agosto 19, 2025

Em Peniche "um palhaço é sempre um palhaço"

 


Sabem aquele ditado que diz que "um palhaço é sempre um palhaço"?

Ele lembra-nos que, muitas vezes, há pessoas que gostam de fazer os outros de palhaços mas não percebem que eles são os verdadeiros palhaços.

Existe em Peniche alguém assim que, infelizmente, costuma atacar verbalmente tudo e todas as pessoas ao seu redor. Essa pessoa, demonstra uma atitude agressiva e desrespeitosa, sem pensar nas consequências de suas palavras. Apesar de parecer forte e confiante, não passa de um crápula, alguém que não tem consideração pelos sentimentos dos outros e que age de forma egoísta.

É importante lembrar que, por trás de uma postura tão agressiva, muitas vezes há inseguranças ou problemas pessoais, neste caso muitos. Ainda assim, este comportamento acaba afastando as pessoas e criando um ambiente tenso ao seu redor e esta pessoa pensava que para concorrer ás eleições autárquicas era só estalar os dedos e as coisas aconteciam, mas não, esta postura não agregou só desagregou.

Verdade demorei seis meses a perceber que este pseudocandidato nunca seria candidato e não podia ser apoiado por um partido político credível.

Este pseudocandidato nunca apresentou uma proposta ou uma ideia para Peniche, algumas propostas e ideias saíram para o papel e a público porque a minha equipe assim o fez acontecer, dele, NADA….

A preocupação deste pseudocandidato era saber quando havia dinheiro ou quanto é que iria receber do estado pelos votos alcançados, que nunca vai alcançar.

Queria, … queria placares, programas, entrevistas na rádio e nos jornais mas, ideias e pessoas para a candidatura NADA e no dia 26 de junho, mesmo contrariado acedi e ia-se colocar o 1º placar na rotunda da Santa, felizmente, nesse dia o tal pseudocandidato ultimou que só precisava do partido para pagar a campanha e trabalhar tudo mais era como ele decida, pois ele é que dava a cara, sozinho. À pois É……. Sozinho como sempre esteve e decidiu para contra todas as chamadas de atenção, muitas, atacar e enxovalhar todos os candidatos dos outros partidos.

E ao pseudocandidato, nesse dia retirei-lhe todo o meu apoio e disse-lhe que nada mais havia comigo, chegando eu mesmo a contactar de seguida outro partido para fazer coligação.

Porém decidiu a presidente da distrital do partido que estava a apoiar o pseudocandidato, por razões de agenda pessoal, que devia manter o apoio ao dito e que Peniche era para ganhar….

Afastei-me a pedido e hoje estou deveras surpreendido pelos milhares de pessoas que estiveram esta segunda feira na apresentação das listas desse partido e do pseudocandidato.

Um palhaço, por mais que esteja vestido de cores vibrantes é alguém que só sabe fazer rir com as piadas que alguém escreve para ele mas, este nem assim consegue espalhar felicidade porque ninguém escreve ou quer estar com ele.

No final, o importante é lembrar que todos nós temos diferentes lados e que o sorriso de um palhaço muitas vezes é uma forma de iluminar o dia de quem está ao seu redor.

E, este pseudocandidato, palhaço, conseguiu dar-me momentos de risada, mesmo com as suas ameaças, proferidas em situações de euforia alcoólica.

Isso não significa que tenha ficado contente por esse partido não concorrer mas, porque sim por esta situação ser usual nos pequenos ditadores que, julgam eles que o são e, não enxergam o resultado nefasto dos seus atos individuais em prejuízo do coletivo.

Sim é verdade fui avisado do destempero deste pseudocandidato mas nunca pensei que o ódio pelo seu semelhante chegasse tão longe.

Talvez este senhor deixe de “cantar o fado” e sofra mais algum apagão

Luis Godinho Montez

 


julho 15, 2025

O CANDIDATO

O candidato .....

