agosto 19, 2025

Em Peniche "um palhaço é sempre um palhaço"

 


Sabem aquele ditado que diz que "um palhaço é sempre um palhaço"?

Ele lembra-nos que, muitas vezes, há pessoas que gostam de fazer os outros de palhaços mas não percebem que eles são os verdadeiros palhaços.

Existe em Peniche alguém assim que, infelizmente, costuma atacar verbalmente tudo e todas as pessoas ao seu redor. Essa pessoa, demonstra uma atitude agressiva e desrespeitosa, sem pensar nas consequências de suas palavras. Apesar de parecer forte e confiante, não passa de um crápula, alguém que não tem consideração pelos sentimentos dos outros e que age de forma egoísta.

É importante lembrar que, por trás de uma postura tão agressiva, muitas vezes há inseguranças ou problemas pessoais, neste caso muitos. Ainda assim, este comportamento acaba afastando as pessoas e criando um ambiente tenso ao seu redor e esta pessoa pensava que para concorrer ás eleições autárquicas era só estalar os dedos e as coisas aconteciam, mas não, esta postura não agregou só desagregou.

Verdade demorei seis meses a perceber que este pseudocandidato nunca seria candidato e não podia ser apoiado por um partido político credível.

Este pseudocandidato nunca apresentou uma proposta ou uma ideia para Peniche, algumas propostas e ideias saíram para o papel e a público porque a minha equipe assim o fez acontecer, dele, NADA….

A preocupação deste pseudocandidato era saber quando havia dinheiro ou quanto é que iria receber do estado pelos votos alcançados, que nunca vai alcançar.

Queria, … queria placares, programas, entrevistas na rádio e nos jornais mas, ideias e pessoas para a candidatura NADA e no dia 26 de junho, mesmo contrariado acedi e ia-se colocar o 1º placar na rotunda da Santa, felizmente, nesse dia o tal pseudocandidato ultimou que só precisava do partido para pagar a campanha e trabalhar tudo mais era como ele decida, pois ele é que dava a cara, sozinho. À pois É……. Sozinho como sempre esteve e decidiu para contra todas as chamadas de atenção, muitas, atacar e enxovalhar todos os candidatos dos outros partidos.

E ao pseudocandidato, nesse dia retirei-lhe todo o meu apoio e disse-lhe que nada mais havia comigo, chegando eu mesmo a contactar de seguida outro partido para fazer coligação.

Porém decidiu a presidente da distrital do partido que estava a apoiar o pseudocandidato, por razões de agenda pessoal, que devia manter o apoio ao dito e que Peniche era para ganhar….

Afastei-me a pedido e hoje estou deveras surpreendido pelos milhares de pessoas que estiveram esta segunda feira na apresentação das listas desse partido e do pseudocandidato.

Um palhaço, por mais que esteja vestido de cores vibrantes é alguém que só sabe fazer rir com as piadas que alguém escreve para ele mas, este nem assim consegue espalhar felicidade porque ninguém escreve ou quer estar com ele.

No final, o importante é lembrar que todos nós temos diferentes lados e que o sorriso de um palhaço muitas vezes é uma forma de iluminar o dia de quem está ao seu redor.

E, este pseudocandidato, palhaço, conseguiu dar-me momentos de risada, mesmo com as suas ameaças, proferidas em situações de euforia alcoólica.

Isso não significa que tenha ficado contente por esse partido não concorrer mas, porque sim por esta situação ser usual nos pequenos ditadores que, julgam eles que o são e, não enxergam o resultado nefasto dos seus atos individuais em prejuízo do coletivo.

Sim é verdade fui avisado do destempero deste pseudocandidato mas nunca pensei que o ódio pelo seu semelhante chegasse tão longe.

Talvez este senhor deixe de “cantar o fado” e sofra mais algum apagão

Luis Godinho Montez

 


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