamento de impostos municipais e ao crescimento económico dessas empresas.
O nosso foco será servir o concelho do Bombarral sem horário de forma a impormos as nossas condições como concelho nos locais de decisão municipal.
Os concelhos que partilham da nossa análise são aqueles que mais cresceram e mais condições criaram para as suas populações.
Se outros conseguiram, nós também podemos conseguir fazendo mais e melhor, fazendo diferente.
Teremos para isso de, em conjunto, passar à acção, dispomos de muitas ideias e dispomos de uma mão-de-obra, populacional e municipal com muito talento.
Temos confiança na nossa capacidade e acreditamos nas pessoas do nosso concelho para unirmos esforços, para concretizar os nossos principais objectivos concelhios: criação de emprego e inovação, alterações estratégicas de gestão, educação e luta contra a precaridade e pobreza.
Estes objectivos marcam o rumo que deveremos seguir e constituem a referência que nos permitirá avaliar os progressos alcançados.
Embora ambiciosos, estes objectivos estão ao nosso alcance e serão acompanhados por propostas concretas destinadas a assegurar a sua realização.
Para isso contamos com a população do concelho do Bombarral e com todos os eleitos em 2017.
Todos juntos vamos fazer melhor, vamos fazer diferente.

setembro 03, 2016

Ainda bem que isto vai mal, porque isso é a nossa salvação

Ainda bem que isto vai mal, porque isso é a nossa salvação. (Fernando Pessoa)

O estado actual do concelho é a continuação do estado das coisas desde há muitos anos, com simplesmente isto a mais: a abolição de obra nova ou de manutenção e, o empobrecimento do comércio local, são por si só a abolição de recolha de receitas.
Aliás este facto a manter-se impede sequer a pensabilidade de melhorar esse estado de coisas. Porque é sempre igual é a manutenção de uma politica errónea ao longo dos últimos anos e isso é i, será não a causa, mas a consequência de um progresso não existente. A [...] política seguida ao longo dos anos indica-nos que uma corrente social-democrata se tem substituído a outra no poder; mas essa substituição não é feita como a de um peão por uma rainha no xadrez. O estado a que chegaram as coisas quer economicamente quer socialmente quer mesmo nas relações interpessoais municipais não mudam de momento nem com o final das férias politicas; começam sim a exercer-se sobre elas, obscuramente, a influência de um poder instalado que não quer que uma outra corrente diferente e melhor, diria mesmo purificadora, que lentamente vai tentando alterar esse modo-de-ser “social”.
Claro está que com o final das férias politicas e, com o regressar dos mesmos protagonistas e das mesmas ideias e formas de actuar, o aproximar das eleições autárquicas tem muita influência para que os munícipes percebam de uma vez que os homens que estão à frente dessa corrente no deslizar rápido e gradual de (...) um concelho que teima em se atrasar e manter antiquado são os mesmos que — por falta de sinceridade [?], de modéstia e de competência, nos governam o concelho há mais de vinte anos.
Gradualmente, diariamente o pouco bem que resta vai sendo substituído pelo mau, pelo mau estado das vias públicas, pelo mau estado dos edifícios em ruína, pelo mau estado do saneamento básico, pelo mau estado das condições de ensino, pelo mau estado das condições de saúde, pelo mau estado das condições de segurança, pelo mau estado dos espaços urbanos, pelo mau estado dos parques infantis, pelo mau estado geral do concelho do Bombarral.
É impensável chegar ao estado de desenvolvimento de concelhos vizinhos, continuando a seguir este caminho sem estratégia e sem rumo.
É importante fazer mais, fazer melhor e fazer diferente!
É importante a substituição imediata na diferença de pensar e gerir o concelho. Nas próximas eleições autárquicas temos que mudar os homens do poder de forma a mudarmos a maneira de pensar, as ideias de fazer, a forma de fazer mais, melhor e diferente.
É preciso pôr esta ideia no horizonte e não a perder de vista, para que se não erre mais uma vez a possamos mudar para melhor o actual estado de coisas no concelho do Bombarral.

Candidato a Presidente da Câmara do Bombarral 2017
#fazerdiferente #fazermelhor