Com as eleições autárquicas á porta, vamos ter vários candidatos mas, queremos que O CANDIDATO GANHADOR seja, alguém que conheça a realidade local e que tenha estudado profundamente os problemas, necessidades e potencialidades do concelho.

Alguém que fale com moradores, associações, empresas e outras entidades locais, alguém que analise dados sobre a demografia, economia, infraestrutura, serviços públicos, entre outros.

Alguém que tenha uma visão e um programa político que estabeleça uma visão clara para o futuro da autarquia. Alguém que tenha um programa eleitoral com propostas concretas, realistas e sustentáveis, onde priorize áreas como: Educação, Saúde, Mobilidade, Habitação, Apoio social, Cultura e desporto, Sustentabilidade ambiental e Desenvolvimento económico local

Queremos um candidato com uma equipa sólida e com pessoas competentes e representativas da comunidade para integrar a lista, que distribuía funções e responsabilidades de forma clara e que garanta diversidade e inclusão de género, idade e experiência.

Queremos alguém que faça campanha de forma ética e transparente e que comunique as ideias de forma clara, honesta e acessível e que principalmente evite promessas impossíveis ou ataques pessoais aos adversários.

Queremos alguém que oiça a população e que promova a participação dos munícipes antes, durante e depois da campanha. Que esteja disponível para responder a dúvidas, críticas e sugestões.

É importante que tenha planos concretos para os primeiros 100 dias de mandato. Que garanta uma transição organizada com os serviços autárquicos. E que mantenha canais de comunicação abertos com os cidadãos.

Será que vamos ter alguém assim ?

Se tivermos esse alguém por certo terá o meu voto, o teu voto e todas as probabilidades de vir a ser o próximo presidente da câmara municipal




junho 30, 2025

Adeus sem ficar por ai....

É difícil lidar com esta sensação de mágoa ao deixar um partido após 50 anos de dedicação, onde desempenhei os mais diversos cargos, nacionais, distritais e concelhios.
Esta decisão traz emoções fortes, pois representa o fim de uma trajetória longa e cheia de memórias, valores e experiências que marcaram a minha vida política.
É natural sentir tristeza, frustração ou até uma sensação de perda neste momento.
Mesmo com esta despedida, o que construi ao longo desses anos permanece como uma parte importante da história e do meu legado.
É uma oportunidade de refletir sobre tudo que vivi, aprender com essa experiência e, quem sabe, encontrar novos caminhos onde possa continuar contribuindo e fazendo a diferença.
Neste caminho conheci muitos Presidentes, uns já morreram e outros ainda não mas, o partido mudou de políticas e bandeiras mas era Democrata Cristão e grato a quem o ajudava.
Hoje não é assim. É o desencanto, por isso tomei esta decisão de abandonar o CDS, é mesmo um ADEUS sem ficar por aí…

junho 05, 2025

Em Peniche, temos saudades do futuro ...

É previsível que a candidatura do CDS por Peniche queira transformar uma cidade velha, numa cidade moderna, para isso temos que dar e conseguir alguns passos importantes que envolvem planejamento, inovação e preservação.

Peniche merece que se faça isso de forma amigável e eficiente, primeiro vamos revitalizar espaços públicos, reformar as praças, os parques e áreas de convivência, tornando-os mais atraentes, seguros e acessíveis para todos os munícipes, depois será necessário atualizar as infraestruturas, ou seja, temos de melhorar o transporte público, a iluminação, o saneamento e a conectividade digital, garantindo que a cidade acompanha as tecnologias atuais.

Com este propósito temos de preservar a nossa  história local, ao restaurar edifícios históricos e valorizar a cultura local, criando um equilíbrio entre o antigo e o novo, queremos e vamos ainda incentivar a economia local, ao apoiar pequenos negócios, feiras e startups, promovendo oportunidades de emprego e crescimento, temos intenções de implementar práticas sustentáveis, de forma a utilizarmos energias renováveis, criar espaços verdes e promover a sustentabilidade ambiental.

Mas para isso vamos sempre envolver a comunidade, e ouvir os moradores, comerciantes e instituições para que as mudanças atendam às necessidades de todos.

Esta é uma promessa do que queremos seja o nosso trabalho, queremos cumprir e vamos cumprir, assim a população de Peniche acredite em nós e na nossa capacidade, queremos caminhar porque temos saudades do futuro. ….

Luis Montez
Representante do CDS Peniche

fevereiro 02, 2025

MOV Peniche, que caminho ....?

O MOV Peniche teve recentemente eleições para eleger os novos órgãos sociais. Com algumas peripécias, á mistura, desde a hora de início da AG mal indicada nas convocatórias, á falta de urna de voto e de votos formais e até mesmo á formalidade, mínima, da formação de uma mesa de AG constituída para o efeito- Porém mesmo assim a assembleia realizou-se e concorreu ás eleições uma única lista candidata á direção, dos destinos deste núcleo empresarial, composta por 13 pessoas. Paradoxo, foi eleita com os votos também de 13 associados dos quais 3 em delegação de voto.

Amadorismo, puro amadorismo que hoje não é possível em organizações deste tipo.

O MOV Peniche quer ser um núcleo empresarial e, uma estrutura destas tem que reunir as principais funções e atividades necessárias para o funcionamento e desenvolvimento da sua função. Que pode e deve incluir áreas como administração, finanças, marketing, recursos humanos e operações. O MOV Peniche tem que ser um núcleo empresarial responsável por tomar decisões estratégicas, coordenar esforços entre diferentes associados e garantir que os objetivos do núcleo sejam alcançados de maneira eficiente. Além disso, o  MOV Peniche pode e deve servir como um ponto de inovação, onde novas ideias e estratégias sejam desenvolvidas para impulsionar o crescimento e a competitividade do comércio e das empresas do mercado local.

Em resumo, o MOV Peniche a existir deve ser fundamental para a saúde e para o sucesso da promoção e defesa do comércio local.

Ora, a direção que saiu destas eleições tão pouco participadas, deve desde já tentar entender a razão pela qual os comerciantes locais não participam nesta acção.

Tenho para mim e tenho ouvido que o MOV Peniche só serve para realizar almoços e jantares e fazer alguma formação profissional. Outras coisas se ouvem, como o facto de o MOV Peniche só servir a quem por lá passa, “vozes do povo” que nem sempre acerta.

Nada tenho contra o MOV Peniche ou contra as pessoas que o tem dirigido, que por certo tentaram fazer o melhor que sabiam e sabem.

Mas é imperioso que o MOV Peniche mude e mude para melhor no sentido de perder este amadorismo do século passado.

Para que o MOV Peniche seja um núcleo empresarial e tenha sucesso, algumas práticas e estratégias tem de ser adotadas urgentemente: começando desde logo por ter uma sede física.

1. Definição Clara de Objetivos:

Estabelecer metas específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazos definidos ajuda a direcionar os esforços da equipe de trabalho.

2. Comunicação Eficiente:

Promover uma comunicação aberta e transparente entre o núcleo e o comercio local associado ou não, porque isso é essencial para garantir que todos estejam alinhados e informados.

3. Inovação e Adaptação:

O núcleo tem de estar aberto a novas ideias e disposto a adaptar-se às mudanças do mercado de forma a ajudar o comercio local a manter-se competitivo e relevante.

4. Desenvolvimento de Talentos:

Investir na capacitação e no desenvolvimento profissional dos seus associados e colaboradores como forma fundamental para criar associados qualificados e motivados.

5. Análise de Dados:

Utilizar dados e métricas para tomar decisões informadas de forma a poder ajudar o comercio local a melhorar a eficiência e a eficácia das estratégias utilizadas para promoção.

6. Foco na cidade:

Compreender as necessidades e expectativas dos comerciantes locais de forma a propor a melhor oferta e adaptação de produtos e serviços ao cliente final, esta estratégia é crucial para o sucesso a longo prazo.

7. Colaboração municipal e regional:

Fomentar a colaboração entre diferentes instituições locais e estatais de forma a pode gerar sinergias e melhorar a execução de projetos de promoção local.

8. Gestão Financeira Sólida:

Manter um controle financeiro rigoroso e planejar investimentos de forma estratégica para garantir a sustentabilidade do MOV Peniche

9. Cultura Organizacional Positiva:

Criar um ambiente envolvente entre o núcleo e os associados que valorize a diversidade, da organização de eventos culturais, culinários e desportivos de forma a aumentar a satisfação e a produtividade do comercio local

10. Avaliação Contínua:

Realizar eventos temáticos de promoção local e regional com avaliações regulares das estratégias e processos para permitir identificar as áreas de melhoria e ajustar o custo conforme necessário.

Ao implementar essas práticas, o MOV Peniche como núcleo empresarial pode aumentar as suas chances de sucesso e contribuir significativamente para o crescimento e a sustentabilidade do comercio local, seja ele qual for a sua atividade .

Luis Montez

CDS Peniche

novembro 18, 2024

Natal de um mau presidente !...


A função de um presidente de câmara é, na sua essência, guiar e administrar os assuntos do seu concelho com responsabilidade e ética. No entanto, ao longo da história, em Peniche, diversos líderes têm se destacado não pelo exemplo de boa governança, mas sim pelos erros e práticas questionáveis que cometem nos seus mandatos.

Vejamos… o Natal é uma época em que as câmaras municipais devem criar condições para que as pessoas circulem no comércio local. O que se passa em Peniche ?

Poe-se o Natal dentro de um pavilhão, que agora é o “ai jesus”, fora da cidade e nada se faz para promover o comércio local nem que os munícipes e os visitantes caminhem dentro da cidade para ver o Natal penicheiro. ….

Um dos principais problemas associados a maus presidentes de câmara é a falta de transparência. Em muitos casos, as decisões são tomadas sem a participação ou o conhecimento da população, o que gera desconfiança e descontentamento. Essa falta de comunicação pode levar à corrupção, já que a ausência de fiscalização permite que práticas questionáveis se estabeleçam.

Além disso, a má gestão dos recursos públicos é outra característica comum entre maus presidentes de câmara. O desvio de verbas, o desperdício de recursos em projetos ineficazes e a priorização de interesses pessoais ou de grupos específicos em detrimento do bem-estar da comunidade são atitudes que podem comprometer seriamente o desenvolvimento local. O mau uso do dinheiro público, em vez de ser revertido em benefícios para a população, acaba por gerar um ciclo de abandono e degradação das infraestruturas e serviços essenciais.

A falta de visão e planejamento estratégico também pode ser um sinal de um presidente de câmara ineficaz. Quando a gestão não se preocupa em atender às reais necessidades da comunidade, o resultado é um legado de obras inacabadas, serviços públicos precários e desarticulação no desenvolvimento de políticas sociais. O equilíbrio entre a demanda da população e a atuação da câmara é fundamental para garantir uma governança que realmente atenda aos interesses coletivos.

Por último, mas não menos importante, a incapacidade de estabelecer um diálogo construtivo com outras instâncias de governo e a sociedade civil, bem como a falta de habilidade em lidar com conflitos, pode levar à polarização e ao enfraquecimento da democracia local. A prática do autoritarismo, em vez da construção de um espaço democrático de debate, muitas vezes resulta em um ambiente hostil em que as opiniões divergentes são silenciadas.

Em suma, maus presidentes de câmara representam um desafio significativo para o desenvolvimento das comunidades que governam. A responsabilidade, a ética, a transparência e o diálogo são pilares fundamentais para uma gestão que busque verdadeiramente o bem-estar da população. Reconhecer e discutir os erros do passado é essencial para que as futuras lideranças aprendam com as experiências negativas e construam um futuro mais promissor e justo para todos.

Luis Montez

CDS Peniche

outubro 13, 2024

Habitação social em Peniche

 


A falta de habitação social não é um problema só de Peniche, é um problema complexo e multifacetado que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Este déficit habitacional traduz-se em condições de vida precárias, insegurança e exclusão social, impactando diretamente a qualidade de vida de indivíduos e comunidades inteiras.

Um dos principais fatores que contribuem para essa crise no mundo e em particular em Peniche, é o aumento acelerado dos preços dos imóveis, impulsionado por especulação imobiliária e pela crescente procura em áreas urbanas. Com o crescimento das cidades e a migração de populações em busca de melhores oportunidades, muitos trabalhadores e as suas famílias são forçados a viver em situações insustentáveis, como bairros de lata e nas ruas e mesmo em sobrelotação em casa de familiares, onde o acesso a serviços básicos é limitado.

Além disso, a falta de investimento em projetos de habitação social por parte do governo das câmaras municipais e de iniciativas privadas agrava a situação. Muitas vezes, as políticas habitacionais são insuficientes ou mal direcionadas, priorizando conceitos de desenvolvimento urbano que não contemplam a necessidade de moradia acessível e adequada. Isso demonstra uma desconexão entre as necessidades reais da população e as estratégias adotadas para o crescimento urbano.

Veja-se em Peniche que para além da falta de novos fogos de habitação social há ainda o problema de não serem recuperados alguns, muitos, que estão degradados e desabitados. …

A crise habitacional não afeta apenas os sem-teto ou aqueles que vivem em condições inadequadas; os seus efeitos reproduzem-se em toda a sociedade. A falta de um lar seguro pode resultar em problemas de saúde mental, aumento da criminalidade e duração dos ciclos de pobreza. As crianças que crescem em ambientes instáveis enfrentam dificuldades na aprendizagem e no desenvolvimento, o que imortaliza um ciclo de desvantagens sociais.

É crucial que haja uma ação coordenada entre governos, câmaras municipais, freguesias, sociedade civil e setor privado para enfrentar esta barreira à dignidade humana. Investimentos em programas de habitação social, políticas de arrendamento acessível, e a promoção de comunidades sustentáveis são caminhos essenciais para reverter essa tendência. A construção de um futuro mais justo e equitativo passa, indubitavelmente, pela garantia do direito à habitação digna para todos.

Peniche e a sua câmara municipal, tem que fazer mais, muito mais neste campo social para criar condições a que os seus munícipes possam ter uma vida condigna.

Hoje há muitas formas de construir habitação social sem se formarem guetos em prédios de muitos inquilinos, pobres. A pobreza deve ser erradicada e pode bem conviver junto da riqueza, assim a câmara municipal de Peniche queira e tenha coragem para cortar com o passado.

As pessoas e Peniche merecem. ...

Luis Montez

CDS Peniche

outubro 09, 2024

Porque há muito em Peniche

Maus gestores e maus presidentes de câmara causam um impacto significativo em qualquer organização, ou câmara municipal, e não afetam apenas o desempenho financeiro, mas também o moral de muitos trabalhadores.

Esses gestores e presidentes de câmara geralmente carecem de habilidades essenciais de comunicação, empatia e visão estratégica. Muitas vezes, tomam decisões baseadas em interesses pessoais e de amigos ou numa compreensão limitada das necessidades de seus colaboradores e  munícipes.

Um dos principais traços destes maus gestores e presidentes de câmara é a falta de feedback construtivo. Em vez de reconhecerem os esforços dos colaboradores e dos munícipes, criticam sem oferecer orientações para melhor os serviços, e criam um ambiente de trabalho tóxico e desmotivador. Além disso, a falta de transparência das decisões gera desconfiança, levando a um clima de insegurança entre os colaboradores e os munícipes.

Outra característica comum a estes gestores e presidentes de câmara é a resistência à mudança. Maus gestores e maus presidentes tendem a apegar-se a métodos antiquados, ignorando as inovações que poderiam beneficiar os colaboradores e os munícipes. Isso não só limita o crescimento das empresas dos concelhos e das cidades e o crescimento profissional dos colaboradores e munícipes, mas também impede que os município se destaque competitiva e atrativamente no mercado, quer seja turístico, quer seja económico ou quer seja qualquer outro.

Em contraste, um bom gestor e um bom presidente de câmara é aquele que inspira, motiva e se preocupa com o bem-estar dos seus colaboradores e dos seus munícipes, promovendo um ambiente de colaboração com a população e um crescimento económico. Investir numa liderança eficaz e num presidente dedicado e bem acompanhado política e tecnicamente é essencial para garantir que o concelho de Peniche e nomeadamente a cidade prospere e que os trabalhadores e a população se sintam valorizados e envolvidos com o propósito do município e motivados e com objetivos organizacionais traçados e a atingir.

Peniche precisa de um presidente com garra, reformista e que queira levar o concelho para um futuro risonho e próspero.

Luis Godinho

CDS Peniche

setembro 18, 2024

**A Terra do Surf e da Praia**

O objetivo da candidatura do CDS em Peniche com o António Pelerito, como independente, é propor uma mudança e despertar os Penicheiros.

Temos um projeto estratégico para a década porque nos últimos 20 anos ele não existiu, dado que 50 anos depois do 25 de Abril ainda há, no concelho, quem não tenha saneamento básico e água corrente em casa.

Propomos a mudança no voto porque os que têm ganho pouco ou nada fizeram do que prometeram.

Queremos influenciar as eleições e ter poder para propor novas ideias e fazer obra, somos candidatos por amor e paixão à nossa terra, queremos que Peniche se torne numa referência do Oeste como um concelho e uma cidade onde se queira viver, trabalhar e criar família.

Queremos levar rasgo, ambição e visão à gestão do município.

Peniche, um lugar mágico, onde há sol, ás vezes,  o ano inteiro, e o som das ondas na areia é a única melodia que embala a vida cotidiana. Esta é a Terra do Surf e da Praia, um paraíso costeiro, não aproveitado, onde o ritmo da natureza dita o compasso da existência.

Aqui neste momento, as ondas são a única atração; elas são a essência da vida. Queremos mudar isso, queremos criar mais atrações.

Surfistas de todas as idades, desde os mais jovens até os mais experientes, reúnem-se nas manhãs para pegar a onda perfeita. E depois do mar, por onde andam esses surfistas ?

E depois ?

A Terra do Surf e da Praia também é um marasmo em dias de falta de sol, nada tem para oferecer aos visitantes, uma terra onde o tempo parece ter parado. Onde não há o burburinho das atividades diárias.

Não sei se os habitantes estão conscientes da importância de criar outras diversões. Peniche tem de ter vida o ano inteiro, temos de investir nas pessoas, proteger as belezas naturais e, fazer obra, fazer ações culturais constantes, Peniche está apagado, onde não há nada para além de praia e surf. Onde estão os certames, onde estão os espetáculos de rua, os festivais, as atividades desportivas e lúdicas, onde está atividade de uma cidade para além do surf.

Por certo os habitantes e os comerciantes já concluíram que o melhor para Peniche é não haver sol, única altura em que se vê movimento nas ruas.

Precisamos de trazer a Peniche gente que consuma que compre nas lojas locais que alimente os restaurantes e o comércio o ano inteiro e não só no verão, quando ele é de sol.

Neste lugar onde a praia encontra o surf, a vida comercial é uma constante aventura. Cada dia é uma nova espera por clientes e oportunidade de derrubar barreiras.

Peniche e as pessoas merecem.

Luis Godinho Montez

Delegado do CDS em Peniche

setembro 11, 2024

“Só não muda quem é burro".

Só não muda quem é burro !

Num sentido amplo, esta frase sugere que a capacidade de adaptação e mudança é uma característica humana importante, e que aqueles que não conseguem ou não querem mudar podem estar a agir de forma pouco inteligente.

Isso pode relacionar-se à ideia de que a evolução pessoal, a aprendizagem e a adaptação às circunstâncias são fundamentais para o crescimento e para o sucesso na vida de um concelho e de uma cidade.

Por outro lado, a mudança também pode ser um desafio e um ato de coragem, autoconhecimento e disposição para enfrentar novas realidades. Portanto, é importante reconhecer que está na altura de cada um pensar se tem razões para que o concelho e a cidade de Peniche mudem de gestão ou por outra forma fique tudo na mesma.

Nunca estivemos, CDS-PP, ao leme da cidade do concelho ou das freguesias, razão porque é importante refletir sobre as mudanças que desejamos fazer no nosso concelho e na nossa cidade e assim nas nossas vidas e aprendendo e acreditando que acontece a evolução, independentemente do que os outros possam pensar. O conhecimento e a sabedoria muitas vezes vêm da experiência e da disposição para nos adaptarmos a novas políticas e a novas maneiras de gerir.

A má gestão urbanística da cidade e do concelho é um fenômeno que afeta diversas pessoas e diversas empresas, resultando em consequências negativas tanto para o meio ambiente quanto para a qualidade de vida dos habitantes. Essa má gestão manifesta-se de várias formas, incluindo a ocupação desordenada do solo, a falta de infraestruturas adequadas, e a insuficiência de serviços públicos essenciais.

Um dos principais problemas da má gestão urbanística é a ocupação, por ocupas, descontrolada de áreas urbanas. A expansão desordenada da cidade, muitas vezes impulsionada por políticas públicas inadequadas, leva à criação de bairros e áreas precárias, onde as condições de vida são extremamente difíceis. A falta de planejamento adequado resulta em bairros, alguns de ocupas, com pouco acesso a serviços básicos, como água potável, esgotos defeituosos, transporte público e áreas verdes, comprometendo a saúde e o bem-estar da população em geral.

Além disso, a má gestão urbanística frequentemente ignora a importância da preservação ambiental. A construção em áreas de preservação, a falta de regiões verdes e a poluição do ar e da água são consequências diretas de uma visão míope que prioriza a pobreza em detrimento do desenvolvimento econômico e, em detrimento da sustentabilidade. A degradação ambiental não afeta apenas a biodiversidade local, mas também impacta a qualidade de vida dos cidadãos, aumentando os riscos de desastres naturais, como inundações e deslizamentos de terra.

Outro especto crítico da má gestão urbanística é a falta de participação da comunidade no planejamento urbano. Muitas decisões são tomadas sem consultar os cidadãos, o que resulta em soluções que não atendem às reais necessidades da população. Essa desconexão entre os gestores e os habitantes cria um sentimento de desconfiança e desinteresse pela política local, dificultando a implementação de projetos que poderiam beneficiar a todos e, nós temos esses projetos e queremos implementa-los no concelho e na cidade de Peniche com o apoio da população.

Por fim, é fundamental que Peniche adote uma abordagem mais integrada e sustentável para a gestão urbanística. Isso inclui o envolvimento da comunidade nas decisões, o uso de tecnologias para o planejamento urbano, a recuperação de imóveis habitacionais e comerciais, a preservação e criação de áreas verdes e a criação de infraestruturas de apoio ao bem estar e lazer da população. Apenas assim será possível construir uma cidade mais justa e mais perto das pessoas, a inclusão e resiliência são capazes de oferecer uma qualidade de vida digna à sua população.

Desta vez apresentamo-nos para mudar a maneira de gerir e pensar Peniche, se não queres mudar é porque queres tirar Peniche do mapa. A candidatura do António Pelerito, com o nosso apoio, quer iniciar o caminho do desenvolvimento que é negado a Peniche á duas décadas.

As pessoas e Peniche merecem a mudança

Luis Godinho Montez

Delegado do CDS-PP em Peniche